Cotrim de Figueiredo: ″A progressividade fiscal está a empurrar os nossos qualificados para fora″

17 comments
  1. Este personagem é um idiota snob.

    Só vê o próprio umbigo….

    E por aqui me fico, que argumentar sobre pessoas deste tipo dá-me volta á tripa.

  2. O que está a empurrar os nossos qualificados para fora são os salários cómicos provenientes de entidades patronais sem criatividade e capacidade de criar riqueza além do status quo.

  3. Realmente a primeira coisa que me passou pela cabeça quando decidi emigrar foi que “existem demasiados escalões de IRS”; o facto de a cultura de trabalho em Portugal ser tóxica e a competitividade salarial ser pobre não tiveram nada a ver com isso.

  4. A IL está-se a esquecer de uma coisa: eu não me importo de ganhar bem e de descontar para o Estado Social, as entidades emrpegadoras é que exportam produtos e serviços de baixo valor acrescentado e a economia portuguesa torna-se pouco competitiva

  5. Se o Cotrim disse, deve ser verdade. Por isso é que os nossos jovens emigram para (checks notes): Ucrânia, Madagáscar, Abkazia, Hungria e Roménia (os melhorzitos da lista).

  6. O problema é quando emigram para países com maior progressividade fiscal, meio que estraga a narrativa

  7. O problema está nos baixos salários, não nos impostos. É bem provável que quem saia de Portugal vá para um país com impostos mais altos.

  8. Para países onde pagam mais ou igual?

    E nos anos 80, 90, ’00 onde o IRS n estava nos máximos actuais, era o q? o sol?

  9. por mim podemos acabar com a progressividade. é meter 2 escalões, o 2º a 45% a partir de 40k e está feito.

    ah pois, mas afinal o problema não é a progressividade pois n?

  10. Grande parte dos emigrantes são pessoas que cá ganham o SMN (logo não descontam para o IRS) e vão para fora à procura de um salário substancialmente melhor, os outros que emigram (os que ganham um salário melhor) certamente não emigram para ganhar mais 100/150€ que a Flat Tax lhes iria “dar” mensalmente.

Leave a Reply