>O Plano de Reestruturação da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) prevê, entre outras medidas, a alienação de património, a junção de alguns serviços e a substituição das nomeações por um processo de recrutamento interno. Está também prevista a aposta em novos jogos sociais, responsáveis por cerca de 80% das receitas da instituição, revelou o Público esta sexta-feira.
Como se o país já não tivesse um problema enorme com o jogo, afetando especialmente os que menos tem…
É preciso é cortar nos jogos “sociais” e não criar ainda mais.
Mais uma tentativa de manter uma instituição que não se sabe bem como é gerida e o que faz ao certo. Já há um problema grave com pessoas mais pobres que gastam o dinheiro em jogos promovidos pela santa casa, mas é continuar pelo mesmo caminho. Entretanto parece que está tudo bem, mesmo que a gestão seja desastrosa.
Portugal: tem problema com jogo.
Santa casa: falida
Responsáveis da Santa casa: a solução é criar mais jogos!!
ainda bem que vão promover ainda mais o jogo, claramente é o que Portugal precisa /s
boa, continuar a investir no “imposto dos pobres”.
Portugal já tem um sistema de Segurança Social e de saúde. A Santa Casa foi criada quando não havia Segurança Social nem SNS.
Não precisamos de mais uma instituição a receber dinheiros públicos para isso. Os rendimentos dos jogos estatais devem ir para o orçamento do SNS.
Os serviços da Santa Casa deveriam ser integrados na Segurança Social e no SNS.
A existência da Santa Casa e dos seus negócios obscuros só interessa aos tachistas dos partidos do Centrão.
Portugal é fértil nestas bizarrias. Uma entidade privada encapotada de braço social do Estado, que funciona como porta giratória de interesses e repositório de tachos para afiliados partidários, cujo funcionamento escapa ao escrutínio estatal, e que detém o monopólio do jogo sem que nunca tenha havido um processo de concessão. Não encontro paralelo de uma situação destas em nenhum país ocidental.
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>O Plano de Reestruturação da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) prevê, entre outras medidas, a alienação de património, a junção de alguns serviços e a substituição das nomeações por um processo de recrutamento interno. Está também prevista a aposta em novos jogos sociais, responsáveis por cerca de 80% das receitas da instituição, revelou o Público esta sexta-feira.
Como se o país já não tivesse um problema enorme com o jogo, afetando especialmente os que menos tem…
É preciso é cortar nos jogos “sociais” e não criar ainda mais.
Mais uma tentativa de manter uma instituição que não se sabe bem como é gerida e o que faz ao certo. Já há um problema grave com pessoas mais pobres que gastam o dinheiro em jogos promovidos pela santa casa, mas é continuar pelo mesmo caminho. Entretanto parece que está tudo bem, mesmo que a gestão seja desastrosa.
Portugal: tem problema com jogo.
Santa casa: falida
Responsáveis da Santa casa: a solução é criar mais jogos!!
ainda bem que vão promover ainda mais o jogo, claramente é o que Portugal precisa /s
boa, continuar a investir no “imposto dos pobres”.
Portugal já tem um sistema de Segurança Social e de saúde. A Santa Casa foi criada quando não havia Segurança Social nem SNS.
Não precisamos de mais uma instituição a receber dinheiros públicos para isso. Os rendimentos dos jogos estatais devem ir para o orçamento do SNS.
Os serviços da Santa Casa deveriam ser integrados na Segurança Social e no SNS.
A existência da Santa Casa e dos seus negócios obscuros só interessa aos tachistas dos partidos do Centrão.
Portugal é fértil nestas bizarrias. Uma entidade privada encapotada de braço social do Estado, que funciona como porta giratória de interesses e repositório de tachos para afiliados partidários, cujo funcionamento escapa ao escrutínio estatal, e que detém o monopólio do jogo sem que nunca tenha havido um processo de concessão. Não encontro paralelo de uma situação destas em nenhum país ocidental.
I used roubar anos pobres to help the pobres
Lá vão vender património aos amigos do costume.