Um para tensão alta, outro para o colesterol alto, um anticoagulante para baixar o risco de AVC e um analgésico para as dores na coluna. É melhor não lhes dar nada! /s
>“carrinhos de supermercado cheios de embalagens”

Não consigo ler a notícia completa. Apenas o primeiro parágrafo.
E verdade que a polifarmacia e um problema comum. Agora ter farmacêuticos a fazerem consultas para rever a polifarmacia?? Isso e um acto médico e nunca poderá ser feito por um farmacêutico.
Talvez por terem muitos problemas de saude?? É que isto de viver muito tempo é bom para as estatisticas mas as condições em que se vive é que não interessam
Consultas de 20 minutos, ausência de ferramentas de apoio à decisão clínica e um sistema ineficaz de gestão de medicação crónica não ajudam nada este problema.
Associa-se também uma dependência crónica enorme dos doentes relativamente aos anti-inflamatórios, benzodiazepinas e anti-depressivos por falta de respostas a nível não farmacológico como serviços de reabilitação, Psicologia ou Serviço Social.
Criaram uma dependência de medicamentos, dependência de subsídios. Criaram dependentes, ponto. Se quiserem continuar a receber a sua dose, já sabem em quem votar!
Há condições médicas que requerem medicação, mas a maior parte da população idosa teria evitado os problemas com exercício físico regular e uma alimentação saudável (especialmente perder peso). Digo teria evitado, porque não é com 80 anos que vão reverter magicamente os problemas que acumularam durante a vida, embora vá ajudar concerteza.
​
Eu vejo pela minha avó, com 75 anos, 80kg, dores nos joelhos, medicação para tensão, coração e mais uma série de coisas. Depois tomam também medicação para evitar os efeitos secundários da medicação…
Idosos a tomar umas 2 ou 3 benzodiazepinas ao mesmo tempo, mais uns quantos medicamentos que não fazem sentido nenhum. E se por um lado temos as consultas de 5 min no médico de família, por outro temos as IPSS que têm médicos fraquíssimos que lá estão por cunha e pra irem ganhar uns (bons) trocos.
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Um para tensão alta, outro para o colesterol alto, um anticoagulante para baixar o risco de AVC e um analgésico para as dores na coluna. É melhor não lhes dar nada! /s
>“carrinhos de supermercado cheios de embalagens”

Não consigo ler a notícia completa. Apenas o primeiro parágrafo.
E verdade que a polifarmacia e um problema comum. Agora ter farmacêuticos a fazerem consultas para rever a polifarmacia?? Isso e um acto médico e nunca poderá ser feito por um farmacêutico.
Talvez por terem muitos problemas de saude?? É que isto de viver muito tempo é bom para as estatisticas mas as condições em que se vive é que não interessam
Notícia sem paywall [Parte 1 ](https://ibb.co/mH5VRgZ) , [Parte 2 ](https://ibb.co/mHTGSPQ)
Consultas de 20 minutos, ausência de ferramentas de apoio à decisão clínica e um sistema ineficaz de gestão de medicação crónica não ajudam nada este problema.
Associa-se também uma dependência crónica enorme dos doentes relativamente aos anti-inflamatórios, benzodiazepinas e anti-depressivos por falta de respostas a nível não farmacológico como serviços de reabilitação, Psicologia ou Serviço Social.
Criaram uma dependência de medicamentos, dependência de subsídios. Criaram dependentes, ponto. Se quiserem continuar a receber a sua dose, já sabem em quem votar!
Há condições médicas que requerem medicação, mas a maior parte da população idosa teria evitado os problemas com exercício físico regular e uma alimentação saudável (especialmente perder peso). Digo teria evitado, porque não é com 80 anos que vão reverter magicamente os problemas que acumularam durante a vida, embora vá ajudar concerteza.
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Eu vejo pela minha avó, com 75 anos, 80kg, dores nos joelhos, medicação para tensão, coração e mais uma série de coisas. Depois tomam também medicação para evitar os efeitos secundários da medicação…
Idosos a tomar umas 2 ou 3 benzodiazepinas ao mesmo tempo, mais uns quantos medicamentos que não fazem sentido nenhum. E se por um lado temos as consultas de 5 min no médico de família, por outro temos as IPSS que têm médicos fraquíssimos que lá estão por cunha e pra irem ganhar uns (bons) trocos.