Não há problema, o Zé Povinho paga e depois morre às portas do hospital à espera de ser atendido.
Dps o Tuga leva pulseira verde e morre 12 horas depois
Mas consultas para a minha avó é entre 6 meses a 2 anos. Tá bom. Mandem vir mais.
PS 2
Best place to live.
Tugués que paga impostos que fique para trás
Metam o Gôes a Catarina e irmãs Metralha a pagar esta m€rd@.
Enquanto isso vou ao centro de saúde e só tenho consulta pra fevereiro.
Eu costumo dizer que os drogados são mais bem tratados que o cidadão comum.. esses têm todas as semanas uma carrinha com médicos/enfermeiros ou o crl p/ dar apoio e merdas que precisem
Portugal 🤡
“Exemplificando, disse que a percentagem de pessoas atendidas no SNS sem seguros ou protocolos tem aumentado, passando de 32% em 2021 para 37% em 2022, 40% em 2023 e, este ano, até setembro, para 47%.”
Eu sou Português e pago os meus impostos. Não tenho seguro de saúde e quando vou ao Hospital porque parti um osso por exemplo, não pago nada também.
Os 47% são de TODAS as pessoas, estrangeiras ou portuguesas, não têm seguro e as outras 53% têm, apesar de no SNS ser utilizado preferencialmente por pessoal que não pode ir aos privados? (pá é verdade……) e isso incluiria pessoas como eu
Ou os 47% são 47% dos estrangeiros que não têm seguro e os outros 53% têm? E então no universo dos utentes todos quanto é que representa? Porque é completamente diferente se os estrangeiros forem só 10% das utilizações no SNS ou 30%…..mas na notícia não é explícito.
Edit: ortografia
47% de todas as pessoas atendidas estarem nestas condições é mais chocante do que 50 mil estrangeiros.
E ando eu há 2 anos à espera de uma consulta com um dermatologista, consulta essa que já foi adiada 2 vezes.
SIS – Serviço Internacional de Saúde
Lembro me de uma vez ir ao hospital de Cascais e enquanto estava a pagar as taxas moderadoras, ouvi um espanhol ao lado a comentar que não estava à espera que lhe fossem cobrar alguma coisa pelo tratamento que lhe tinha sido feito aos familiares (acho que acabou por pagar)
Ri-me com a falta de noção e fiquei a pensar no que acontece nos outros tantos que arrancam do hospital e voltam para os países de origem / tão em Portugal com vistos de férias, ou em outras situações, etc..
Delícia. Até aos 100% ainda há muitos estrangeiros sem seguro para atender!
É meio país a pagar para o outro meio. Ridículo…
Claro, o problema foram estes estrangeiros não a ministra que não vê emails, que já vai na 3a direção do inem, na treta dos concursos dos helicópteros e nas x demissões de direções hospitalares…
Fosse isto noutro tempos..
São “só” mais de 50mil a passarem à frente do zé tuga que se mata a trabalhar, do otário !
Ao fim do dia, o público é bem mais caro que o privado. Lembro-me quando vivia em Lisboa fui atormentado por uma pedra nos rins. Horrível. Quando saiu parecia um ouriço cacheiro. Fui 2x as urgências durante a noite. A primeira fiquei lá 11h, a segunda 12. Pouco tempo depois em Peniche de férias, tive mais um episódio. Em 45 minutos estava a sair das urgências. Ou seja, das outras vezes podia ter-me metido no carro, ia a Peniche, era atendido, fazia uma boa pausa para comer, e mesmo assim chegava antes do que se tivesse ido a qualquer hospital de Lisboa. Agora no privado o máximo que espero é 20 minutos. Sim, de bom grado pago em vez de ficar 10 horas no chão a revirar-me com dores. Levei o nosso recém-nascido as urgências no S. João. Ficou pior. Levei aos Lusíadas e disseram que apanhou um vírus quando fomos as urgências do S. João. Opah, poupem-me.
Não indica quantos não pagaram.
Falta também indicar o que andar a fazer o SNS e o M. Saude, é mais um problema para resolver
Não há problema, são eles que vão pagar as nossas reformas /s
País de/das bananas…
Parece-me pouco num país com 1 milhão de imigrantes e milhões de turistas anuais.
Tendo em vista alguns dos comentários feitos aqui, é possível dizer que a notícia cumpriu o seu objetivo. Muitas vezes esquecemos que, ao longo de toda a nossa história, fomos buscar riqueza nas terras dos outros, explorando, em diversas ocasiões, os recursos e as pessoas que lá estavam.
Mais recentemente, temos presenciado uma nova onda de emigração para vários países da Europa, movida pelos mesmos objetivos daqueles que vêm viver em Portugal. Essa busca por melhores condições de vida é semelhante à de quem, no passado, partiu rumo à Alemanha, França e Suíça durante o período da ditadura.
Vale lembrar que, de acordo com os protocolos da União Europeia, caso haja necessidade de tratamento médico em qualquer país-membro, não somos cobrados por isso. Esse é um benefício importante que reforça a cooperação entre os países da União.
Por fim, é importante destacar a contribuição dos emigrantes que têm vindo para Portugal. Apenas até agosto deste ano, eles já contribuíram com mais de 2.000 milhões de euros para a Segurança Social, enquanto receberam apenas 200 milhões em subsídios. Além disso, nos últimos cinco anos, esses emigrantes têm sido responsáveis, em grande parte, pelos nascimentos ocorridos no país.
Essas crianças são fundamentais para garantir a renovação da população, o equilíbrio da pirâmide etária e, em última instância, a sustentabilidade da Segurança Social. É graças a essa dinâmica que será possível assegurar o pagamento das nossas reformas no futuro.
O problema não é serem estrangeiros, o único mal disto é se forem imigrantes ilegais que nunca contribuíram com 1 cêntimo sequer para o país e são atendidos na mesma. Agora, se forem imigrantes ditos “normais”, que estão legais e que pagam os impostos como qualquer português não vejo mal nenhum serem atendidos sem seguros e sem protocolos.
28 comments
O nosso primeiro foi encomendar mais…
Não há problema, o Zé Povinho paga e depois morre às portas do hospital à espera de ser atendido.
Dps o Tuga leva pulseira verde e morre 12 horas depois
Mas consultas para a minha avó é entre 6 meses a 2 anos. Tá bom. Mandem vir mais.
PS 2
Best place to live.
Tugués que paga impostos que fique para trás
Metam o Gôes a Catarina e irmãs Metralha a pagar esta m€rd@.
Enquanto isso vou ao centro de saúde e só tenho consulta pra fevereiro.
Eu costumo dizer que os drogados são mais bem tratados que o cidadão comum.. esses têm todas as semanas uma carrinha com médicos/enfermeiros ou o crl p/ dar apoio e merdas que precisem
Portugal 🤡
“Exemplificando, disse que a percentagem de pessoas atendidas no SNS sem seguros ou protocolos tem aumentado, passando de 32% em 2021 para 37% em 2022, 40% em 2023 e, este ano, até setembro, para 47%.”
Eu sou Português e pago os meus impostos. Não tenho seguro de saúde e quando vou ao Hospital porque parti um osso por exemplo, não pago nada também.
Os 47% são de TODAS as pessoas, estrangeiras ou portuguesas, não têm seguro e as outras 53% têm, apesar de no SNS ser utilizado preferencialmente por pessoal que não pode ir aos privados? (pá é verdade……) e isso incluiria pessoas como eu
Ou os 47% são 47% dos estrangeiros que não têm seguro e os outros 53% têm? E então no universo dos utentes todos quanto é que representa? Porque é completamente diferente se os estrangeiros forem só 10% das utilizações no SNS ou 30%…..mas na notícia não é explícito.
Edit: ortografia
47% de todas as pessoas atendidas estarem nestas condições é mais chocante do que 50 mil estrangeiros.
E ando eu há 2 anos à espera de uma consulta com um dermatologista, consulta essa que já foi adiada 2 vezes.
SIS – Serviço Internacional de Saúde
Lembro me de uma vez ir ao hospital de Cascais e enquanto estava a pagar as taxas moderadoras, ouvi um espanhol ao lado a comentar que não estava à espera que lhe fossem cobrar alguma coisa pelo tratamento que lhe tinha sido feito aos familiares (acho que acabou por pagar)
Ri-me com a falta de noção e fiquei a pensar no que acontece nos outros tantos que arrancam do hospital e voltam para os países de origem / tão em Portugal com vistos de férias, ou em outras situações, etc..
Delícia. Até aos 100% ainda há muitos estrangeiros sem seguro para atender!
É meio país a pagar para o outro meio. Ridículo…
Claro, o problema foram estes estrangeiros não a ministra que não vê emails, que já vai na 3a direção do inem, na treta dos concursos dos helicópteros e nas x demissões de direções hospitalares…
Fosse isto noutro tempos..
São “só” mais de 50mil a passarem à frente do zé tuga que se mata a trabalhar, do otário !
Ao fim do dia, o público é bem mais caro que o privado. Lembro-me quando vivia em Lisboa fui atormentado por uma pedra nos rins. Horrível. Quando saiu parecia um ouriço cacheiro. Fui 2x as urgências durante a noite. A primeira fiquei lá 11h, a segunda 12. Pouco tempo depois em Peniche de férias, tive mais um episódio. Em 45 minutos estava a sair das urgências. Ou seja, das outras vezes podia ter-me metido no carro, ia a Peniche, era atendido, fazia uma boa pausa para comer, e mesmo assim chegava antes do que se tivesse ido a qualquer hospital de Lisboa. Agora no privado o máximo que espero é 20 minutos. Sim, de bom grado pago em vez de ficar 10 horas no chão a revirar-me com dores. Levei o nosso recém-nascido as urgências no S. João. Ficou pior. Levei aos Lusíadas e disseram que apanhou um vírus quando fomos as urgências do S. João. Opah, poupem-me.
Não indica quantos não pagaram.
Falta também indicar o que andar a fazer o SNS e o M. Saude, é mais um problema para resolver
Deixo aqui o link de uma reportagem emitida há um mês sobre esta temática: [https://www.rtp.pt/play/p12768/e798510/linha-da-frente](https://www.rtp.pt/play/p12768/e798510/linha-da-frente)
É dar-lhes pentobarbitona a todos
~~SNS~~ SIS – Sistema Internacional de Saúde
Não há problema, são eles que vão pagar as nossas reformas /s
País de/das bananas…
Parece-me pouco num país com 1 milhão de imigrantes e milhões de turistas anuais.
Tendo em vista alguns dos comentários feitos aqui, é possível dizer que a notícia cumpriu o seu objetivo. Muitas vezes esquecemos que, ao longo de toda a nossa história, fomos buscar riqueza nas terras dos outros, explorando, em diversas ocasiões, os recursos e as pessoas que lá estavam.
Mais recentemente, temos presenciado uma nova onda de emigração para vários países da Europa, movida pelos mesmos objetivos daqueles que vêm viver em Portugal. Essa busca por melhores condições de vida é semelhante à de quem, no passado, partiu rumo à Alemanha, França e Suíça durante o período da ditadura.
Vale lembrar que, de acordo com os protocolos da União Europeia, caso haja necessidade de tratamento médico em qualquer país-membro, não somos cobrados por isso. Esse é um benefício importante que reforça a cooperação entre os países da União.
Por fim, é importante destacar a contribuição dos emigrantes que têm vindo para Portugal. Apenas até agosto deste ano, eles já contribuíram com mais de 2.000 milhões de euros para a Segurança Social, enquanto receberam apenas 200 milhões em subsídios. Além disso, nos últimos cinco anos, esses emigrantes têm sido responsáveis, em grande parte, pelos nascimentos ocorridos no país.
https://sicnoticias.pt/economia/2024-10-22-video-imigrantes-pagam-muito-mais-do-que-recebem-seguranca-social-arrecadou-1800-milhoes-de-euros-so-ate-agosto-296ce575
Essas crianças são fundamentais para garantir a renovação da população, o equilíbrio da pirâmide etária e, em última instância, a sustentabilidade da Segurança Social. É graças a essa dinâmica que será possível assegurar o pagamento das nossas reformas no futuro.
[Homem morre depois de esperar 12 horas nas urgências em Coimbra – Renascença](https://rr.sapo.pt/noticia/pais/2024/11/17/homem-morre-depois-de-estar-12-horas-a-espera-nas-urgencias-em-coimbra/401878/)
Este ja nao entrou na estatistica!
O problema não é serem estrangeiros, o único mal disto é se forem imigrantes ilegais que nunca contribuíram com 1 cêntimo sequer para o país e são atendidos na mesma. Agora, se forem imigrantes ditos “normais”, que estão legais e que pagam os impostos como qualquer português não vejo mal nenhum serem atendidos sem seguros e sem protocolos.
Comments are closed.