Bem, pelo menos mostra logo de início que nem vale a pena continuar a ler.
outra vez arroz?
Qual discurso colonial?
>“O colonialismo é a base do patriarcado, do racismo e de uma forma heteronormativa de entender o mundo”
Sim. Por isso é que antigamente fora da Europa as mulheres e os LGBT eram livres e não eram nada descriminados.
O que é que igualdade de género e sexual tem a ver com o colonialismo? Isto é só uma tentativa forçada de usar _buzzwords_
Olivença é nossa!
Fodasse, que cancro literário… a lógica desta senhora é, segundo o artigo, que “o processo de colonização portuguesa só foi possível devido à casa patriarcal e a subjugação das mulheres” e de que ” pretende desconstruir pela paródia (…) a visão do colonialismo português como menos violento que outros”, algo que me faz pensar se fui o único a ter estudado confrontos como as reconquistas ou a Batalha de Diu na escola?
Em momento nenhum deixa de ser verdade que Portugal foi menos violento que outros países no processo de colonização, principalmente por não ter capacidade em números para combater diretamente os seus opositores, este é o principal motivo pelo qual Portugal adorava colonizar ilhas, pois eram mais fáceis de defender, e se fosse possível travar acordos com os locais, era o ideal. Em relação ao racismo, nós usamos escravatura, principalmente durante a expansão do Brasil, mas não fomos nós que escravizamos africanos, eles já eram vendidos como escravos pelos seus próprios conterrâneos, e muito da nossa expansão passou por um aproveitamento do tribalismo que existiu tanto em África como na América do Sul, no qual proviamos recursos à facção que nos fizesse o melhor acordo e depois, eles faziam nos concessão de terrenos conquistados por eles mesmos. Tal estratégia é mais tarde usada pelo país onde a autora referenciada na notícia atualmente reside para espalhar um certo conflito conhecido atualmente como “Guerra Fria”.
Mas colonialismo é mesmo o calcanhar de Aquiles dos portugueses, não? Toca-se no assunto e já ficam em polvorosa.
Qual é a dívida que os países europeus têm para com os países colonizados? É quantificável? Como pode ficar saldada essa dívida? Se alguém me conseguir responder, agradecia, gostava de arrumar já o assunto e pagar o que devo pelos benefícios que os meus antecessores nas terras remotas no meio da serra tiveram com a existência de colónias.
Quando é que pedimos reembolsos e compensações a Roma? Malditos colonizadores.
#151AC.NEVER.FORGET
A malta não se devia esquecer que a natureza humana é tendencialmente ruim, independente de onde se nasce…
10 comments
“O colonialismo é a base do patriarcado”
Bem, pelo menos mostra logo de início que nem vale a pena continuar a ler.
outra vez arroz?
Qual discurso colonial?
>“O colonialismo é a base do patriarcado, do racismo e de uma forma heteronormativa de entender o mundo”
Sim. Por isso é que antigamente fora da Europa as mulheres e os LGBT eram livres e não eram nada descriminados.
O que é que igualdade de género e sexual tem a ver com o colonialismo? Isto é só uma tentativa forçada de usar _buzzwords_
Olivença é nossa!
Fodasse, que cancro literário… a lógica desta senhora é, segundo o artigo, que “o processo de colonização portuguesa só foi possível devido à casa patriarcal e a subjugação das mulheres” e de que ” pretende desconstruir pela paródia (…) a visão do colonialismo português como menos violento que outros”, algo que me faz pensar se fui o único a ter estudado confrontos como as reconquistas ou a Batalha de Diu na escola?
Em momento nenhum deixa de ser verdade que Portugal foi menos violento que outros países no processo de colonização, principalmente por não ter capacidade em números para combater diretamente os seus opositores, este é o principal motivo pelo qual Portugal adorava colonizar ilhas, pois eram mais fáceis de defender, e se fosse possível travar acordos com os locais, era o ideal. Em relação ao racismo, nós usamos escravatura, principalmente durante a expansão do Brasil, mas não fomos nós que escravizamos africanos, eles já eram vendidos como escravos pelos seus próprios conterrâneos, e muito da nossa expansão passou por um aproveitamento do tribalismo que existiu tanto em África como na América do Sul, no qual proviamos recursos à facção que nos fizesse o melhor acordo e depois, eles faziam nos concessão de terrenos conquistados por eles mesmos. Tal estratégia é mais tarde usada pelo país onde a autora referenciada na notícia atualmente reside para espalhar um certo conflito conhecido atualmente como “Guerra Fria”.
Mas colonialismo é mesmo o calcanhar de Aquiles dos portugueses, não? Toca-se no assunto e já ficam em polvorosa.
Qual é a dívida que os países europeus têm para com os países colonizados? É quantificável? Como pode ficar saldada essa dívida? Se alguém me conseguir responder, agradecia, gostava de arrumar já o assunto e pagar o que devo pelos benefícios que os meus antecessores nas terras remotas no meio da serra tiveram com a existência de colónias.
Quando é que pedimos reembolsos e compensações a Roma? Malditos colonizadores.
#151AC.NEVER.FORGET
A malta não se devia esquecer que a natureza humana é tendencialmente ruim, independente de onde se nasce…