Livre quer salário mínimo de 1.150 euros em 2028 e 10% de habitação pública

by bruno_andrade

10 comments
  1. Mais um partido (urbanita) que acha que o português quer viver a expensas do Estado, ficando o Estado a viver a expensas dos fundos europeus. Constroem 500 mil casas, que é baratíssimo, e deixamos a população feliz e contente com a economia de hotéis, cabeleireiros e restaurantes. Um sonho, soviético, talvez.

  2. Mais estado não adianta…
    É necessário acabar com as pirâmides financeiras das reformas…

    É necessário tirar burocracias pra construir. Requisitos simplificados, impossíveis de serem acordados apenas por meio de esplanadas de café…

    É necessário diminuir os escalões do IRS… 

    É necessário cortar IVA… 

    Ou então é necessário emigrar…

  3. 10% de habitação pública é ambicioso. Mas é dessa ambição que precisamos. O PS não fode nem sai de cima, precisamos de uma visão de futuro.

    10% de habitação pública resolve muitos problemas. Estimula a economia, baixa o valor do imobiliário – que está em valores incomportáveis – e garante o direito à habitação de muitas famílias que vêem o delas em risco.

    Rendas mais baixas significa também mais capacidade para as famílias pagarem outras coisas. Além de que, como investimento, trata-se de um investimento com retorno, porque o estado cobra rendas e pode desfazer-se das casas numa situação futura (como um privado o faz).

  4. São loucos.. Não tarda querem pagar tanto como o ordenado mínimo espanhol.

  5. Parecem papagaios. Mais do mesmo. Comprar votos, essencialmente. Promessas de dinheiro caído do céu atrás de promessas de dinheiro caído do céu. Taxar e redistribuir. A estratégia é sempre a mesma. Não há mais ideia nenhuma. A solução é sempre o povo depender deles. É disto que a esquerda precisa. Faz sentido. Se queres manter a relevância, como o fazes? Perpetuando a dependência do Estado.

    Não, obrigado. Já vi muito disso e não funciona. Quero algo diferente agora. Quero mais responsabilidade pessoal e que o Estado desafogue as pessoas e as empresas e permita a Portugal tornar-se um bom país para se investir, para que boas empresas sejam criadas e bons empregos sejam gerados. Em todo o lado, desde sempre, foi assim que se criou riqueza a sério.

    Falamos muito do que os outros países têm, mas nunca falamos do que fizeram para terem o que têm. Sabem porquê? Porque não convém. Porque se fossemos analisar a história de todos esses países “maravilhosos” chegaríamos à conclusão que todos eles chegaram à maravilha fazendo EXATAMENTE aquilo que a esquerda odeia. Não foi a distribuir subsídios, nem a oferecer casas nem a forçar subidas constantes do ordenado mínimo. Foi a trabalhar-se pa caralho e a permitir-se uma grande liberdade de mercado, para que as pessoas pudessem livremente perseguir riqueza, criar, inovar e colher os frutos do que criaram.

    “Ai, na Suécia é assim e assado”.

    Ok. Mas nunca falas de como é que a Suécia era nos anos 30, nos anos 40, nos anos 50. Quando a riqueza estava a ser criada. Falas apenas do resultado final. Falas do teu vizinho comer lagosta e trabalhar só 3 dias por semana. Não falas de quando o teu vizinho era pobre e trabalhou 12 horas por dia para juntar dinheiro. Queres apenas a parte da lagosta e de pouco trabalhar. Achas que ele se tornou rico porque faz isso.

    Odeiem-me à vontade, mas a verdade não muda por isso.

  6. Esta campanha eleitoral está mesmo a descambar. É a ver quem faz a proposta mais irrealista.

  7. Salário mínimo, salário mínimo , salário mínimo salário mínimo.

    Não sabem mais que isto

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