Nos Açores dá-se prioridade a quem trabalha, no continente a quem passa o dia a coçá-los.
Absolutamente ridículo
Pessoas contra esta medida, não quero discutir, expliquem-me só o porquê, por favor.
Não sou do Chega nem gosto da maior parte das medidas deles … Mas esta era uma boa medida e faz todo o sentido … Mas não os pais do “Rendimento mínimo” tem que ter tempo para ir para o café, não podem ficar com os filhos …
Mais uma medida populista. Como outro user disse e bem, esta medida foi apenas de 1 camada. “estas empregado tens filhos prioridade para eles na creche”. Mas a vida não é unilateral, existem não sei quantas variáveis, sendo a mais basica delas todas a que esse mesmo user referiu – pais desempregrados à procura de emprego, pessoas que poderão recusar propostas de emprego por causa de nao ter onde deixar os putos.
Va la chega, 1 milhao e tal de votos. nao sei quantas pessoas la registadas, comicios sempre cheios. Mãos à obra e façam propostas decentes. Obvio que para os olhos de muitos é uma vERgOnHa, mas para mim mais vergonha é ter nao sei quantas pessoas claramente competentes e com conhecimentos a desenvolverem propostas tao basicas como se tivessem no 7 ano.
Acho que as regras podiam ser alteradas de outra forma.
Por um lado se os rendimentos é um factor, quem trabalha sem declarar rendimentos tem uma vantagem, para além óbviamente de quem prefere não trabalhar.
Por outro lado se quem fica desempregado vai para o fim da fila (proposta do Chega), isso afecta a empregabilidade, e procurar emprego a tomar conta de filhos não é possível.
Acho que dentro de quem trabalhou nos últimos 12 meses, no valor de um SMN, com descontos, não deve haver discriminação, e quem diz 12 diz 24.
Se por um lado compreendo a situação de quem fica desempregado, por outro lado entendo a injustiça de quem trabalha e paga impostos e fica no fim da fila atrás de quem não faz uma ou duas dessas coisas, e alguns por opção.
Agora também nâo acredito que 100% das pessoas sem rendimentos oficiais estão nessa situação porque querem, e imagino a injustiça que é para um pai/mãe ver um vizinho/conhecido calão ficar com uma vaga na creche mais próxima por não descontar/trabalhar e ele ter de pagar uma privada ou ir para outra creche muito mais longe por não ser chico esperto/calão.
Ignorar o sentimento de injustiça destes pais no longo prazo não contribui para uma melhor sociedade… e claro que o Chega vai “milkar” o que pode…
É uma questão que incentivos damos como sociedade. Já tive uma empregada doméstica que por opção dela não fazia descontos, (a actual faz, poupem-me a ladainha) quando lhe perguntei porquê de não descontar, começou a dizer me a lista de coisas que teria acesso se tivesse rendimentos mais baixos: abono, agua mais barata, luz, etc… economicamente todos os incentivos apontavam para ela declarar o minimo possível.
Claro que a atribuição de cheques creches resolvia isto da melhor forma…
Isto é controverso, não discordo da medida mas também não sei se aprovo.
Porque por um lado, percebo um ponto de vista, mas o outro também acaba por ter um pouco de razão, isto é, os empregados e os desempregados.
As cresces são um ponto muito grande no seio de uma família, principalmente jovem. Hoje em dia tanto o Pai como a mãe trabalham para conseguir pagar as contas.
Há efetivamente casos de pessoas que estão a trabalhar, e na altura de procurar trabalho quando a criança entra na idade de ir para a cresce, não tem vagas, porque há milhares de pessoas no “primeiro escalão” com acesso privilegiado.
Ao fazer contas, a quem ganha o salario mínimo ou perto disso, entre pagar uma cresce privada e uma ama para ficar até as 6 ou 7h da tarde, que é quando a pessoa sai do trabalho em 80% dos casos, porque há quem saia mais tarde. A escolha é obvia.
É preferível estar desempregada, receber o subsidio de desemprego, tem lugar na cresce prioritário, não tem outras despesas associadas, deslocações, amas, etc.
E em muitos casos, fazem meia dúzia de horas em qualquer lado, e recebem por fora.
A meu ver, isto devia ser alterado, mas não é a retirar direitos a uns para dar a outros. Era dar ao dois, de uma forma democrática.
O problema começou quando se implementou prioridades.
Para mim a solução é manter as listas de espera como antigamente, sem prioridades. O meu filho tinha 3 meses de gestação quando foi inscrito, na altura disseram-me que não havia problemas que ia ter vaga, passou a funcionar as prioridades perdi a vaga. Resolvi o meu problema com uma cunha, era isso ou tinha de me desempregar.
É um facto que no colégio dele, na creche mais de metade são brasileiros que tiverem preferência nas vagas.
Sei de gente empregada que teve de meter baixas sucessivas enquanto conseguiram porque não tinha onde deixar o filho.
Compreendo perfeitamente que para procurar emprego e até aceitar uma proposta está dependente de ter onde deixar o filho.
As listas de espera, sem prioridades funcionavam bem.
Para ajudar à discussão deixo aqui a lista prioridades atuais:
Prioridades
1 – Crianças que frequentaram a creche no ano anterior.
2 – Crianças com deficiência/incapacidade.
3 – Crianças filhos de mães e pais estudantes menores, ou beneficiários de assistência pessoal no âmbito do Apoio à Vida Independente ou reconhecido como cuidador informal principal, ou crianças em situação de acolhimento ou em casa abrigo.
4 – Crianças com irmãos, que comprovadamente pertençam ao mesmo agregado familiar, que frequentam uma resposta desenvolvida pela mesma entidade.
5 – Crianças beneficiárias da prestação social Garantia para a Infância e/ou com abono de família para crianças e jovens (1.º e 2.º escalões), cujos encarregados de educação residam, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
6 – Crianças beneficiárias da prestação social Garantia para a Infância e/ou com abono de família para crianças e jovens (1.º e 2.º escalões), cujos encarregados de educação desenvolvam a atividade profissional, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
7 – Crianças em agregados monoparentais ou famílias numerosas, cujos encarregados de educação residam, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
8 – Crianças cujos encarregados de educação residam, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
9 – Crianças em agregados monoparentais ou famílias numerosas cujos encarregados de educação desenvolvam a atividade profissional, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
10 – Crianças cujos encarregados de educação desenvolvam a atividade profissional, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
É uma proposta impraticável. Que fazer às pessoas com baixa médica prolongada? Que fazer às pessoas que estejam entre empregos na altura de candidatura à creche? Etc.
Para além do mais parece-me que é uma medida que pune de alguma maneira quem não está empregado, o que fará sentido no caso dos que vivem de subsídios mas não faz sentido numa camada populacional considerável que está desempregada porque não encontra trabalho. Referir ainda que esta medida pode levar a que pessoas desempregadas tenham mais dificuldade em arranjar emprego na medida em que não conseguem arranjar colocação para as crianças, isto seria relativamente discutível até do ponto de vista constitucional na medida em que se pode enquadrar num obstáculo ao “elevador social” e assim prejudicar a progressividade social.
No fundo não é uma medida aberrante, demonstra até algum crescimento da racionalidade do Chega, o que se saúda.
Mais um dia, mais um post cheio de comentários de direita populista e pobre-fóbica no Reddit português. Nada de novo, já chega é a ser cómico mesmo. 😂😂😂
De uma ótica muito simplista, no pior dos casos, uma das propostas tem o risco de manter o número de desempregados, enquanto que a outra tem o potencial de o aumentar. Sendo que nenhuma delas é ideal, parece-me que há uma menos má
Medida que já devia era estar implementada há muito tempo!
Não percebo como é que que o foco não devia ser em construir mais creches.. 🙄
Isto é tudo bonito. Mas o principal problema é nao haver infantários para tanta criança e nao vejo a serem criados novos. Assim os precos andam como andam.
É muito bonito acolher muita gente, mas se nao se cria infraestruturas para acolher (habitação, infantário, emprego) lixa-se quem é de cá e também se lixa quem vem para cá
Não sei qual é a dúvida. Se é do Chega, é óbvio que é ideia parva, recusar imediatamente. Automático. /s
Isto é recente e parece me que vai ajudar imenso. Brevemente o sistema vai ajustar-se com os privados.
Daqui a uns anos voltam os socialistas á boleia do BE para uma vez mais destruir o sistema. Como o fizeram com as Escolas aqui há uns anos.
Na minha opinião a Educação foi a maior tragédia da nossa governação anterior. Destruíram centenas de estabelecimentos de ensino á boleia da ideologia.
Os resultados da destruição estão à vista. O ensino está pior que nunca e o “Gap” da educação entre o que podem pagar e os que não podem aumentou.
Membros produtivos da sociedade têm poucas ajudas já outros coitadinhos têm tudo.
Quem tem está em casa não pode cuidar dos filhos? Não tem mais tempo de quem está empregado e tem de fazer 8h ou mais? Vergonha.
Mais uma proposta impraticável, de um partido de gente estranha, superficial (como sempre), que me parece passar os dias preocupados com a identidade, sexo e religião dos demais que não suportam esse partido.
Este partido trás alguma coisa de jeito à democracia? Não me parece.
Cambada de weirdos.
Ri me das justificações que esta malta arranja para tornar aceitável o facto de quem trabalha estar a ser mais uma vez lixado pelo sistema que o rouba todos os meses.
21 comments
Nos Açores dá-se prioridade a quem trabalha, no continente a quem passa o dia a coçá-los.
Absolutamente ridículo
Pessoas contra esta medida, não quero discutir, expliquem-me só o porquê, por favor.
Não sou do Chega nem gosto da maior parte das medidas deles … Mas esta era uma boa medida e faz todo o sentido … Mas não os pais do “Rendimento mínimo” tem que ter tempo para ir para o café, não podem ficar com os filhos …
Mais uma medida populista. Como outro user disse e bem, esta medida foi apenas de 1 camada. “estas empregado tens filhos prioridade para eles na creche”. Mas a vida não é unilateral, existem não sei quantas variáveis, sendo a mais basica delas todas a que esse mesmo user referiu – pais desempregrados à procura de emprego, pessoas que poderão recusar propostas de emprego por causa de nao ter onde deixar os putos.
Va la chega, 1 milhao e tal de votos. nao sei quantas pessoas la registadas, comicios sempre cheios. Mãos à obra e façam propostas decentes. Obvio que para os olhos de muitos é uma vERgOnHa, mas para mim mais vergonha é ter nao sei quantas pessoas claramente competentes e com conhecimentos a desenvolverem propostas tao basicas como se tivessem no 7 ano.
Acho que as regras podiam ser alteradas de outra forma.
Por um lado se os rendimentos é um factor, quem trabalha sem declarar rendimentos tem uma vantagem, para além óbviamente de quem prefere não trabalhar.
Por outro lado se quem fica desempregado vai para o fim da fila (proposta do Chega), isso afecta a empregabilidade, e procurar emprego a tomar conta de filhos não é possível.
Acho que dentro de quem trabalhou nos últimos 12 meses, no valor de um SMN, com descontos, não deve haver discriminação, e quem diz 12 diz 24.
Se por um lado compreendo a situação de quem fica desempregado, por outro lado entendo a injustiça de quem trabalha e paga impostos e fica no fim da fila atrás de quem não faz uma ou duas dessas coisas, e alguns por opção.
Agora também nâo acredito que 100% das pessoas sem rendimentos oficiais estão nessa situação porque querem, e imagino a injustiça que é para um pai/mãe ver um vizinho/conhecido calão ficar com uma vaga na creche mais próxima por não descontar/trabalhar e ele ter de pagar uma privada ou ir para outra creche muito mais longe por não ser chico esperto/calão.
Ignorar o sentimento de injustiça destes pais no longo prazo não contribui para uma melhor sociedade… e claro que o Chega vai “milkar” o que pode…
É uma questão que incentivos damos como sociedade. Já tive uma empregada doméstica que por opção dela não fazia descontos, (a actual faz, poupem-me a ladainha) quando lhe perguntei porquê de não descontar, começou a dizer me a lista de coisas que teria acesso se tivesse rendimentos mais baixos: abono, agua mais barata, luz, etc… economicamente todos os incentivos apontavam para ela declarar o minimo possível.
Claro que a atribuição de cheques creches resolvia isto da melhor forma…
Isto é controverso, não discordo da medida mas também não sei se aprovo.
Porque por um lado, percebo um ponto de vista, mas o outro também acaba por ter um pouco de razão, isto é, os empregados e os desempregados.
As cresces são um ponto muito grande no seio de uma família, principalmente jovem. Hoje em dia tanto o Pai como a mãe trabalham para conseguir pagar as contas.
Há efetivamente casos de pessoas que estão a trabalhar, e na altura de procurar trabalho quando a criança entra na idade de ir para a cresce, não tem vagas, porque há milhares de pessoas no “primeiro escalão” com acesso privilegiado.
Ao fazer contas, a quem ganha o salario mínimo ou perto disso, entre pagar uma cresce privada e uma ama para ficar até as 6 ou 7h da tarde, que é quando a pessoa sai do trabalho em 80% dos casos, porque há quem saia mais tarde. A escolha é obvia.
É preferível estar desempregada, receber o subsidio de desemprego, tem lugar na cresce prioritário, não tem outras despesas associadas, deslocações, amas, etc.
E em muitos casos, fazem meia dúzia de horas em qualquer lado, e recebem por fora.
A meu ver, isto devia ser alterado, mas não é a retirar direitos a uns para dar a outros. Era dar ao dois, de uma forma democrática.
O problema começou quando se implementou prioridades.
Para mim a solução é manter as listas de espera como antigamente, sem prioridades. O meu filho tinha 3 meses de gestação quando foi inscrito, na altura disseram-me que não havia problemas que ia ter vaga, passou a funcionar as prioridades perdi a vaga. Resolvi o meu problema com uma cunha, era isso ou tinha de me desempregar.
É um facto que no colégio dele, na creche mais de metade são brasileiros que tiverem preferência nas vagas.
Sei de gente empregada que teve de meter baixas sucessivas enquanto conseguiram porque não tinha onde deixar o filho.
Compreendo perfeitamente que para procurar emprego e até aceitar uma proposta está dependente de ter onde deixar o filho.
As listas de espera, sem prioridades funcionavam bem.
Para ajudar à discussão deixo aqui a lista prioridades atuais:
Prioridades
1 – Crianças que frequentaram a creche no ano anterior.
2 – Crianças com deficiência/incapacidade.
3 – Crianças filhos de mães e pais estudantes menores, ou beneficiários de assistência pessoal no âmbito do Apoio à Vida Independente ou reconhecido como cuidador informal principal, ou crianças em situação de acolhimento ou em casa abrigo.
4 – Crianças com irmãos, que comprovadamente pertençam ao mesmo agregado familiar, que frequentam uma resposta desenvolvida pela mesma entidade.
5 – Crianças beneficiárias da prestação social Garantia para a Infância e/ou com abono de família para crianças e jovens (1.º e 2.º escalões), cujos encarregados de educação residam, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
6 – Crianças beneficiárias da prestação social Garantia para a Infância e/ou com abono de família para crianças e jovens (1.º e 2.º escalões), cujos encarregados de educação desenvolvam a atividade profissional, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
7 – Crianças em agregados monoparentais ou famílias numerosas, cujos encarregados de educação residam, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
8 – Crianças cujos encarregados de educação residam, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
9 – Crianças em agregados monoparentais ou famílias numerosas cujos encarregados de educação desenvolvam a atividade profissional, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
10 – Crianças cujos encarregados de educação desenvolvam a atividade profissional, comprovadamente, na área de influência da resposta social.
—
De notar que a proposta do chega não especifica onde encaixar a prioridade, [https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=283977](https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=283977)
É uma proposta impraticável. Que fazer às pessoas com baixa médica prolongada? Que fazer às pessoas que estejam entre empregos na altura de candidatura à creche? Etc.
Para além do mais parece-me que é uma medida que pune de alguma maneira quem não está empregado, o que fará sentido no caso dos que vivem de subsídios mas não faz sentido numa camada populacional considerável que está desempregada porque não encontra trabalho. Referir ainda que esta medida pode levar a que pessoas desempregadas tenham mais dificuldade em arranjar emprego na medida em que não conseguem arranjar colocação para as crianças, isto seria relativamente discutível até do ponto de vista constitucional na medida em que se pode enquadrar num obstáculo ao “elevador social” e assim prejudicar a progressividade social.
No fundo não é uma medida aberrante, demonstra até algum crescimento da racionalidade do Chega, o que se saúda.
Mais um dia, mais um post cheio de comentários de direita populista e pobre-fóbica no Reddit português. Nada de novo, já chega é a ser cómico mesmo. 😂😂😂
De uma ótica muito simplista, no pior dos casos, uma das propostas tem o risco de manter o número de desempregados, enquanto que a outra tem o potencial de o aumentar. Sendo que nenhuma delas é ideal, parece-me que há uma menos má
Medida que já devia era estar implementada há muito tempo!
Não percebo como é que que o foco não devia ser em construir mais creches.. 🙄
Isto é tudo bonito. Mas o principal problema é nao haver infantários para tanta criança e nao vejo a serem criados novos. Assim os precos andam como andam.
É muito bonito acolher muita gente, mas se nao se cria infraestruturas para acolher (habitação, infantário, emprego) lixa-se quem é de cá e também se lixa quem vem para cá
Não sei qual é a dúvida. Se é do Chega, é óbvio que é ideia parva, recusar imediatamente. Automático. /s
Isto é recente e parece me que vai ajudar imenso. Brevemente o sistema vai ajustar-se com os privados.
https://www.publico.pt/2024/06/04/sociedade/noticia/mudancas-creche-feliz-pais-podem-optar-privados-nao-vaga-ipss-freguesia-2092834
Daqui a uns anos voltam os socialistas á boleia do BE para uma vez mais destruir o sistema. Como o fizeram com as Escolas aqui há uns anos.
Na minha opinião a Educação foi a maior tragédia da nossa governação anterior. Destruíram centenas de estabelecimentos de ensino á boleia da ideologia.
Os resultados da destruição estão à vista. O ensino está pior que nunca e o “Gap” da educação entre o que podem pagar e os que não podem aumentou.
Membros produtivos da sociedade têm poucas ajudas já outros coitadinhos têm tudo.
Quem tem está em casa não pode cuidar dos filhos? Não tem mais tempo de quem está empregado e tem de fazer 8h ou mais? Vergonha.
Mais uma proposta impraticável, de um partido de gente estranha, superficial (como sempre), que me parece passar os dias preocupados com a identidade, sexo e religião dos demais que não suportam esse partido.
Este partido trás alguma coisa de jeito à democracia? Não me parece.
Cambada de weirdos.
Ri me das justificações que esta malta arranja para tornar aceitável o facto de quem trabalha estar a ser mais uma vez lixado pelo sistema que o rouba todos os meses.