https://www.gofundme.com/f/ris-lara-e-ema-trs-irms-a-caminho-de-baku?qid=6800ea549c82d8f053adc87ee58014d6

Fui ao site gofundeme e encontrei este post. Como sou do Sporting, achei curioso e fui ver o post.
Fiquei confuso, então as atletas vão representar o país e têm de ser elas a suportar os custos? Estou habituado a outras modalidades onde as federações pagam os custos da representação…

Fica o link caso alguém pretenda contribuir, assim como o desejo de bons resultados no regresso.

14 comments
  1. É ridículo, o Governo devia pagar os custos, afinal vão representar o país, mas como não jogam à bola, o governo não quer saber.

  2. Não fiques confuso. No taekwondo, nas competições europeias e mundiais, a representação nacional viaja com os custos pagos pelos pais, clubes e apoios. A federação não pode pagar nada porque há um embroglio juridico pois existem duas federações, uma que é reconhecida pelo estado mas não é reconhecida internacionalmente por isso não pode participar em campeonato nenhum, é uma outra reconhecida pela federação internacional, mas não é uma entidade de interesse público logo não tem dinheiro para pagar esses custos.

  3. A excepção é não terem que pagar, em Portugal só há dinheiro pó futebol, o resto que se foda. Se ate para atletas olímpicos os apoios são uma miséria, imagina para estes.

    O que não falta são casos de portugueses que quando os campeonatos são mais longe (America ou Asia), já nao vão mesmo que tenham grandes probabilidades de ganhar

  4. Como alguns aqui já referiram o bolo do apoio nacional é revertido para o futebol. Eu vejo muito talento desportivo ser desperdiçado porque não existe apoio financeiro para apoia -los. Isto em desportos que não são futebol? Eu sou treinador desportivo. Vejo muito puto com talento. Não me é possível dedicar ao desenvolvimento de jovens atletas pois não tenho condições financeiras para me dedicar a 200%. Compreendo a luta dessas desportistas

  5. Desporto não olímpico e não são seniores. A comparticipação das Federações nestes casos é mais reduzida.

  6. No judo a federação arca com as custas de competições e, por vezes, estágios internacionais, mas isto limita-se a uma minoria que se apura para a equipa nacional, o que faz sentido. Talvez pelo número restrito de praticantes e pelo número de medalhas internacionais que conseguem produzir mesmo com tão pouca gente se justifique conseguirem pagar isso, mas ao nível de clubes é muito difícil alguém viver só do judo.

    A Catarina Costa, por exemplo, mal recebe dinheiro da Académica, e mesmo receber algum já é excepcional. E não se enganem, não é um salário, é uma espécie de bolsa para ajudar com os custos dessas mesmas competições. Havia lá mais gente com potencial para singrar internacionalmente que tinha uma bolsa menor que a dela a dividir entre todos, isto antes das medalhas dela de Grand Prix e ida aos Olímpicos (bem me lembro de se queixarem de isso ser injusto).

    A realidade em desportos que não futebol é esta.

  7. Infelizmente é verdade. Tenho 2 filhas na acrobática e tem de ser tudo pago pelos pais. Por vezes o clube lá dá uma ajudinha.

    Vivemos num país que só liga a bolas. Um presidente e ministro que só recebe quem “brinca com as bolas”. Temos medalhados/as em acrobática (e outros desportos) a nível mundial e/ou europeu e passa tudo ao lado.

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