> No seu discurso, o Ministro da Economia elencou os principais eixos de atuação para dinamizar a economia portuguesa. Desde logo, é importante assegurar intensidade de capital, inovação tecnológica, aposta na qualidade do talento e das lideranças e competitividade em termos dos custos de contexto, disse, notando que estes são elementos fundamentais para imprimir o tal choque de produtividade de que a economia portuguesa precisa.
Sim cursos de 12o de borla para todos os patroes. E ums CET de gestão.
Sempre a velha frase mais que gasta da direita para descrever os trabalhadores portugueses… falta de produtividade… Depois vemos as grandes empresas com lucros e mais lucros todos os anos, os empresários dessas empresas ganham “balurdios” em comparação aos seus trabalhadores que ganham “tostões” e ainda hoje li que as grandes empresas vão dar milhões em dividendos… Depois pergunto-me… Quem ajuda a criar essa riqueza… Quem dá o suor? Tristeza…
Eles fingem que pagam, nós fingimos que produtivamos
Vai ajustar os ordenados de acordo com o aumento de produtividade desde os anos 90?!
As empresas cotadas têm daquelas regras de paridade e que os conselhos de administração têm de ter pelo menos 30% de um género.
Ideia: Criem uma regra que empresas, cotadas ou não, pagam menos IRC se tiverem na equipa de administradores, gestores e directores quadros com pelo menos mestrado em gestão e/ou MBA. Não é pós-graduações da treta, tem de ser grau.
Enchiam num instante as escolas de gestão a requalificar velhos caquéticos e/ou promoviam-se os quadros qualificados que estão tapados. Em qualquer dos casos qualificava-se as empresas.
Paguem mais.
Pessoas desta thread, a produtividade na economia é calculada assim: PIB/Horas de trabalho. Tenho isso em mente antes de mandarem as postas de taberna do costume.
O problema de Portugal não é o uma questão de eficiencia do trabalhador ou de eficiencia de recursos ou de organização empresarial. É sermos um pais de industria de baixo valor acrescentado. Um trabalhador que faça 1 sapato Luois Vitton tem maior produtividade que um que faça no mesmo tempo um do Calçado Guimarães. É por isso que levamos 10-0 de outros países europeus. Porque na Alemanha produzem-se máquinas, carros, produtos farmacêuticos e cá produzem-se sapatos, roupa e rolhas de cortiça.
Afirmou isso enquanto adjudicou um aeroporto faraónico na margem sul que vai precisar de uma ponte nova e de uma linha de tgv que todos vamos pagar (desenganem-se se acham que a Vinci e o José Luís Arnaut o vão fazer).
E tudo isto para gáudio dos empresários do turismo que, alicerçados na sua eterna mão de obra barata e cada vez mais estangeira, vão continuar a chantagear / corromper os políticos para sermos todos casa vez mais reféns da actividade monocultura que menos acrescenta valor a uma economia e portanto menos vai contribuir para o aumento da produtividade (e os licenciados lá vão emigrando pois não pagam rendas a trabalhar na hotelaria nem nos call centers).
Mas a associação dos hoteleiros aprova isso tudo! E o Arnaut já se ri de contente (o que vale é que não vai haver aeroporto nenhum em Alcochete, vai uma aposta? Daqui por um ano já lá estão outros que vão revogar isso tudo…a não ser que as luvas já estejam encaminhadas também para esses…
Em vez de descentralizar o País, promover a economia regional, requalificar os empresários e as indústrias de ponta e reaver emigrantes bons , apostamos no circo de transformar Lisboa em Veneza com emigrantes para explorar…felicidades para vocês todos…vão ver o mar de problemas onde vão estar em cinco anos (gentrificação em espiral, sem professores, bombeiros, enfermeiros, médicos e polícias…só com promotores imobiliários, empregados de mesa, trolhas e concierges)
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>**Banco de Fomento terá um papel determinante na estratégia económica, disse Pedro Reis**
> O Ministro da Economia, Pedro Reis, afirmou a necessidade de promover um choque de produtividade na economia portuguesa. Implementar um alívio fiscal é importante, mas é preciso ir além disso, [afirmou](https://www.portugal.gov.pt/pt/gc24/comunicacao/intervencao?i=intervencao-do-ministro-da-economia-na-conferencia-de-apresentacao-do-ceo-survey) Pedro Reis, que intervinha na apresentação do 27.º CEO Survey sobre perspetivas dos gestores em Portugal da PWC, em Lisboa.
> No seu discurso, o Ministro da Economia elencou os principais eixos de atuação para dinamizar a economia portuguesa. Desde logo, é importante assegurar intensidade de capital, inovação tecnológica, aposta na qualidade do talento e das lideranças e competitividade em termos dos custos de contexto, disse, notando que estes são elementos fundamentais para imprimir o tal choque de produtividade de que a economia portuguesa precisa.
Sim cursos de 12o de borla para todos os patroes. E ums CET de gestão.
Sempre a velha frase mais que gasta da direita para descrever os trabalhadores portugueses… falta de produtividade… Depois vemos as grandes empresas com lucros e mais lucros todos os anos, os empresários dessas empresas ganham “balurdios” em comparação aos seus trabalhadores que ganham “tostões” e ainda hoje li que as grandes empresas vão dar milhões em dividendos… Depois pergunto-me… Quem ajuda a criar essa riqueza… Quem dá o suor? Tristeza…
Eles fingem que pagam, nós fingimos que produtivamos
Vai ajustar os ordenados de acordo com o aumento de produtividade desde os anos 90?!
As empresas cotadas têm daquelas regras de paridade e que os conselhos de administração têm de ter pelo menos 30% de um género.
Ideia: Criem uma regra que empresas, cotadas ou não, pagam menos IRC se tiverem na equipa de administradores, gestores e directores quadros com pelo menos mestrado em gestão e/ou MBA. Não é pós-graduações da treta, tem de ser grau.
Enchiam num instante as escolas de gestão a requalificar velhos caquéticos e/ou promoviam-se os quadros qualificados que estão tapados. Em qualquer dos casos qualificava-se as empresas.
Paguem mais.
Pessoas desta thread, a produtividade na economia é calculada assim: PIB/Horas de trabalho. Tenho isso em mente antes de mandarem as postas de taberna do costume.
O problema de Portugal não é o uma questão de eficiencia do trabalhador ou de eficiencia de recursos ou de organização empresarial. É sermos um pais de industria de baixo valor acrescentado. Um trabalhador que faça 1 sapato Luois Vitton tem maior produtividade que um que faça no mesmo tempo um do Calçado Guimarães. É por isso que levamos 10-0 de outros países europeus. Porque na Alemanha produzem-se máquinas, carros, produtos farmacêuticos e cá produzem-se sapatos, roupa e rolhas de cortiça.
Afirmou isso enquanto adjudicou um aeroporto faraónico na margem sul que vai precisar de uma ponte nova e de uma linha de tgv que todos vamos pagar (desenganem-se se acham que a Vinci e o José Luís Arnaut o vão fazer).
E tudo isto para gáudio dos empresários do turismo que, alicerçados na sua eterna mão de obra barata e cada vez mais estangeira, vão continuar a chantagear / corromper os políticos para sermos todos casa vez mais reféns da actividade monocultura que menos acrescenta valor a uma economia e portanto menos vai contribuir para o aumento da produtividade (e os licenciados lá vão emigrando pois não pagam rendas a trabalhar na hotelaria nem nos call centers).
Mas a associação dos hoteleiros aprova isso tudo! E o Arnaut já se ri de contente (o que vale é que não vai haver aeroporto nenhum em Alcochete, vai uma aposta? Daqui por um ano já lá estão outros que vão revogar isso tudo…a não ser que as luvas já estejam encaminhadas também para esses…
Em vez de descentralizar o País, promover a economia regional, requalificar os empresários e as indústrias de ponta e reaver emigrantes bons , apostamos no circo de transformar Lisboa em Veneza com emigrantes para explorar…felicidades para vocês todos…vão ver o mar de problemas onde vão estar em cinco anos (gentrificação em espiral, sem professores, bombeiros, enfermeiros, médicos e polícias…só com promotores imobiliários, empregados de mesa, trolhas e concierges)
Somos mesmo burros!