> Tráfico de pessoas, auxílio à imigração ilegal, crimes de ódio e violência entre grupos são os principais indicadores apontados pelo Relatório Anual de Segurança Interna (RASI)
Realces:
Violência doméstica
> Este fenómeno regista uma ligeira descida de 0,1 por cento mas continua a apresentar índices de participação muito elevados. O crime de violência doméstica contra cônjuge ou análogo é aquele que observa o maior número de registos entre toda a criminalidade participada”
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Aumento de criminalidade grupal
> a criminalidade grupal, definida como o cometimento de crime por três ou mais suspeitos, aumentou 14,6 por cento em 2023, registando um total de 6.756 ocorrências, o valor mais elevado desde 2014.
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Aumento delinquência juvenil
> a delinquência juvenil, que compreende crimes praticados por jovens entre os 12 e os 16 anos, registou um aumento de 8,7 por cento, num total de 1.833, número mais alto desde 2017. Os suspeitos, refere o RASI, são jovens com idades compreendidas entre os 15 e 25 anos de idade, sendo um fenómeno que tem tido uma considerável expressão na Área Metropolitana de Lisboa.
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Aumento tráfico de droga
> O RASI de 2023 revela haver um aumento de 19,4 por cento dos crimes ligados ao tráfico e consumo de estupefacientes, face ao ano anterior. O documento dá igualmente conta de um “aumento substancial” da atividade criminosa de tráfico de droga, bem como das quantidades apreendidas.
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Aumento das investigações ao tráfico humano
> Os inquéritos relacionados com crimes de tráfico de pessoas e auxílio à imigração ilegal aumentaram exponencialmente no ano passado, com acréscimos em termos percentuais superiores a 150 por cento e de quase 300 por cento, respetivamente, indica o Relatório Anual de Segurança Interna.
Com a conversa de que somos um país seguro vamo-nos desleixando e agora, obviamente, a criminalidade aumenta e uma vez aumentando será difícil ou talvez perto de impossível diminuí-la. Tudo isto era mais do que previsível mas encolher os ombros é sempre a opção mais fácil.
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> Tráfico de pessoas, auxílio à imigração ilegal, crimes de ódio e violência entre grupos são os principais indicadores apontados pelo Relatório Anual de Segurança Interna (RASI)
Realces:
Violência doméstica
> Este fenómeno regista uma ligeira descida de 0,1 por cento mas continua a apresentar índices de participação muito elevados. O crime de violência doméstica contra cônjuge ou análogo é aquele que observa o maior número de registos entre toda a criminalidade participada”
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Aumento de criminalidade grupal
> a criminalidade grupal, definida como o cometimento de crime por três ou mais suspeitos, aumentou 14,6 por cento em 2023, registando um total de 6.756 ocorrências, o valor mais elevado desde 2014.
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Aumento delinquência juvenil
> a delinquência juvenil, que compreende crimes praticados por jovens entre os 12 e os 16 anos, registou um aumento de 8,7 por cento, num total de 1.833, número mais alto desde 2017. Os suspeitos, refere o RASI, são jovens com idades compreendidas entre os 15 e 25 anos de idade, sendo um fenómeno que tem tido uma considerável expressão na Área Metropolitana de Lisboa.
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Aumento tráfico de droga
> O RASI de 2023 revela haver um aumento de 19,4 por cento dos crimes ligados ao tráfico e consumo de estupefacientes, face ao ano anterior. O documento dá igualmente conta de um “aumento substancial” da atividade criminosa de tráfico de droga, bem como das quantidades apreendidas.
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Aumento das investigações ao tráfico humano
> Os inquéritos relacionados com crimes de tráfico de pessoas e auxílio à imigração ilegal aumentaram exponencialmente no ano passado, com acréscimos em termos percentuais superiores a 150 por cento e de quase 300 por cento, respetivamente, indica o Relatório Anual de Segurança Interna.
Com a conversa de que somos um país seguro vamo-nos desleixando e agora, obviamente, a criminalidade aumenta e uma vez aumentando será difícil ou talvez perto de impossível diminuí-la. Tudo isto era mais do que previsível mas encolher os ombros é sempre a opção mais fácil.