Não há condições para o serviço militar não obrigatório quanto mais para o obrigatório.
Não há condições nem políticas, nem sociais, e muito menos financeiras. O SMO está a ser usado como o elefante na sala mas o que as nossas Forças Armadas precisam é de uma transformação a todos os níveis. Uma profissionalização como deve de ser das carreiras militares em vez de se andar a pagar o salário mínimo para termos miudos a cortar relva e a limpar paradas.
O que precisamos é de uma legião estrangeira.
De nepaleses.
Os gurcas são o mais hardcore do passado recente e como são budistas ou indus são neutros e de fácil integração e são das pessoas mais trabalhadoras que já vi!!!
>Nuno Melo exemplificou que “um ano de experiência militar voluntária” que, no final, pudesse dar aos jovens “mais facilidade em entrar numa universidade” ou em “integrar a função pública em determinadas áreas” poderia ser “uma forma” dos que que gostassem da vida militar acabarem por celebrar um contrato com as Forças Armadas.
Já tais condições existem mas requerem 5 anos de serviço a contrato. Talvez consiga atrair mais gente se as mesmas condições forem oferecidas para quem só faz o regime de voluntariado.
Mas tal não iria responder à crise da falta de profissionais e apenas serviria para expandir a reserva de disponibilidade.
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Não há condições para o serviço militar não obrigatório quanto mais para o obrigatório.
Não há condições nem políticas, nem sociais, e muito menos financeiras. O SMO está a ser usado como o elefante na sala mas o que as nossas Forças Armadas precisam é de uma transformação a todos os níveis. Uma profissionalização como deve de ser das carreiras militares em vez de se andar a pagar o salário mínimo para termos miudos a cortar relva e a limpar paradas.
O que precisamos é de uma legião estrangeira.
De nepaleses.
Os gurcas são o mais hardcore do passado recente e como são budistas ou indus são neutros e de fácil integração e são das pessoas mais trabalhadoras que já vi!!!
>Nuno Melo exemplificou que “um ano de experiência militar voluntária” que, no final, pudesse dar aos jovens “mais facilidade em entrar numa universidade” ou em “integrar a função pública em determinadas áreas” poderia ser “uma forma” dos que que gostassem da vida militar acabarem por celebrar um contrato com as Forças Armadas.
Já tais condições existem mas requerem 5 anos de serviço a contrato. Talvez consiga atrair mais gente se as mesmas condições forem oferecidas para quem só faz o regime de voluntariado.
Mas tal não iria responder à crise da falta de profissionais e apenas serviria para expandir a reserva de disponibilidade.