Os números que a DGS precisa de mostar

9 comments
  1. **“E, pasme-se, na quarta-feira, dos 20 doentes em UCI, só 11 entraram com diagnóstico principal de covid-19.”**

    Ou seja, mais de metade dos casos tinham de facto diagnóstico principal como sendo covid e a jornalista diz “pasme-se”?

    E quem parte uma perna e testa positivo à covid não tem então covid? Vamos ignorar esses números só porque o diagnóstico principal não é covid e vamos por esses pacientes a infetar outros?

  2. >É que se os dados não existem, as decisões são tomadas com base em quê?

    Esta é fácil de responder. As decisões são tomadas com base no que se esperar ser mais popular entre o povo, em particular a base eleitoral do PS.

  3. >Então e quando estas pessoas morrem, onde fica registado o óbito? Nos mortos por covid? João Araújo Correia, director do Serviço de Medicina Interna do Centro Hospitalar e Universitário do Porto, disse ao PÚBLICO, sobre os doentes internados na sua unidade hospitalar: “Alguns morrem das suas doenças, não de covid, mas vão contar para a estatística como ‘covids’.” Cabe à DGS esclarecer.

    >Aguardamos há meses o relatório de mortalidade de 2020. No Instituto Nacional de Estatística, os últimos dados sobre causas de morte referem-se a 2019. Precisamos de saber: de que morreram os portugueses em 2020 e em 2021? E os que estão registados como “mortos covid” morreram de facto por causa da doença? Alguma vez essa distinção vai ser feita? Alguma vez o saberemos?

    Parecem-me questões válidas, não estarão os números de mortos inflacionados pela alta propagação mesmo que os óbitos sejam por outras causas? Segundo o Director do Centro Hospitalar do Porto parece que sim e esse esclarecimento/rectificação seria bom até para os decisores políticos e para a população não entrar pânico.

  4. Interessante este post levar tanto downvote. Não importa saber a verdade, questionar o que quer que seja, nada. Importa apenas continuar a ter medo e a acreditar naqueles em quem ninguém acreditava há dois anos atrás: os governos (que escolhem os ditos especialistas cuja opinião conta e ignoram os que têm opinião contrária) e as grandes farmacêuticas.

  5. >
    “(…) (quarta-feira, dos 20 doentes em UCI, só 11 entraram com diagnóstico principal de covid-19. Portanto, ao boletim da DGS, só aqui, retiraríamos nove doentes. E esta realidade vai-se multiplicando pelo país fora, andando os jornalistas à procura dos casos, dos relatos e dos dados que não chegam devidamente tratados por quem os deveria tratar e explicar.”

    E vocês muito tristes com isso, não é?

    Vocês jornalistas nem gostam nada de lançar o pânico e puxar pelo sensacionalismo…

Leave a Reply