Clara Ferreira Alves a 27/01 – “Há cansaço imenso do eleitorado Socialista. Costa queria maioria absoluta que é evidentemente uma miragem” Clara Ferreira Alves a 31/01 – “Era inevitável”

31 comments
  1. É uma troca-tintas de primeira, esta. Análise política de chuchar o dedo para ver de que lado vem o vento.

  2. E o pior é que nem reconhecem o erro. Se fizessem uma análise posteriormente a tentar corrigir a análise inicial, e que fatores podiam ter ignorado, era muito interessante, mas não, o que importa é parecer ~~espero~~ esperto e esperar que as pessoas tenham fraca memória.

    Também já vi vários a dizer que toda a gente sabia que o Rui Rio não tinha hipóteses nenhuma contra o Costa, e estavam há umas semanas diziam que era o homem indicado e que com ele, e apenas com ele, o PSD tinha bastantes hipóteses de formar governo.

    O que nos vale é que a Internet não esquece, mas é pena que pessoas destas continuem a ter o protagonismo que têm.

  3. Já com a TAP é a mesma coisa. Era a favor no início e um mês depois no mesmo programa dizia que já não achava ser boa ideia. Há mês e meio atrás volta a repetir o quanto a TAP é fundamental para Portugal. Só estou á espera do prato principal que é o Daniel Oliveira. Que puta de Spin que vai ser

  4. Andam aqui é verdadeiros videntes. Digam lá o que vai acontecer daqui a 4 anos ou a 5 quando o Marcelo acabar o mandato.

  5. E o Daniel Oliveira — sempre com aquele ar de quem sabe a que horas é que o mundo vai acabar — a dizer que o PS só conquistava maioria absoluta se fosse buscar votos ao centro e não se fosse canibalizar votos à sua esquerda?

  6. Esta mulher é um nojo a comentar. Deixei de ver o eixo do mal porque era impossível aguentar as estupidezes dela

  7. Pessoal, isto é simples! Ela ganha dinheiro pelas opiniões. E quanto mais polémicas melhor. Nem que se tenha que contradizer! Malta que vive de opiniões é assim mesmo. É como os insta-influencers. Espremidinhos não dão nada… mas há malta a segui-los. Com um “plus”: quanto mais os seguem, mais eles ganham!!!

  8. No rescaldo das eleições de 2015, a Clara e resto do Eixo do Mal passaram o episódio a comentar que o António Costa não tinha condições para continuar no PS e que viam pouco futuro no PS por falta de alternativas novas ao António Costa.

    E no entanto, vamos com 6 anos de António Costa e continua a contar.

    Ser comentador na televisão não é muito diferente de fazê-lo no Reddit. É quase só mandar bitaites.

  9. Catarina Martins no debate com AC: “*Bem sei que vem exigir a maioria absoluta, mas não a vai ter*”

    😐

  10. Também gostei muito da opinião dela sobre a crise na Ucrania. Os Ucraniaanos, que viram um parte do seu país a ser tomada pela Rússia, é que são maus por aderirem à Nato.

    Eu, se fosse a Ucrânia ania, até me aliava ao gengis Kahn ou ao vlad o impalador, só pra lixar o Putin

  11. Comentadores, a comentar. É isto. Aconteça o que acontecer, eles lá mandarão os seus bitaites porque é isso que fazem.

  12. Mas os comentadores são todos assim. Dizem uma coisa hoje, na semana seguinte dizem o contrário. Olha o Marques Mendes por exemplo. O único que ainda faz um comentário articulado, interessante e além da politiquice e até com maior enfase para a política internacional, é o Paulo Portas no Jd8 de domingo.

  13. Por outro lado creio que no fundo teria sido a esperança ou expectativa de muita gente mas parece que o conformismo Português apanhou muitos de surpresa.

  14. Esta e o Pedro Marques Lopes são péssimos comentadores… Não concordando com as posições políticas do Daniel Oliveira, a sua leitura é a principal razão porque ainda dou alguma atenção ao Eixo do Mal

  15. Comentadores políticos da TV estão ao nível de youtubers de crypto e stock market. Memória de peixe que essa gente e o seu público tem. Importante é produzir conteúdo, assumir responsabilidades e consequências por estar errado, zero.

  16. Em termos de programas de comentários políticos só gosto de ouvir o “Programa cujo nome estamos legalmente impedidos de dizer” (Governo Sombra). Pelo menos sinto que não existem estas trocas de opinião drásticas de semana a semana

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