Pode ter sido “um bocadinho precipitado encerrar as centrais a carvão”

17 comments
  1. O fanatismo tem destas coisas, é o que acontece quando se mete Gretas, Inêses e Guterres num patamar superior a peritos.

  2. Há uns tempos atrás muitos bateram palmas quando vendemos o engenho do doutor Oliveira Salazar, para uma possivel central nuclear.
    Enquanto não acabamos com quaisquer planos de sustentabilidade de Portugal, provenientes do antigo regime não descansamos.

  3. A frase é de João Duque, não o conhecido cientista e professor universitário, mas João Duque, o comentador, que aparentemente de energia não percebe muito.

    Mas para o clickbait, serve.

  4. É uma ironia espetacular acabar com o carvão português, pra se ver numa situação fodida de seca, não ter um “backup plan”, e ir agora buscar energia a espanha, que é produzida com menos eficiência, prejudicando mais o ambiente.

    Palmas, palmas ao nosso governo ambientalista, fode o preço da energia, e fode mais o ambiente, que venham os próximos 4 anos.

  5. Carvão não sei, mas precisamos de uma fonte de energia alternativa que garanta a nossa soberania. Comprar a Espanha e a Marrocos não é uma boa solução

  6. Pergunta: temos finanças para ter uma central ou duas nucleares em Portugal? Construção e manutenção? Concurso publico?

  7. Imaginem se houvesse uma fonte de energia que funciona sempre, independentemente da chuva, do sol, ou do vento. Uma fonte de energia que não polui, que não destrói habitats, e cujos (poucos) resíduos podem ser guardados de forma segura até se saber ao certo a melhor forma de lidar com eles.

    Imaginem…

  8. > Vale a pena notar que o volume produzido pelas centrais a carvão em Portugal era já diminuto, dada a sua reduzida competitividade, em termos de preço, face às centrais a gás e às hídricas.

    yah. não. the end.

Leave a Reply