Porra , que PR tão inútil. Altura de recordar o simplório Tino de Rans quando disse que este tipo apalhaçou em demasia a função de Presidente.
Vou fundar o partido “Abstenção” a ver se ganho com maioria
Fica aqui a minha aposta, dos que vão eleger deputados.
PS: 32% — Algo fragilizado com crises de combustível, eleições autárquicas e a fama de não conseguir passar um orçamento. Vai haver uma troca de bastantes votos entre o PS e o BE/PCP que é um pouco moeda ao ar. Acho que vai perder alguns votos para o PSD.
PSD: 29% – Vai recuperar algo, não por mérito próprio, mas mais por demérito da esquerda. Acho indiferente ser Rangel ou Rio para estas contas.
BE: 9% – Vai ter uma ligeira perda de votos que podem resultar em perder 1 ou 2 deputados. O BE e o PCP puxaram a corda ao PS porque não ganham nada em ter deixado de serem “partidos de oposição”. Ganha-se mais votos a reclamar de fora, do que a partilhar responsabilidades.
Chega: 7% – O grande vencedor da noite. A demagogia do partido vai inevitavelmente concretizar a sua imagem pública em número de deputados. Vai ser engraçado ver o que oferece o partido para além de ser o Ventura Unipessoal.
CDU: 6% – O mesmo que o BE. Perdem um ou dois deputados.
IL: 5% – O segundo grande vencedor da noite. Tal como o Chega, vão conseguir concretizar a imagem em deputados, e ter uma maior visibilidade na assembleia.
CDS: 2% – Vão conseguir manter alguns deputados, mas apenas graças aos apoiantes mais fiéis. Tudo o resto já abandonou para outros partidos.
PAN: 1% – Perdeu relevância e acredito que baixe para 1 deputado, máximo 2. Há mais partidos novos na assembleia que se voltam para questões mais importantes.
Volt: 1% – Acredito que poderá ser o Livre deste ano ao eleger o primeiro deputado. Não por simpatizar com eles, mas porque é o partido “fora do sistema” que parece ter a máquina mais oleada em imagem pública, visto que o Livre ficou muito afectado com a JKM. Será votado por quem não gosta dos que lá estão e procura uma alternativa.
No fundo, acho que não vai haver maiorias de nenhum lado. Nem à esquerda, nem à direita. E por isso vou buscar as minhas pipocas 🍿.
Está na altura de mudar. Finalmente.
Quem diria que dar posse a um governo minoritário e sem acordos escritos ia dar nisto, ainda por cima numa altura tão má.
República das Bananas.
Palhaçada do Marcelo, vamos todos que ir votar no princípio de Janeiro (o pior fim de Dezembro). PR partidário, ele que tome vergonha na cara em vez de ir o multibanco levantar dinheiro que o povo lhe paga para nos servir e não estar a fazer política de tasca
Lembrem-se que o PS pode aumentar o SMN e a função pública antes de bazar, bem como baixar os combustíveis.
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Sócrates para presidente, já!
Porra , que PR tão inútil. Altura de recordar o simplório Tino de Rans quando disse que este tipo apalhaçou em demasia a função de Presidente.
Vou fundar o partido “Abstenção” a ver se ganho com maioria
Fica aqui a minha aposta, dos que vão eleger deputados.
PS: 32% — Algo fragilizado com crises de combustível, eleições autárquicas e a fama de não conseguir passar um orçamento. Vai haver uma troca de bastantes votos entre o PS e o BE/PCP que é um pouco moeda ao ar. Acho que vai perder alguns votos para o PSD.
PSD: 29% – Vai recuperar algo, não por mérito próprio, mas mais por demérito da esquerda. Acho indiferente ser Rangel ou Rio para estas contas.
BE: 9% – Vai ter uma ligeira perda de votos que podem resultar em perder 1 ou 2 deputados. O BE e o PCP puxaram a corda ao PS porque não ganham nada em ter deixado de serem “partidos de oposição”. Ganha-se mais votos a reclamar de fora, do que a partilhar responsabilidades.
Chega: 7% – O grande vencedor da noite. A demagogia do partido vai inevitavelmente concretizar a sua imagem pública em número de deputados. Vai ser engraçado ver o que oferece o partido para além de ser o Ventura Unipessoal.
CDU: 6% – O mesmo que o BE. Perdem um ou dois deputados.
IL: 5% – O segundo grande vencedor da noite. Tal como o Chega, vão conseguir concretizar a imagem em deputados, e ter uma maior visibilidade na assembleia.
CDS: 2% – Vão conseguir manter alguns deputados, mas apenas graças aos apoiantes mais fiéis. Tudo o resto já abandonou para outros partidos.
PAN: 1% – Perdeu relevância e acredito que baixe para 1 deputado, máximo 2. Há mais partidos novos na assembleia que se voltam para questões mais importantes.
Volt: 1% – Acredito que poderá ser o Livre deste ano ao eleger o primeiro deputado. Não por simpatizar com eles, mas porque é o partido “fora do sistema” que parece ter a máquina mais oleada em imagem pública, visto que o Livre ficou muito afectado com a JKM. Será votado por quem não gosta dos que lá estão e procura uma alternativa.
No fundo, acho que não vai haver maiorias de nenhum lado. Nem à esquerda, nem à direita. E por isso vou buscar as minhas pipocas 🍿.
Está na altura de mudar. Finalmente.
Quem diria que dar posse a um governo minoritário e sem acordos escritos ia dar nisto, ainda por cima numa altura tão má.
República das Bananas.
Palhaçada do Marcelo, vamos todos que ir votar no princípio de Janeiro (o pior fim de Dezembro). PR partidário, ele que tome vergonha na cara em vez de ir o multibanco levantar dinheiro que o povo lhe paga para nos servir e não estar a fazer política de tasca
Lembrem-se que o PS pode aumentar o SMN e a função pública antes de bazar, bem como baixar os combustíveis.