> a proporção de mulheres que relatam ter uma boa saúde aumentou apenas um ponto percentual desde 2010 para os 45% em 2019.
> “A proporção de homens que relataram ter uma boa saúde permaneceu em 55% durante o mesmo período, resultando num fosso de género de 10 pontos percentuais em 2019”
> Acrescenta que as mulheres idosas são as que experienciam pior saúde, com apenas 12%, contra 18% de homens, com 65 anos ou mais que afirmaram ter uma saúde boa ou muito boa.
> 68% das mulheres portuguesas com mais de 65 anos assumiu ter limitações nas atividades diárias por causa de problemas de saúde, contra 56% de homens.
> o Índice analisou, por um lado, o elevado consumo de álcool pelo menos uma vez por mês, nas pessoas com mais de 15 anos, em que houve apenas 3% de mulheres contra 18% de homens.
> a percentagem de pessoas com mais de 16 anos que praticavam atividades físicas fora do período de trabalho, tendo constatado 23% de mulheres e 29% de homens.
> acesso aos serviços de saúde, é possível constatar que 53% das mulheres, em comparação com 44% dos homens, tinham dificuldade em pagar despesas dentárias inesperadas em 2016, sendo que este fosso de género é quatro pontos percentuais mais elevado do que a média europeia.
> 49% de mulheres e 41% de homens que não conseguem pagar despesas relativas a cuidados de saúde mental, contra 39% e 33%, respetivamente, na média dos 27 países da União Europeia.
> que em 2020 cerca de 5% das mulheres em Portugal quiseram parar ou adiar uma gravidez, mas não estavam a usar qualquer método contracetivo
> sobre a pandemia de Covid-19, o instituto europeu calcula que tenham morrido 16% de mulheres e 15% de homens a mais em 2020/2021 em comparação com 2016/2019.
> o relatório do EIGE adianta que em 2018 foram mortas mais de 600 mulheres no âmbito de relações de intimidade em 14 Estados-membros, segundo dados oficiais, apontando que Portugal não forneceu dados comparáveis.
> conseguiu constatar que 68% das mulheres portuguesas que sofreram violência física ou psicológica foram vítimas dentro da sua própria casa, ao mesmo tempo que 3% das mulheres lésbicas e 3% das mulheres bissexuais foram atacadas física ou sexualmente nos últimos cinco anos por serem parte da comunidade LGBTI.
> Uma em cada quatro mulheres sofreu de assédio nos últimos cinco anos e 14% nos últimos 12 meses, enquanto nas mulheres com deficiência a percentagem foi de 9% e 3%, respetivamente.
> o EIGE refere que, em 2011, entre 5% a 8% das 5.835 raparigas da comunidade migrante residente em Portugal estavam em risco de serem vítimas de mutilação genital feminina.
Dados do Instituto Europeu para a Igualdade de Género
Acrescenta que ***as mulheres idosas*** são as que experienciam pior saúde,
com apenas 12%, contra 18% de homens, com 65 anos ou mais ***que afirmaram***
ter uma saúde boa ou muito boa.
“Dados” (lolololollolo)
“We’re all eating a giant shit sandwich out here, shut up and eat your own”
Que anedota de “estudo”… Não há pachorra para aturar estas merdas.
Achar que não tem boa saude e não ter boa saude são duas coisas diferentes, na minha curta experiência, parece-me que as mulheres na generalidade tem mais cuidados e preocupação com a saúde (e logo acharem que não tem boa saude) que os homens o que ajuda a irem ao médico mais vezes e terem uma melhor saúde… só a minha opinião
7 comments
é de ter de aturar os portugueses
Mas vivem mais anos.
> a proporção de mulheres que relatam ter uma boa saúde aumentou apenas um ponto percentual desde 2010 para os 45% em 2019.
> “A proporção de homens que relataram ter uma boa saúde permaneceu em 55% durante o mesmo período, resultando num fosso de género de 10 pontos percentuais em 2019”
> Acrescenta que as mulheres idosas são as que experienciam pior saúde, com apenas 12%, contra 18% de homens, com 65 anos ou mais que afirmaram ter uma saúde boa ou muito boa.
> 68% das mulheres portuguesas com mais de 65 anos assumiu ter limitações nas atividades diárias por causa de problemas de saúde, contra 56% de homens.
> o Índice analisou, por um lado, o elevado consumo de álcool pelo menos uma vez por mês, nas pessoas com mais de 15 anos, em que houve apenas 3% de mulheres contra 18% de homens.
> a percentagem de pessoas com mais de 16 anos que praticavam atividades físicas fora do período de trabalho, tendo constatado 23% de mulheres e 29% de homens.
> acesso aos serviços de saúde, é possível constatar que 53% das mulheres, em comparação com 44% dos homens, tinham dificuldade em pagar despesas dentárias inesperadas em 2016, sendo que este fosso de género é quatro pontos percentuais mais elevado do que a média europeia.
> 49% de mulheres e 41% de homens que não conseguem pagar despesas relativas a cuidados de saúde mental, contra 39% e 33%, respetivamente, na média dos 27 países da União Europeia.
> que em 2020 cerca de 5% das mulheres em Portugal quiseram parar ou adiar uma gravidez, mas não estavam a usar qualquer método contracetivo
> sobre a pandemia de Covid-19, o instituto europeu calcula que tenham morrido 16% de mulheres e 15% de homens a mais em 2020/2021 em comparação com 2016/2019.
> o relatório do EIGE adianta que em 2018 foram mortas mais de 600 mulheres no âmbito de relações de intimidade em 14 Estados-membros, segundo dados oficiais, apontando que Portugal não forneceu dados comparáveis.
> conseguiu constatar que 68% das mulheres portuguesas que sofreram violência física ou psicológica foram vítimas dentro da sua própria casa, ao mesmo tempo que 3% das mulheres lésbicas e 3% das mulheres bissexuais foram atacadas física ou sexualmente nos últimos cinco anos por serem parte da comunidade LGBTI.
> Uma em cada quatro mulheres sofreu de assédio nos últimos cinco anos e 14% nos últimos 12 meses, enquanto nas mulheres com deficiência a percentagem foi de 9% e 3%, respetivamente.
> o EIGE refere que, em 2011, entre 5% a 8% das 5.835 raparigas da comunidade migrante residente em Portugal estavam em risco de serem vítimas de mutilação genital feminina.
Dados do Instituto Europeu para a Igualdade de Género
Acrescenta que ***as mulheres idosas*** são as que experienciam pior saúde,
com apenas 12%, contra 18% de homens, com 65 anos ou mais ***que afirmaram***
ter uma saúde boa ou muito boa.
“Dados” (lolololollolo)
“We’re all eating a giant shit sandwich out here, shut up and eat your own”
Que anedota de “estudo”… Não há pachorra para aturar estas merdas.
Achar que não tem boa saude e não ter boa saude são duas coisas diferentes, na minha curta experiência, parece-me que as mulheres na generalidade tem mais cuidados e preocupação com a saúde (e logo acharem que não tem boa saude) que os homens o que ajuda a irem ao médico mais vezes e terem uma melhor saúde… só a minha opinião