Polígrafo – Passos Coelho associa imigração a falta de segurança. Criminalidade tem crescido com aumento de imigrantes em Portugal? [FALSO]

by Samot_PCW

27 comments
  1. O D Sebastião mentiu ??? Não pode ele não sabe que só o merdas do socas pode ser acusado de mentir e todos os males do planeta ??

  2. O polígrafo agora faz suposições sobre o que as pessoas queriam dizer em vez de interpretar os factos declarados?

  3. Só demonstra que a AD não tem mesmo o jeito natural para mentir como AV tem. Se fosse o AV afirmar o mesmo, seria só mais uma mentira e a malta levaria na boa como nada fosse. Como foi PPC a afirmar cai tudo em cima dele.

  4. A expressão é “SENTEM-SE mais inseguros”, não que estão mais inseguros.

    Polígrafo ativamente em modo campanha eleitoral.

  5. Quando se fala de imigração, tudo o que seja dados e factos parece que não interessam para absolutamente nada. Só interesse as “sensações” e “perceções” das pessoas (mesmo que não sejam baseadas na realidade).

  6. Deviam ter deixado o homem em casa, não vale a pena andar com personagens controvesas numa eleição tão concorrida. É a maneira mais facil das perder.

  7. Oh diabo então agora o poligrafo faz faux-check?

    É preciso uma ginastica mental enorme para colar uma afirmação dessa natureza ao discurso do homem.

    Curiosamente, é retornado e a esposa não era propriamente uma valquiria nordica…

  8. Eu quero lá saber da direita da esquerda, dos extremos.

    Mas o poligrafo já enche de tão tendencioso que é.

  9. Sempre fiquei curioso em saber como é que se verifica isto.

    A frase do Passos referia á imigração não imigrantes em específico.ou seja, englobava imigrantes e imigrantes que entretanto adquiriram nacionalidade portuguesa. Tendo em conta que, para as estatisticas nacionais não há discriminação entre nacionais nativos e racionais de origem estrangeira, como é que eles discriminam entre criminalidade causada entre nacionais estrangeiros ou nativos?

  10. Passos Coelho sem se alongar muito no sentido desta tirada está a piscar o olho ao eleitorado do Chega.

    Finalmente alguem percebe a importância de algumas mensagens e politicas

  11. É inacreditável o escândalo que está a ser por causa destas declarações do PPC. Ele diz que é importante estar aberto à imigração, mas que também é importante manter a segurança. É mesmo facista…

    Portugal tinha 400k de imigrantes há 10 anos, 791k em 2022, e este ano passado 980k. Um crescimento a este nível é impossível haver uma integração estruturada. Somos um pais de 10 milhões de pessoas… E podemos ver casos muito concretos na Suécia, Bélgica, França e RU em que as integrações não foram bem feitas, e levaram a um aumento da criminalidade.

    Não se pode ter esta atitude que tudo o que não seja fronteiras abertas é conversa de extrema-direita, porque é exatamente assim que estes partidos crescem.

  12. Eu não percebo qual o atrito com as declarações do Passos ? Por examplo é mentira que temos o maior Cartel Brasileiro o PCC a criar raizes em Portugal poligrafo?

  13. A sic está a carregar na difamação da AD de uma maneira

  14. Ah sim, o poligrafo sic, canal em que o diretor de informação é o irmão do António Costa. Sempre muito isento, como já é habitual

  15. >Nesse inquérito de opinião (baseado em 600 entrevistas) indica-se que o “sentimento de insegurança” aumentou ligeiramente em comparação com o anterior inquérito, realizado em 2017.

    Adoro este polígrafo a afirmar isto na mesma notícia que diz ser falso. Melhor que isso é basear uma afirmação feita em 2022 com dados de 2017.

    O mais engraçado ainda é que nunca vamos ter dados reais sobre isto porque os media têm um medo tremendo de fazer sondagens e estatísticas com tudo o que envolva a imigração.

  16. Eu concordo que os dados disponíveis contrariam a ideia da criminalidade aumentar com a imigração, mas acho que a perceção de insegurança aumentou certamente, por vários motivos até.

    A imigração até pode ser um fator a ter em conta, mas se tivesse de atribuir responsabilidades seria à pobreza e à decadência dos serviços públicos, nomeadamente dos meios de polícia e da capacidade da justiça de dar resposta aos problemas. Acho que a pandemia e os seus efeitos na saúde mental também continuam a ter um grande impacto na vida e sanidade das pessoas.

    Mas eu, bem como a esmagadora maioria das pessoas que conheço (Lisboa) sentimo-nos certamente menos seguros face aos anos pré-pandemia. Há zonas onde saíamos à noite no secundário nas quais hoje não pomos os pés. Dando 2 exemplos, nunca vi num estado tão manhoso o Bairro Alto, que provavelmente é das zonas com mais policiamento da noite de Lisboa, e o Parque das Nações, que era uma zona calma e com alguns bares fixes, está repleto de chungas e há relativamente pouco tempo amigos meus foram apanhados numa amostra de arrastão por 20 gajos de balaclava junto à Altice Arena. Mesmo nos transportes públicos, parece-me ter aumentado a quantidade pessoas manhosas e de gente a pedir dinheiro no metro e, numa das últimas vezes que fui ao Pragal, a casa de banho da estação tinha uma poça de sangue enorme. Também tenho reparado em mais indícios de consumo de droga em público, mas também nada comparável ao que já vi noutros sítios como no UK.

  17. A televisão agora diz às pessoas o que é verdade ou mentira, de certeza que isto não é abusado e é totalmente imparcial certo? CERTO?

  18. Como habitual, a comunicação social e o Polígrafo não desiludem a deturparem o que foi dito, retirando-lhe o contexto necessário para compreender um assunto tão complexo como o fenómeno da migração e os factores do seu (in?)sucesso, que é aquilo que Passos Coelho aborda.

    *Nós não tínhamos uma parte das políticas públicas a apresentar o desgaste que apresentam, a falta de qualidade que apresentam e a inspirar a preocupação na maior parte das pessoas. Seja na área da saúde, seja na área do ensino, seja na área da habitação, seja na área da segurança. E lembro-me também de uma intervenção que aqui fiz por acaso em 2016, ainda no Pontual, em que disse, nós precisamos de ter um país aberto à imigração mas cuidado que precisamos também de ter um país seguro. Na altura, o governo fez ouvidos moucos e na verdade, hoje, as pessoas sentem uma insegurança, que é resultado da falta de investimento e de prioridade que se deu a essas matérias.*

    Daquilo que depreendo das suas palavras, mais que tacticismo político (um piscar de olho ao eleitorado do Chega, como alguns assumem), é que Passos Coelho alerta para como a falta de condições e planeamento de políticas migratórias em Portugal (o tal investimento nas diversas áreas que sejam responsabilidades do Estado, ou na qual pode interferir positivamente – como por exemplo, a habitação), podem criar condições adversas, quer para os cidadãos, quer para os imigrantes, por falta de recursos adequados que permitam integrar adequadamente aqueles que vêm para aqui há procura de uma vida melhor. Evitar erros do passado (ou mesmo presentes – como observamos em alguns congéneres europeus, França e Reino Unido) como segregar comunidades inteiras, marginalizadas e outrora discriminadas, resultará sempre num impacto negativo e afastamento social, tanto daqueles que já cá se encontram, como daqueles que entram no país. Mais que discutir estes fait-divers e jargões de “extrema-direita”, conversa de encher manchetes sem qualquer substância, era uma profunda reflexão sobre este tema que devia ser discutido, sem tabus nem preconceitos nem ideologias.

    Já agora aproveito também para dar destaque a mais algumas partes do discurso que ajudam a desconstruir e enquadrar muito bem o pensamento político de Passos Coelhos, um verdadeiro liberal – que o país nunca o deixou ser pelo estado em que se encontrava quando governou. Relembra, e muito, a inspiração que Francisco Sá Carneiro trouxe aos portugueses, há mais de 40 anos, com a Aliança Democrática.

    *E pelo contrário, abandonar este dirigismo, este calculismo, de quem está sempre à espera de ser obedecido, já não porque se sente na posição de ser dono da economia, mas dono do próprio Estado! Nós não aceitámos donos em Portugal porque nós somos donos de nós próprios, da nossa vida e do nosso futuro!*

    *Hoje há muitas questões políticas que são importantes. A nós não nos preocupa só que as escolas não sirvam como deviam servir prioritariamente para transmitir os conteúdos que são necessários para dar ferramentas às pessoas.. importa-nos também que as pessoas que passam por lá se sintam cidadãs a quem ninguém anda a meter pela goela abaixo aquilo que há-de ser a sua vontade e a sua maneira de pensar porque queremos que as pessoas pensem pela sua cabeça! Queremos essa liberdade para as pessoas!*

    *Em primeiro lugar, uma capacidade reformista. Não estamos aqui para que tudo continue na mesma. Estamos aqui para ajudar os portugueses a mudarem o país. Não são os governos que mudam o país, são as pessoas que o mudam! Os governos podem ajudar as pessoas a mudar, que é uma coisa diferente.*

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