O artigo explora bastante a comunidade mas é parco no tema principal. A câmara disse que não podiam rezar ali e não se procura saber mais?
Estamos no século XXI… Andar de rabo para o ar a “rezar” a um amigo imaginário é só patético. Queremos um estado laico e maioritariamente ateu, não este retrocesso civilizacional que o nosso governo e os nossos pseudo-empresários nos estão a criar!
Podem rezar em casa ou nas suas mesquitas, e isso já é mais que suficiente.
Se se sentem impedidos de praticar a sua religião devido a quererem mais que isso, podem sempre voltar para o país deles onde podem fazer o que quiserem.
>> Ganhava 500 euros, trabalhava muito e ainda tinha que pagar alojamento e alimentação
Parece que já se está a integrar bem, tal como os outros portugueses todos
Assustador, pensei que se queria um país laico.
Fiz uma leitura muito ao de leve mas não me pareceu ver o porquê de terem começado a impedir que eles rezem lá, parece me que isso é fulcral para podermos tirar conclusões disto…
8 comments
Podes ser explorado mas não podes rezar
O artigo explora bastante a comunidade mas é parco no tema principal. A câmara disse que não podiam rezar ali e não se procura saber mais?
Estamos no século XXI… Andar de rabo para o ar a “rezar” a um amigo imaginário é só patético. Queremos um estado laico e maioritariamente ateu, não este retrocesso civilizacional que o nosso governo e os nossos pseudo-empresários nos estão a criar!
Podem rezar em casa ou nas suas mesquitas, e isso já é mais que suficiente.
Se se sentem impedidos de praticar a sua religião devido a quererem mais que isso, podem sempre voltar para o país deles onde podem fazer o que quiserem.
>> Ganhava 500 euros, trabalhava muito e ainda tinha que pagar alojamento e alimentação
Parece que já se está a integrar bem, tal como os outros portugueses todos
Assustador, pensei que se queria um país laico.
Fiz uma leitura muito ao de leve mas não me pareceu ver o porquê de terem começado a impedir que eles rezem lá, parece me que isso é fulcral para podermos tirar conclusões disto…
É preciso chamar outra vez o Afonso Henriques?