Reportagem sobre as condições de trabalho de emigrantes na apanha da amora

3 comments
  1. Ótimo documentário. O que se passa é que basicamente como não conseguimos pagar em salários para atrair pessoas para as estufas, pagamos em nacionalidade. Depois passados estes anos de escravidão no Alentejo, lá vão eles para a Alemanha.

    Uns conseguem a nacionalidade sem fazer nada porque têm um avô português, outros porque têm um nome judeu, estes têm que vir bulir durante 7 anos.

    Uma boa parte das pessoas que por aí anda por este mundo fora com passaporte português não tem nada que ver com Portugal, é brasileiros que nunca cá meteram os pés, israelitas que nem português falam, e indianos que pagaram 5000€ a “agentes” para lhes descobrirem um avô em Goa.

    Na austrália costumávamos ter um visto de trabalho semelhante o que eles têm para o UK, Alemanha e outros países, mas agora já só temos acesso a um de categoria B. Já no UK, podíamos simplesmente ir para lá trabalhar, e agora só com visto. De facto, do ponto de vista do UK, se os passaportes europeus deixam de significar que a pessoa é europeia, mais vale haver vistos para todos.

    Um dia, a Alemanha vai-se fartar disto, e faz como o UK, acaba a UE e fecha as fronteiras.

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