Acidente de Cabrita. GNR analisa roupa, papel higiénico e fragmentos biológicos para sustentar tese de que vítima não estava a trabalhar

18 comments
  1. Trabalhar na manutenção das autoestradas já é assim tão precário que tem que ser o próprio trabalhador a adubar as plantas que la estão?

  2. Incrível, invés de andar a procura do que causou a morte, andam a procura do que pode safar o Cabrita, afinal se “não estava a trabalhar” no momento do acidente, a vitima se torna o culpado…

    Seja o que for que o gajo estava a fazer, nem que seja a cagar, estava no local por causa do serviço…

  3. Se isto é verdade é mais nojento que simplesmente a justiça fazer orelhas moucas. Mas a comunicação social também só existe para indignar as pessoas.

  4. > papel higiénico

    Uma coisa é inegável, a GNR está a começar pelos sitios mais óbvios. O lugar mais provável para encontrar algo relacionado com o cabrita é no meio da merda.

  5. “O Observador sabe que, para provar que Nuno Santos não estava a trabalhar quando foi colhido pelo carro em que seguia o ministro, a GNR tem estado a investigar papel higiénico e fragmentos biológicos.”

    Só uma ideia… Mas e que tal provar a causa de morte? Tipo levar com um carro em excesso de velocidade em claro incumprimento da lei.

  6. Também gosto de estar no meio da autoestrada nos tempos livros.

    Edit: lembrem-se destas merdas quando forem votar.

  7. Isto chama-se começar a atirar o barro à parede a ver se pega, quando saírem notícias sérias chamem-me. Para investigar um eventual homicídio por negligência estuda-se tudo o que se pode, porque não papel higiénico?

  8. Quando alguém da uma carga de lenha no Cabrita? Vai arranjar maneira de safar o pelo, e a família do trabalhador vai ficar sem indemnização.

  9. Na fábrica X estava tudo a trabalhar. De repente, um incêndio. A fábrica foi prontamente evacuada, mas mesmo assim bastantes trabalhadores ficaram feridos. Tiveram direito a assistência médica gratuita, a dias de baixa para recuperar, a alguma eventual indemnização. Todos? Todos menos um, que apesar de ferido não teve direito a nada, pois estava a resolver um assunto imperioso na casa de banho. Não há contrato de trabalho que salvaguarde as necessidades do corpo…

  10. Acho que é bom que se apure tudo, a velocidade, o que o trabalhador estava a fazer num local não interditado e tudo mais.

    Mas mesmo que tenha ocorrido alguma falha, deviam pagar uma indemização, é uma família que fica sem pai.

    E responsabilizar o motorista, se assim entendido.

Leave a Reply