Estratégia de combate à corrupção em Portugal falha ao deixar de fora o poder político, aponta Transparência Internacional

8 comments
  1. Lembrete amigável que a “transparência” internacional não é uma ONG civica mas um thinktank de patrões como a CIP e que também tem um belo historial de escandalos e de corrupção:

    https://en.wikipedia.org/wiki/Transparency_International#Controversies

    https://www.theguardian.com/commentisfree/2008/may/22/seeingthroughtransparencyin

    E os “dados” deles limitam-se a sondagens de empresários:

    https://www.theguardian.com/global-development/poverty-matters/2013/dec/03/transparency-international-measure-corruption-valid

  2. Combater a corrupção deixando de fora quem mais corrompe, e é corrompido, tem tudo para correr bem.

  3. Acabar com a corrupção dos Ciganos e dos Sócrates!

    Mas o presidente do seu clube do coração deve mais de 800 milhões ao Estado português em esquemas de negócios com o GES, BES, Salgado, Rendeiro, Berardo, agentes desportivos, empresários texteis, etc

    O que é que eu tenho a ver com isso?

  4. Nada surpreendente. Quando este post às 4 horas de idade apenas tem 12 ou 13 comentários. Mas um post acerca de uma campanha eleitoral de um partido que nunca este no poder tem para cima de 300 comentários às 3 horas de idade. Para mim revela que o fenómeno de corrupção está normalizado.

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