Faz sentido, aliás umas das “injustiças” laborais quando ocorreu o movimento feminista (atenção que não é um ataque ao feminismo seus militantes) e o fim das guerras foi a jornada laboral ter continuado igual quando as mulheres entraram e ficaram no local de trabalho
Na altura a jornada deveria ter sido reduzida para metade das horas já que a outra metade de pessoas (neste caso as mulheres) entraram e ficaram no mercado
Em 2024 não faz sentido um país desenvolvido ter mais de 30h/semana de jornada laboral, temos índices de produtividade muito superiores que permitem novas formas de trabalhar que são mais saudáveis
sim sff
No mínimo a hora de almoço devia contar como hora de trabalho como em outros países.
É aproveitar agora, que está tudo a aprovar (já para não falar da justeza da proposta, cuja hipotética aprovação só pecará por ser tardia).
O Chega só precisa de se abster, bora lá malta! É agora que a esquerda faz valer o nome de esquerda, sem estarem no poder.
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Faz sentido, aliás umas das “injustiças” laborais quando ocorreu o movimento feminista (atenção que não é um ataque ao feminismo seus militantes) e o fim das guerras foi a jornada laboral ter continuado igual quando as mulheres entraram e ficaram no local de trabalho
Na altura a jornada deveria ter sido reduzida para metade das horas já que a outra metade de pessoas (neste caso as mulheres) entraram e ficaram no mercado
Em 2024 não faz sentido um país desenvolvido ter mais de 30h/semana de jornada laboral, temos índices de produtividade muito superiores que permitem novas formas de trabalhar que são mais saudáveis
sim sff
No mínimo a hora de almoço devia contar como hora de trabalho como em outros países.
É aproveitar agora, que está tudo a aprovar (já para não falar da justeza da proposta, cuja hipotética aprovação só pecará por ser tardia).
O Chega só precisa de se abster, bora lá malta! É agora que a esquerda faz valer o nome de esquerda, sem estarem no poder.