Por momentos pensei que tinha tropeçado no sub errado…
Para quando o ban dos artigos de opinião do sapo?
Lê-se com cada idiota, esta escreve-me um artigo “pro turismo” e “anti Mariana/ anti imigração”, sem parar um segundo para pensar que o turismo é uma das indústrias que mais contrata estes estrangeiros “maus”.
Joana Petiz, uma individua particularmente execrável corrida do Novo (sim, esse jornal de enorme reputação)
a avaliar pela foto não consigo perceber se ela está mais pedrada que eu
Mas já nenhum sub se safa?
Lisboa está definitivamente melhor sem tugas nojentos a ocupar casas. Necessita-se de mais prédios de lofts com piscinas no telhado e 5 sinais à porta a dizer que chamam a polícia se virem alguém sentado nas escadas.
E eles odiaram-no porque ele disse a verdade
A Joana quer fazer da Mariana uma caricatura colocando o debate a um nível de “imigrantes bons e imigrantes maus” onde diz que é a Mariana que define imigrantes pobres como bons enquanto turistas e emigrantes ricos são maus. Mas na realidade é a Joana quem está a definir emigrantes e em tom de ironia defini um grupo (os pobres) como maus e os ricos como bons.
A Joana também entre em pequenos preconceitos como os emigrantes pobres são aqueles dos idiomas que a Mariana não entende, vindos de países exóticos como a Índia, ou refugiados. Já em contraste os bons emigrantes são os ricos que vêm dos países próximos como a Europa, como aqueles que transformaram os bairros tradicionais em Disneylândias (uau) e são (coitados) explorados pelos outros que vêm de longe (os refugiados e Indianos pobres que exploram os ricos da Europa, sabem como é). Claro está, segundo a Joana não existem Indianos ricos, e claro está, os refugiados exploram os salvadores dos bairros tradicionais. Aqueles ricos fixes que vêm trabalhar em posições de engenharia, médicos, arquitetos ou outros que pagam 20% de IRS mas o portugueses na mesma posição que pagam em cheio. Não fossem esses profissionais melhores que os portugueses. Na verdade é que esse estrangeiro paga mais em IRS do que o Português que paga o salário mínimo, não é verdade? E o Português da mesma posição emigrou, então nem paga IRS em Portugal. Já agora, é bom lembrar que a Índia não tem engenheiros, muito menos engenheiros que vêm trabalhar para Portugal. Todos imigrantes Indianos vêm de longe, ninguém os percebe, então são pobres.
Haa, o quão bom é poder fazer uma divisão entre emigrantes bons (ricos e que vêm de certos países) e emigrantes maus (pobres e que vêm de longe, ou refugiados. Melhor ainda só mesmo projetando esse sentimento noutra pessoa. Mas em tom irónico porque essa está errada e o certo é o contrário do que essa pessoa pensa, que é aquilo que eu na realidade quero passar. Mas a culpa é da outra pessoa, isto é, da Mariana.
Só percebi duas coisas com este texto de treta.
A Joana não gosta da Mariana.
A Joana está com falta de levar uma gentrifição na zona.
> A Mariana gosta de estrangeiros. Desde que sejam pobres
Se fosse só a mariana… estávamos nós bem.
Uns gostam de estrangeiros pobres e não de ricos, outros o contrário.
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Por momentos pensei que tinha tropeçado no sub errado…
Para quando o ban dos artigos de opinião do sapo?
Lê-se com cada idiota, esta escreve-me um artigo “pro turismo” e “anti Mariana/ anti imigração”, sem parar um segundo para pensar que o turismo é uma das indústrias que mais contrata estes estrangeiros “maus”.
Joana Petiz, uma individua particularmente execrável corrida do Novo (sim, esse jornal de enorme reputação)
a avaliar pela foto não consigo perceber se ela está mais pedrada que eu
Mas já nenhum sub se safa?
Lisboa está definitivamente melhor sem tugas nojentos a ocupar casas. Necessita-se de mais prédios de lofts com piscinas no telhado e 5 sinais à porta a dizer que chamam a polícia se virem alguém sentado nas escadas.
E eles odiaram-no porque ele disse a verdade
A Joana quer fazer da Mariana uma caricatura colocando o debate a um nível de “imigrantes bons e imigrantes maus” onde diz que é a Mariana que define imigrantes pobres como bons enquanto turistas e emigrantes ricos são maus. Mas na realidade é a Joana quem está a definir emigrantes e em tom de ironia defini um grupo (os pobres) como maus e os ricos como bons.
A Joana também entre em pequenos preconceitos como os emigrantes pobres são aqueles dos idiomas que a Mariana não entende, vindos de países exóticos como a Índia, ou refugiados. Já em contraste os bons emigrantes são os ricos que vêm dos países próximos como a Europa, como aqueles que transformaram os bairros tradicionais em Disneylândias (uau) e são (coitados) explorados pelos outros que vêm de longe (os refugiados e Indianos pobres que exploram os ricos da Europa, sabem como é). Claro está, segundo a Joana não existem Indianos ricos, e claro está, os refugiados exploram os salvadores dos bairros tradicionais. Aqueles ricos fixes que vêm trabalhar em posições de engenharia, médicos, arquitetos ou outros que pagam 20% de IRS mas o portugueses na mesma posição que pagam em cheio. Não fossem esses profissionais melhores que os portugueses. Na verdade é que esse estrangeiro paga mais em IRS do que o Português que paga o salário mínimo, não é verdade? E o Português da mesma posição emigrou, então nem paga IRS em Portugal. Já agora, é bom lembrar que a Índia não tem engenheiros, muito menos engenheiros que vêm trabalhar para Portugal. Todos imigrantes Indianos vêm de longe, ninguém os percebe, então são pobres.
Haa, o quão bom é poder fazer uma divisão entre emigrantes bons (ricos e que vêm de certos países) e emigrantes maus (pobres e que vêm de longe, ou refugiados. Melhor ainda só mesmo projetando esse sentimento noutra pessoa. Mas em tom irónico porque essa está errada e o certo é o contrário do que essa pessoa pensa, que é aquilo que eu na realidade quero passar. Mas a culpa é da outra pessoa, isto é, da Mariana.
Só percebi duas coisas com este texto de treta.
A Joana não gosta da Mariana.
A Joana está com falta de levar uma gentrifição na zona.
> A Mariana gosta de estrangeiros. Desde que sejam pobres
Se fosse só a mariana… estávamos nós bem.
Uns gostam de estrangeiros pobres e não de ricos, outros o contrário.