
O líder nacional do PSD, Luis Montenegro, manifestou este sábado apoio ao presidente dos sociais-democratas madeirenses, Miguel Albuquerque, e defendeu uma "relação de cooperação estratégica muito estreia" com os governos das regiões autónomas.
"Nesta ocasião quero expressar ao Miguel Albuquerque, em nome do PSD nacional, toda a sorte e todo o espírito de cooperação para todos estes desafios" eleitorais que o partido vai enfrentar na Madeira, declarou Luis Montenegro numa mensagem em vídeo enviada para o 19.º congresso do PSD/Madeira que decorre este fim de semana no Funchal.
by ConfidentMongoose
4 comments
Em Janeiro…
>Na entrevista, Montenegro afirmou que, “por princípio”, um primeiro-ministro ou um presidente de Governo Regional deve demitir-se perante uma suspeita judicial de crimes cometidos no exercício de funções e, quanto a este caso, disse acreditar que quer Miguel Albuquerque quer Pedro Calado “vão conseguir demonstrar a sua inocência”.
O problema fundamental é: a Madeira é um dos casos mais óbvios de corrupção no país. Um político sério preocupava-se seriamente com o problema do MP ser incapaz de provar o óbvio, e certamente não daria apoio a MA. Mas se formos a ver bem – e isso é relevante para mostrar que o importante não muda – o PSD sempre apoio o regime Jardinista de mais de 3 décadas, porque motivo haveria de se distanciar agora? Que credibilidade têm os partidos quando nem sequer fazem um pequeno esforço por caminhar na direção certa?
Estou muito surpreendido. Nunca imaginei que o senhor Montenegro fosse um mentiroso.
Aliás parece-me que me lembro dele aos gritos a pedir ao Costa para não se demitir, que não era razão pra isso, que tinha todas as condições para ser governo ou ir as eleições. Ou não.
É extremamente injusto que os Açores e a Madeira sejam regiões autónomas mas a Area Metropolitana de Lisboa que é bem bem produtiva e onde vivem mais mais pessoas do que nas ilhas não pode ser uma região autónoma
É que ainda por cima temos que lhes enviar remessas do OE nacional mas não podemos votar, e eles podem representação no parlamento nacional