Miguel José Ribeiro Cadilhe (Barcelos, 10 de Novembro de 1944) é um político e economista português, ministro dos IX e X governos liderados por Cavaco Silva.
> Sem esperar unanimidades, julgo poder concluir que o **esforço fiscal é excessivo em Portugal**. Este esforço excessivo é uma das **principais causas (outras há) do nosso decepcionante crescimento no século XXI**.
> Portugal precisa de cortar e reconverter muitos dos benefícios fiscais, cuja despesa
fiscal ascende a uns 13 mil milhões de euros em 202011.
Convem dizer que as linhas 2.1 e 2.2 são **descartadas pelo autor por serem inapropriadas**. Podes ainda partilhar o gráfico que compara com a [Alemanha](https://imgur.com/a/WepEXhJ), ou só interessa partilhar gráficos com linhas aparentemente descendentes?
Provavelmente o /u/Tafinho não leu bem o estudo e não percebeu as conclusões. Por isso partilhou a pensar que ia ser uma defesa da teoria que diz que o Esforço Fiscal não é excessivo.
Provavelmente esta thread acabará apagada pelo próprio por perceber que meteu a pata na poça.
Por último, /u/Tafinho:
#És liberal e não sabes?
Isto hoje está forte
Outra vez tafinho? Pára* de ver as sondagens e vai beber um chá.
“Portugal precisa de mais efectividade contra incumprimentos, incluindo contra
operações e planeamentos de predominante motivação fiscal. Precisa de o fazer, se
possível, num quadro de alguma harmonização europeia. Parece ainda haver muito
terreno a desbravar no que toca a grandes evasões fiscais, fraudes fiscais, planeamentos
fiscais agressivos, cobrança de dívidas fiscais vencidas, etc.10
Portugal precisa de cortar e reconverter muitos dos benefícios fiscais, cuja despesa
fiscal ascende a uns 13 mil milhões de euros em 202011.
E precisa de algumas políticas de recomposição da CF por diversas ordens de razões,
como demografia e natalidade, coesão do território e interior, atenuação de
desigualdades, fomento da poupança, defesa do ambiente, estrutura fiscal.
Em justa proporção à capacidade tributária de cada um, o caminho não é pôr a pagar
mais quem já muito paga, mas sim quem incumpre ou muito se favorece e beneficia.
Portugal precisa de políticas de redução do EF e da CF dos contribuintes efectivos
e cumpridores. Essa redução pode e deve ser conjugada com um alargamento das bases
tributárias existentes e uma descida das taxas de imposto. E precisa de instituir, em
cooperação internacional de que aliás vimos tendo promissores sinais em 2021, novas
bases de incidência tributária que acomodem novíssimas formas de economia e de
moeda.
”
– Mais fiscalidade. Reter capital que foge aos impostos
-“num quadro de harmonização Europeia” Fim dos paraísos fiscais? Alô Livre.
-Redução da carga fiscal (CF). Boa. Desdobramento de IRS, baixar taxas de IRS, baixar IRC, flat tax? Pois não diz ao certo o que fazer. Tanto pode apoiar a IL como o BE.
– “Incidência tributária que acomodem novíssimas forma de economia”. Imposto Netflix?
Ui, não se encaixa no programa de nenhum partido e não sabias.
Praticamente todos os partidos apresentam redução de impostos. Uns de uma maneira outros de outra. Muitos apresentam outras tribulações a serem feitas. Não faz sentido colar esta análise a um partido ou ideologia.
O PS está desesperado. É bom sinal.
Este Tafinho ou é muito burro ou tem um tacho de todo o tamanho no PS.
Mete lá ai o grafico a comparar com outros países, se calhar já não parece tao bonito
Esta merda destes posts que tiram métricas do cu para mostrar que a nossa carga fiscal afinal é baixa são ridículos…
É com estarmos numa sala, todos cheios de calor. Mas a suar a sério. Já há malta a desmaiar. Eis que chega o u/tafinho e diz “Mas malta, o termómetro diz que estão 5graus…”.
O que me interessa o termómetro se eu estou cheio de calor?
Basta ver o histórico do OP para verificarmos que é um ávido defensor da maioria (ainda) existente no parlamento.
10 comments
[Fonte](http://www.ipp-jcs.org/wp-content/uploads/2021/07/Policy-Paper-17-Esforço-Fiscal-excessivo-em-Portugal-Final1-1.pdf), onde podem ser consultadas as várias fórmulas usadas e as considerações sobre as mesmas.
Sobre o autor:
Miguel José Ribeiro Cadilhe (Barcelos, 10 de Novembro de 1944) é um político e economista português, ministro dos IX e X governos liderados por Cavaco Silva.
A máquina hoje está imparável!
Uma das conclusões do [Estudo](http://www.ipp-jcs.org/wp-content/uploads/2021/07/Policy-Paper-17-Esfor%C3%A7o-Fiscal-excessivo-em-Portugal-Final1-1.pdf):
> Sem esperar unanimidades, julgo poder concluir que o **esforço fiscal é excessivo em Portugal**. Este esforço excessivo é uma das **principais causas (outras há) do nosso decepcionante crescimento no século XXI**.
> Portugal precisa de cortar e reconverter muitos dos benefícios fiscais, cuja despesa
fiscal ascende a uns 13 mil milhões de euros em 202011.
Convem dizer que as linhas 2.1 e 2.2 são **descartadas pelo autor por serem inapropriadas**. Podes ainda partilhar o gráfico que compara com a [Alemanha](https://imgur.com/a/WepEXhJ), ou só interessa partilhar gráficos com linhas aparentemente descendentes?
Provavelmente o /u/Tafinho não leu bem o estudo e não percebeu as conclusões. Por isso partilhou a pensar que ia ser uma defesa da teoria que diz que o Esforço Fiscal não é excessivo.
Provavelmente esta thread acabará apagada pelo próprio por perceber que meteu a pata na poça.
Por último, /u/Tafinho:
#És liberal e não sabes?
Isto hoje está forte
Outra vez tafinho? Pára* de ver as sondagens e vai beber um chá.
“Portugal precisa de mais efectividade contra incumprimentos, incluindo contra
operações e planeamentos de predominante motivação fiscal. Precisa de o fazer, se
possível, num quadro de alguma harmonização europeia. Parece ainda haver muito
terreno a desbravar no que toca a grandes evasões fiscais, fraudes fiscais, planeamentos
fiscais agressivos, cobrança de dívidas fiscais vencidas, etc.10
Portugal precisa de cortar e reconverter muitos dos benefícios fiscais, cuja despesa
fiscal ascende a uns 13 mil milhões de euros em 202011.
E precisa de algumas políticas de recomposição da CF por diversas ordens de razões,
como demografia e natalidade, coesão do território e interior, atenuação de
desigualdades, fomento da poupança, defesa do ambiente, estrutura fiscal.
Em justa proporção à capacidade tributária de cada um, o caminho não é pôr a pagar
mais quem já muito paga, mas sim quem incumpre ou muito se favorece e beneficia.
Portugal precisa de políticas de redução do EF e da CF dos contribuintes efectivos
e cumpridores. Essa redução pode e deve ser conjugada com um alargamento das bases
tributárias existentes e uma descida das taxas de imposto. E precisa de instituir, em
cooperação internacional de que aliás vimos tendo promissores sinais em 2021, novas
bases de incidência tributária que acomodem novíssimas formas de economia e de
moeda.
”
– Mais fiscalidade. Reter capital que foge aos impostos
-“num quadro de harmonização Europeia” Fim dos paraísos fiscais? Alô Livre.
-Redução da carga fiscal (CF). Boa. Desdobramento de IRS, baixar taxas de IRS, baixar IRC, flat tax? Pois não diz ao certo o que fazer. Tanto pode apoiar a IL como o BE.
– “Incidência tributária que acomodem novíssimas forma de economia”. Imposto Netflix?
Ui, não se encaixa no programa de nenhum partido e não sabias.
Praticamente todos os partidos apresentam redução de impostos. Uns de uma maneira outros de outra. Muitos apresentam outras tribulações a serem feitas. Não faz sentido colar esta análise a um partido ou ideologia.
O PS está desesperado. É bom sinal.
Este Tafinho ou é muito burro ou tem um tacho de todo o tamanho no PS.
Mete lá ai o grafico a comparar com outros países, se calhar já não parece tao bonito
Esta merda destes posts que tiram métricas do cu para mostrar que a nossa carga fiscal afinal é baixa são ridículos…
É com estarmos numa sala, todos cheios de calor. Mas a suar a sério. Já há malta a desmaiar. Eis que chega o u/tafinho e diz “Mas malta, o termómetro diz que estão 5graus…”.
O que me interessa o termómetro se eu estou cheio de calor?
Basta ver o histórico do OP para verificarmos que é um ávido defensor da maioria (ainda) existente no parlamento.