Limpeza de ficheiros no SNS. Há 300 mil pessoas que já não estão em Portugal

by JOAO–RATAO

7 comments
  1. Não me admira, o custo de vida em Portugal é muito elevado

  2. Posso confirmar que me apagaram o registo.

    Mudei-me temporariamente da zona de LVT para Aveiro e deixei o registo no centro de saúde em Lisboa na esperança que quando voltasse já tivesse MdF. Qual o meu espanto quando no outro dia verifiquei que já não estava inscrito em nenhum centro de saúde.

  3. É uma boa medida, apenas as pessoas com morada fiscal na zona do centro de saúde devem ter médico de família nesse centro de saúde. Se emigram ou mudam de casa, deixam de ter logicamente.

  4. O problema é que fazem isso aos que ainda cá estão.
    Há uns anos atrás tiraram-me do meu médico de família porque já não ia lá há uns 3 anos.
    Fiquei vários anos sem medico de família a custa disto.

    Pelos vistos a situação resolve-se não é contratando mais médicos, mas tirando aqueles que “até então” pouco precisaram, mas depois quando precisarem, olha, que fiquem uns anos à espera de médico de família…

  5. Como se consegue consultar se temos médico de família e quem é?

  6. Não faz muito sentido.

    Primeiro, armazenamento desse tipo de dados deverá ser trivial em custos se houver um sistema centralizado e os centros de saude/hospitais acedem ao sistema em vez de terem cópias dos dados.

    Segundo, mesmo que cada utente tenha 1GB espaço total para a sua ficha técnica, isso é novamente trivial e não apagar os dados ajuda se a pessoa voltar a Portugal ou se o sistema de saúde do país destino pedir a informação com autorização do utente -ou pelo menos permitir ao utente ficar com uma cópia oficial e encriptada da sua informação (ex dvd, Pen).

    Terceiro, não diziam que a saúde era o mais importante? então ter informação fidedigna sem ser usada não é desperdício.

    Quarto, há maneiras de arquivar/comprimir dados de utentes “inativos” se fosse esse o caso.

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