Se não houver democracia, poupa-se muito dinheiro | Opinião | PÚBLICO

4 comments
  1. “Podia-se, por exemplo, acabar com as eleições autárquicas, nomear, a partir de um novo Ministério do Interior, governadores civis, presidentes das câmaras e regedores. Em bom rigor, lembrei-me agora, como as eleições são caras, podia-se também ou espaçá-las muito mais, ou até, porque não?, em nome de finanças sãs, acabar com elas. O senhor Presidente do Conselho e o seu Governo podiam acabar com tanta eleição inútil e cara, começando pelas europeias, esse sorvedouro de dinheiro inútil, e tornar as legislativas muito mais magras, um ou dois deputados por distrito e cinco ou seis por Lisboa e o Porto, para não contrariar a demografia. E porque não reduzir essas despesas que os partidos dão ao Estado, obrigando-os a ter 100.000 assinaturas para existirem, e pagarem por eleição um milhão de euros para concorrer e assim pagarem os custos, já de si “emagrecidos”, das eleições?
    Ficam os partidos só para os “ricos”? É verdade, mas já se viu que quem “investe” governa melhor.” JPP in Público

  2. Se as eleições são caras, digitalizem o processo de forma a precisar do menor número de pessoas possível.

  3. Na minha opinião, deviamos mudar de sistema eleitoral para um sistema misto com representação nacional e regional como na Alemanha com deputados muito melhor pagos mas em número muito mais reduzido, para atrair pessoas mais capazes para os lugares

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