Dívida pública abaixo dos 100% do PIB um ano antes do previsto. Ficou em 98,7% em 2023

by DiVansInc

23 comments
  1. muito gostam estes políticos de fazer boa figura la fora internacionalmente a custa dos desgraçados portugueses que estão ca a passar fome e com muitas dificuldades para conseguirem chegar ao fim mes para pagar as contas.

  2. Depois de 15 anos de governos em que a única estratégia era controlar o défice e dívida, são excelentes notícias.

    Obrigado a todos nós que nos sacrificamos para isto. Agora convinha não estragar o rumo de descida

  3. Talvez a melhor consequência destes últimos anos de governos PS. A questão é, “a que custo?”.

  4. Corrijam-me se estiver errado mas isto, em parte, não passa de um resultado natural da inflação?
    A dívida nominal mantém-se enquanto que a receita do estado aumenta com a inflação.

  5. Muito bem, agora vamos lá saber: quantos portugueses estão no limiar da pobreza, não têm médico de família? Quantos estudantes dependem da ajuda do estado para comer? Quantas grávidas morreram nos hospitais? Quantas urgências estão abertas ao fim de semana?

    Isto de dizer números é interessante, mas não pode ser só os que interessam!!

    Uma coisa é certa, não é a votar nos mesmos que têm lá estado que lá vamos!

  6. A custo de impostos historicamente elevados e desinvestimento.

  7. Que bom, eu se não gastar nada o ano todo nem para comer, também baixo a minha dívida! Ter a governação com o menor investimento de sempre em serviços públicos apesar do maior orçamento de sempre à custa da inflação também é obra! E o dinheiro não foi todo para colmatar a dívida, onde anda? 💰

  8. Isoladamente, acho muito positivo. Mas no contexto do empobrecimento pela inflação, desinvestimento em serviços essenciais como saúde e educação, e com esta carga fiscal, acho uma escolha política muito triste.

  9. Provavelmente das poucas notícias boas que a governação do PS trouxe. O mal, é que sabemos de que forma se baixou a dívida e não foi com boa governação nem com boa herança para o futuro.

  10. Excelentes notícias, independentemente do partido que esteja no governo.

  11. A melhor coisa que a política de AC fez pelo país.

    Descer a dívida é algo que paral além de exigir um esforço de todos nós, não dá votos. Por isso, é preciso tê-los no lugar para ter delineado e seguido esta estratégia.
    Também é preciso tê-los no lugar para continuar esta estratégia.

    Também ficámos todos a saber que é possível pagar a dívida e crescer na economia, algo que deve ter aumentado o consumi de Rennie a muita gente.

    Obrigado a todos, os nossos filhos e netos nos irão agredecer mais do que nós agradecemos aos nossos.

  12. Mortes, caos social, falta de professores, médicos mas…worth it 😎

  13. Esta é a segunda parte da estratégia de longo prazo do PS actual. Usar o André Ventura (anteriormente o Passos) como bicho papão e usar a dívida para mostrar resultadas. O eleitorado do centro fica preso num ciclo de os resultados nem são assim tão maus e se metemos lá o PSD, ainda vai para lá o CH.

  14. Ainda me lembro do “Virar da página da austeridade”, e do “Não ir para além da Troika”

  15. E se não fosse a TAP, EFACECs entre outras, não só poderíamos ter reduzido ainda mais ou pelo menos não ter sentido tanto no bolso.

    Isto foi feito à custa de muita gente que foi empurrada para a miséria abjecta.

  16. Quem reduziu quem ? Foi o Costa . Mas claro não vai dizer que a aumentou. 🤡. Limpam a 💩 dos seus e ainda se gabam.

  17. A diferença entre focar na diminuição da dívida pública em números absolutos e não na expansão do PIB. Tudo muito bonita mas o país está na miséria.

  18. Quando José Sócrates entrou para primeiro ministro estávamos nos 67%, quando saiu deixou-nos com 112%… Zero consequências para quem verdadeiramente destruiu o futuro deste país.

  19. Tenho a certeza que o Pedro Nuno e o Medina irão garantir que esta redução da divida pública escorregue para os bolso dos portugueses na forma de aumentos exponenciais na qualidade de vida.

  20. Há uma coisa muito importante que ninguém fala, isto é um ratio dívida/PIB, basta estalar uma crise nas pequenas empresas para gerar desemprego e aumento dos encargos do estado para o PIB ir por aí a baixo é o ratio automaticamente se desequilibrar.

    Foi o que aconteceu no tempo.de troika.

    Mas atenção que nessa altura o poder de compra de quem tinha trabalho era MT superior e hoje tempos os serviços públicos a trabalhar MT pior.

    Se isto não inverte rapidamente pode cair como peças de dominó…

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