Lisboa e Porto levam dois terços do principal programa do PRR para a habitação

by theUser6868

8 comments
  1. Depois ainda dizem que o interior não tem pessoas nem serviços nem instituições…

    Pois…pudera.

  2. As duas maiores cidades do país, que também são as mais congestionadas, têm o maior apoio à habitação.

    *Surprised pikachu face*

  3. AML e AML têm cerca de 4.5 milhões de habitantes, menos de metade da população portuguesa.

    Mas sinceramente, este nem é o pior caso. É nestas zonas que mais há pressão demográfica. Há casos como o PROtransP, de subsídio aos transportes públicos, em que 85% do valor vai para estas áreas metropolitanas. E nem é só o interior a ser prejudicado. Cidades como Aveiro, Coimbra, Braga, Leiria e muitas outras de média dimensão na nossa faixa litoral acabam gravemente prejudicadas.

  4. E ainda pretendem construir mais um aeroporto perto de Lisboa com um custo superior a 10 bilhões de euros, para continuar a receber mais dinheiro da União Europeia.

  5. Há pessoal que se pudesse largava uma bomba atómica em Lisboa e fazia da aldeia dele capital.

  6. Portugal é um país pequeníssimo, faz realmente assim tanto sentido deixar tudo separado e descentralizado? Cidades coesas e densas são mais eficientes. Transportes públicos vão sempre funcionar melhor se a área for menor.

    Porque é que uma multinacional haveria de querer ir para uma cidade com uma população de 500 mil e menos profissionais qualificados se pode ir para uma com 3 ou 4 milhões?

    Qualquer cidade europeia relevante tem mais ou essa população. A nível mundial ainda mais. Porque é que Portugal haveria de ser diferente?

  7. Lógico que os fundos para combater a crise habitacional vão para as áreas que têm mais falta de habitação.

    No interior há dezenas de aldeias ao abandono, ai o que falta são empregos e serviços, não é habitação.

Leave a Reply