Ja nem falando dos que apenas cá estão sem estarem legais, gostava de ver as estatísticas do que cá vem ter filhos e bazam de volta para os seus países, só porque aqui tem SNS gratuito.
Lá vêm os paranóicos todos para aqui aterrorizados com o título.
Não se preocupem que se fartam de nascer crianças de mães portuguesas em Lisboa à mesma, hoje em dia já não nascem é na MAC. De entre as dezenas de crianças filhas de amigos e familiares que nasceram em Lisboa nos últimos 10 anos, não conheço uma única que tenha nascido lá.
Titulo muito pouco patriótico
[removed]
Portugueses não têm filhos. São como o Japão nesse sentido. A diferença é que o Japão é um país rico e xenofóbo e nós é o contrário. A substituição está a menos de 100 anos. Adeus Tugália, olá Indo-angola.
numa república de bananas, tudo é possível…
Será que existem mesmo Portugueses que acham isto normal, e não ficam minimamente preocupados com o futuro do nosso país?
É isso que não consigo compreender, como as pessoas continuam a apoiar e a querer que isto aconteça em Portugal.
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Isto tem tudo para correr bem.
Tudo normal.
Ja nem falando dos que apenas cá estão sem estarem legais, gostava de ver as estatísticas do que cá vem ter filhos e bazam de volta para os seus países, só porque aqui tem SNS gratuito.
Lá vêm os paranóicos todos para aqui aterrorizados com o título.
Não se preocupem que se fartam de nascer crianças de mães portuguesas em Lisboa à mesma, hoje em dia já não nascem é na MAC. De entre as dezenas de crianças filhas de amigos e familiares que nasceram em Lisboa nos últimos 10 anos, não conheço uma única que tenha nascido lá.
Titulo muito pouco patriótico
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Portugueses não têm filhos. São como o Japão nesse sentido. A diferença é que o Japão é um país rico e xenofóbo e nós é o contrário. A substituição está a menos de 100 anos. Adeus Tugália, olá Indo-angola.
numa república de bananas, tudo é possível…
Será que existem mesmo Portugueses que acham isto normal, e não ficam minimamente preocupados com o futuro do nosso país?
É isso que não consigo compreender, como as pessoas continuam a apoiar e a querer que isto aconteça em Portugal.