Ele tem razão….as pessoas malucas é que devem ser tratadas como malucas.
Há é uma sobreposição jeitosa entre os dois grupos.
Sim, ignorância, fanatismo e maluquice são coisas diferentes. Há imensas pessoas que pura e simplesmente foram criadas de um modo muito anti-ciência.
De qualquer das formas, vale a pena dizer que no último ano “a ciência” tem feito um péssimo trabalho de relações públicas. Com a loucura da pandemia e a sede de protagonismo, temos vindo a ser bombardeados com toneladas de informação e estudos de fontes cientificas que deixam muito a desejar e frequentemente se revelam erradas. Estudos que mais tarde são desmentidos. Previsões que não se concretizam. Declarações contraditórias. Para alguém que já cultiva um certo ceticismo face à ciência, isto só vem piorar a situação, pois dá-lhes munição. O rigor cientifico parece que foi temporariamente suspenso.
Também não nos esqueçamos do outro lado da moeda, que são aqueles que acreditam em tudo que vem de uma fonte cientifica. Não têm opinião, não têm espírito crítico. Limitam-se a ser máquinas ambulantes de citações cientificas. Nem sei que tipo de conversa muitos de vocês conseguiriam ter sem terem acesso imediato à internet. A ciência é importante, mas não deixa de ser conhecimento humano, e como tal sujeita a falhas. Ciência não representa qualquer tipo de verdade universal.
E aqui chegamos à verdadeira razão pela qual é tão fácil duvidar da ciência: Se eu acreditar na existência de algo que vai para além do entendimento humano, a ciência não significa grande coisa para mim, já que posso sempre argumentar que não há provas nenhumas de que a nossa percepção do real é verdade. Se deus existe, a ciência não sabe. Se estamos numa simulação e é tudo mentira, a ciência também não sabe. Se acreditamos que somos apenas peões no plano de um ser superior, a ciência não sabe. Ciência são apenas homens a estudar e concluir coisas. Quem acredita no divino não valoriza assim tanto o conhecimento humano.
Devem ser tratadas como ignorantes.
Gosto de dizer a negacionistas para construírem uma ponte ou um prédio
Algumas pessoas que “acreditam na ciencia” fazem no tb fazem do angulo socio-moral, e nao porque entendem o que / como foi pesquisado e as conclusoes que foram tiradas. Adicionalmente “the science is settled” e’ das merdas mais anti-cientificas que se podem dizer.
Eu sou um crente na ciência mas acho que toda esta conversa sobre acreditar ou não na ciência é muito mal discutida. A maioria das pessoas com quem eu falo e não tomaram a vacina não acham que a Pfizer as vai matar ou que tem lá um microchip acham que não houve tempo suficiente para fazer os estudos necessários para eles se sentiram confortáveis com a vacina. Concorde-se ou não é um argumento bastante razoável e que já testei com bastantes médicos que apesar de acharem que é pouco provável haver long term side effects escondidos admitem que foi um processo bastante fora do comum onde pode haver erros. A própria Pfizer antes de aceitar comercializar a vacina exigiu imunidade sobre ponteciais side effects de longo prazo. Eu não acho que isto seja não acreditar na ciência.
Acho piada que nestes últimos dois anos tenham aparecido tantos “especialistas” a duvidar da “ciência”.
Há médicos, enfermeiros, juízes, mecânicos, trolhas, padeiros, banqueiros, donas de casa, desocupados e desempregados, reformados de várias áreas profissionais e muitos outros especialistas a vomitar opiniões sobre este vírus, as suas causas, a sua origem, a sua veracidade e sobre a única arma até agora capaz de o combater.
De uma forma simples, e para simplificar a questão, todos estes “especialistas” só cá estão para debitar a sua opinião graças ao SNS e às dezenas de vacinas que tomaram durante a sua vida, contra um punhado de doenças que matavam, estropiavam e arruinavam dezenas de milhares de vidas só em Portugal.
Por isto, e apenas por isto, lamento. Quem é contra e não “acredita na ciência” pode, deve e tem que ser tratada como maluca, ignorante, estúpida, ingrata e mais: se tem menores ou outros a seu cargo, incapaz.
E para terminar, não deixa de ser curioso que apesar de não “acreditarem na ciência” não tenham a mesma coerência e usem todos os seus frutos para se deslocar, trabalhar, relaxar e espalhar a sua ignorância…
Porque estes “iluminados” não têm o mais pequeno problema em se meterem dentro de um cilindro de alumínio que consome restos de dinossauros para voar de Portugal até ao destino de férias e publicar as fotos retocadas nas redes sociais e em usufruírem de todos os confortos e vantagens da mesma ciência que desdenham. Tudo isto a troco de uns “likes”.
A boa ciência constrói-se com muitos resultados que evidênciam a mesma coisa e sobretudo, quando há liberdade para questionar essas teses.
Dizer que se acredita na ciência é uma boa forma de evidenciar ignorância, quase como um certo fanatismo.
Mais especificamente, os meios de comunicação social, conseguiram com sucesso, instalar na cabeça de quase toda a gente, a ideia de que ser cético, é ser como aquelas coisas “negacionistas do 5G”.
Por isso, qualquer abordagem no sentido de questionar e apresentar evidência sobre o estado das coisas, recebe frequentemente uma reação visceral intensa, por parte da população anteriormente recetiva a pensar.
A própria frase de “eu acredito na ciência” já é uma espécie de culto anti-culto e fanatismo. Pois a ciência não se acredita. Duvida-se, discute-se e critica-se. A ciência não deveria ser autoridade na ser tratada como uma religião dogmática. Chamam a fé católica de “superstição” e depois acreditam numa coisa que 10 anos depois afinal estava errada. Ou seja, não acreditam em nada nem em ciência nenhuma, pois a “ciência” do século XX é diferente da do século XXI e vai ser diferente da do século XXII. Querem um exemplo? Não foi o nosso queridinho amigo Egas Moniz que inventou a lobotomia? Quem é que tem coragem de fazer uma lobotomia hoje em dia?
É muito importante criticar TUDO, não só as vacinas, mas também outros medicamentos, comida industrializada, químicos nos plásticos, etc. As vacinas do Covid, eu entendo que há gente que não queira tomar pois foi feito muito rápido, foi uma coisa sem precedentes e têm medo de tomar efeitos secundários (mais as notícias de que haviam 20 desmaios num hospital depois te tomarem a vacina da Johnson, ou que antes proibiram os idosos de tomar a pfizer e depois já era permitido, Patati, Patatá… então quer dizer, se eu questionar as vacinas serei comparado á senhora do grafeno, mas não há nada de errado em tomar uma vacina que aparece na TV que foi proibida de tomar dias atrás e posso tomar sem preocupações certo? Oláá, eu tou a viver nos Açores, mas não sou burro como uma vaca, pelo amor de Deus. Mooo).
Querem exemplos de medicamentos (comprimidos) que antes eram “seguros” e depois vieram a descobrir que era calote? O medicamento Voxx era usado para tratar das artrites, mas depois veio-se a descobrir que aumentava ataques cardíacos, AVCs e afins. Após muita luta com o lobby da indústria farmacêutica, lá conseguiram proibir essa droga de vez.
Outra coisa a questionar é a comida dos supermercados e os aditivos que elas têm. E também os químicos que as nossas casas têm. Vi ainda á dias uma cientista norte americana que estava muito preocupada porque nos últimos 50 anos, o nível de testosterona nos homens tem vindo a baixar até 50% em linha reta. Este problema é muito importante pois afeta sobretudo a fertilidade humana que dependemos para continuar a nossa espécie e sobrevivência com medo que os níveis caiam mais 50% (até porque os que não querem ter filhos, pelo menos devem querer ter hospitais e uma reforma). Após anos de estudo, concluiu que aparte do nosso estilo de vida sedentário, existem químicos nos plásticos que afetam as hormonas masculinas e femininas, e que quando a mãe toma durante a gravidez, o filho dela não consegue se formar sexualmente de forma completa e os seus genitais nunca vai amadurecer como deveriam e que até distância do pinto e do cú fica mais curta (ou seja, o filho fica sexualmente pouco desenvolvido e mais provável a ser estéril). E isto é um problema, pois até as bombas que tiram o leite das vacas têm este tipo de plásticos.
TLDR: é preciso duvidar das vacinas sim senhor nada contra, mas é preciso duvidar de TUDO!! Porque a ciência não é religião, e quem acredita que é, se vivesse á 60 anos atrás, era logo o primeiro burro a querer fazer uma lobotomia no filho só porque sim.
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Ele tem razão….as pessoas malucas é que devem ser tratadas como malucas.
Há é uma sobreposição jeitosa entre os dois grupos.
Sim, ignorância, fanatismo e maluquice são coisas diferentes. Há imensas pessoas que pura e simplesmente foram criadas de um modo muito anti-ciência.
De qualquer das formas, vale a pena dizer que no último ano “a ciência” tem feito um péssimo trabalho de relações públicas. Com a loucura da pandemia e a sede de protagonismo, temos vindo a ser bombardeados com toneladas de informação e estudos de fontes cientificas que deixam muito a desejar e frequentemente se revelam erradas. Estudos que mais tarde são desmentidos. Previsões que não se concretizam. Declarações contraditórias. Para alguém que já cultiva um certo ceticismo face à ciência, isto só vem piorar a situação, pois dá-lhes munição. O rigor cientifico parece que foi temporariamente suspenso.
Também não nos esqueçamos do outro lado da moeda, que são aqueles que acreditam em tudo que vem de uma fonte cientifica. Não têm opinião, não têm espírito crítico. Limitam-se a ser máquinas ambulantes de citações cientificas. Nem sei que tipo de conversa muitos de vocês conseguiriam ter sem terem acesso imediato à internet. A ciência é importante, mas não deixa de ser conhecimento humano, e como tal sujeita a falhas. Ciência não representa qualquer tipo de verdade universal.
E aqui chegamos à verdadeira razão pela qual é tão fácil duvidar da ciência: Se eu acreditar na existência de algo que vai para além do entendimento humano, a ciência não significa grande coisa para mim, já que posso sempre argumentar que não há provas nenhumas de que a nossa percepção do real é verdade. Se deus existe, a ciência não sabe. Se estamos numa simulação e é tudo mentira, a ciência também não sabe. Se acreditamos que somos apenas peões no plano de um ser superior, a ciência não sabe. Ciência são apenas homens a estudar e concluir coisas. Quem acredita no divino não valoriza assim tanto o conhecimento humano.
Devem ser tratadas como ignorantes.
Gosto de dizer a negacionistas para construírem uma ponte ou um prédio
Algumas pessoas que “acreditam na ciencia” fazem no tb fazem do angulo socio-moral, e nao porque entendem o que / como foi pesquisado e as conclusoes que foram tiradas. Adicionalmente “the science is settled” e’ das merdas mais anti-cientificas que se podem dizer.
Eu sou um crente na ciência mas acho que toda esta conversa sobre acreditar ou não na ciência é muito mal discutida. A maioria das pessoas com quem eu falo e não tomaram a vacina não acham que a Pfizer as vai matar ou que tem lá um microchip acham que não houve tempo suficiente para fazer os estudos necessários para eles se sentiram confortáveis com a vacina. Concorde-se ou não é um argumento bastante razoável e que já testei com bastantes médicos que apesar de acharem que é pouco provável haver long term side effects escondidos admitem que foi um processo bastante fora do comum onde pode haver erros. A própria Pfizer antes de aceitar comercializar a vacina exigiu imunidade sobre ponteciais side effects de longo prazo. Eu não acho que isto seja não acreditar na ciência.
Acho piada que nestes últimos dois anos tenham aparecido tantos “especialistas” a duvidar da “ciência”.
Há médicos, enfermeiros, juízes, mecânicos, trolhas, padeiros, banqueiros, donas de casa, desocupados e desempregados, reformados de várias áreas profissionais e muitos outros especialistas a vomitar opiniões sobre este vírus, as suas causas, a sua origem, a sua veracidade e sobre a única arma até agora capaz de o combater.
De uma forma simples, e para simplificar a questão, todos estes “especialistas” só cá estão para debitar a sua opinião graças ao SNS e às dezenas de vacinas que tomaram durante a sua vida, contra um punhado de doenças que matavam, estropiavam e arruinavam dezenas de milhares de vidas só em Portugal.
Por isto, e apenas por isto, lamento. Quem é contra e não “acredita na ciência” pode, deve e tem que ser tratada como maluca, ignorante, estúpida, ingrata e mais: se tem menores ou outros a seu cargo, incapaz.
E para terminar, não deixa de ser curioso que apesar de não “acreditarem na ciência” não tenham a mesma coerência e usem todos os seus frutos para se deslocar, trabalhar, relaxar e espalhar a sua ignorância…
Porque estes “iluminados” não têm o mais pequeno problema em se meterem dentro de um cilindro de alumínio que consome restos de dinossauros para voar de Portugal até ao destino de férias e publicar as fotos retocadas nas redes sociais e em usufruírem de todos os confortos e vantagens da mesma ciência que desdenham. Tudo isto a troco de uns “likes”.
A boa ciência constrói-se com muitos resultados que evidênciam a mesma coisa e sobretudo, quando há liberdade para questionar essas teses.
Dizer que se acredita na ciência é uma boa forma de evidenciar ignorância, quase como um certo fanatismo.
Mais especificamente, os meios de comunicação social, conseguiram com sucesso, instalar na cabeça de quase toda a gente, a ideia de que ser cético, é ser como aquelas coisas “negacionistas do 5G”.
Por isso, qualquer abordagem no sentido de questionar e apresentar evidência sobre o estado das coisas, recebe frequentemente uma reação visceral intensa, por parte da população anteriormente recetiva a pensar.
A própria frase de “eu acredito na ciência” já é uma espécie de culto anti-culto e fanatismo. Pois a ciência não se acredita. Duvida-se, discute-se e critica-se. A ciência não deveria ser autoridade na ser tratada como uma religião dogmática. Chamam a fé católica de “superstição” e depois acreditam numa coisa que 10 anos depois afinal estava errada. Ou seja, não acreditam em nada nem em ciência nenhuma, pois a “ciência” do século XX é diferente da do século XXI e vai ser diferente da do século XXII. Querem um exemplo? Não foi o nosso queridinho amigo Egas Moniz que inventou a lobotomia? Quem é que tem coragem de fazer uma lobotomia hoje em dia?
É muito importante criticar TUDO, não só as vacinas, mas também outros medicamentos, comida industrializada, químicos nos plásticos, etc. As vacinas do Covid, eu entendo que há gente que não queira tomar pois foi feito muito rápido, foi uma coisa sem precedentes e têm medo de tomar efeitos secundários (mais as notícias de que haviam 20 desmaios num hospital depois te tomarem a vacina da Johnson, ou que antes proibiram os idosos de tomar a pfizer e depois já era permitido, Patati, Patatá… então quer dizer, se eu questionar as vacinas serei comparado á senhora do grafeno, mas não há nada de errado em tomar uma vacina que aparece na TV que foi proibida de tomar dias atrás e posso tomar sem preocupações certo? Oláá, eu tou a viver nos Açores, mas não sou burro como uma vaca, pelo amor de Deus. Mooo).
Querem exemplos de medicamentos (comprimidos) que antes eram “seguros” e depois vieram a descobrir que era calote? O medicamento Voxx era usado para tratar das artrites, mas depois veio-se a descobrir que aumentava ataques cardíacos, AVCs e afins. Após muita luta com o lobby da indústria farmacêutica, lá conseguiram proibir essa droga de vez.
Outra coisa a questionar é a comida dos supermercados e os aditivos que elas têm. E também os químicos que as nossas casas têm. Vi ainda á dias uma cientista norte americana que estava muito preocupada porque nos últimos 50 anos, o nível de testosterona nos homens tem vindo a baixar até 50% em linha reta. Este problema é muito importante pois afeta sobretudo a fertilidade humana que dependemos para continuar a nossa espécie e sobrevivência com medo que os níveis caiam mais 50% (até porque os que não querem ter filhos, pelo menos devem querer ter hospitais e uma reforma). Após anos de estudo, concluiu que aparte do nosso estilo de vida sedentário, existem químicos nos plásticos que afetam as hormonas masculinas e femininas, e que quando a mãe toma durante a gravidez, o filho dela não consegue se formar sexualmente de forma completa e os seus genitais nunca vai amadurecer como deveriam e que até distância do pinto e do cú fica mais curta (ou seja, o filho fica sexualmente pouco desenvolvido e mais provável a ser estéril). E isto é um problema, pois até as bombas que tiram o leite das vacas têm este tipo de plásticos.
TLDR: é preciso duvidar das vacinas sim senhor nada contra, mas é preciso duvidar de TUDO!! Porque a ciência não é religião, e quem acredita que é, se vivesse á 60 anos atrás, era logo o primeiro burro a querer fazer uma lobotomia no filho só porque sim.