Bloco de Esquerda deu emprego a Catarina Martins no dia a seguir a ter deixado o Parlamento

by Ace-_Ventura

13 comments
  1. Esperem até descobrirem os tachos que o BE conseguiu criar durante a gerigonça.

    A maezinha querida da Mariana Mortagua foi aos 65 anos promovida a diretora da Unidade de Desenvolvimento Social do Centro Distrital de Beja. Isto com um curso em Gestão Pública tirando em tempo recorde.

    Ou o paizinho o suposto antifascista, senhor que não se conhece emprego nem impostos pagos desde o 25 de Abril , mas no entanto morreu com um patrimônio de alguns milhões no nome.

  2. Qual é o problema aqui, exatamente? Ainda por cima a receber menos de um terço do que recebia como deputada…

  3. é!!!! ficava sem receber até ir para o Parlamento Europeu… haja misericórdia!

  4. Eu nem sequer voto no Bloco, nunca votei, mas acho piada gerar-se indignação por causa disto quando temos um histórico de décadas de governantes que após saírem dos seus cargos vão imediatamente para altos quadros de grandes empresas ou bancos, casos de claro conflito de interesses de uma gravidade incomparável.

    Patético.

  5. a ganhar 1100 euros ? BE a contribuir para os baixos salários em Portugal

  6. Eu nunca sequer votei no bloco, mas parece-me que isto é um completo não-assunto… Uma figura importante dentro do partido é funcionária do partido… Que choque! E ainda por cima ganha mal. Não têm mais nada com que se indignar?

  7. Coerentes, defendem a kleptocracia. A culpa é do colonialismo e do grande capital.

  8. Que informação dramática..eu não sei nem nunca pertenci a nenhum partido mas isto é assim tão estranho?!?
    Faz-me mais confusão quando eles encontram trabalho numa empresa que tinha ganho um concurso público em que o político tinha o poder de decisão. Serem contratados pelo próprio partido considero apenas que se trata de apoio tendo em conta que havia planos futuros dentro do partido para essa pessoa.

  9. Para quem não percebe, ser deputado não é emprego nem carreira profissional, é uma situação transitória.

    Um professor, um bancário ou um advogado, não deixam de o ser só porque suspendem a atividade para ir para o parlamento e quando terminam os mandatos, devem regressar aos seus postos de trabalho (isto até está previsto na lei).

    O salário base de um deputado é 3800€ limpos e a Catarina Martins é co-proprietária de um alojamento local com 5 casas no Sabugal, mas aparentemente é tão má gestora do seu orçamento pessoal, que não pode passar um par de meses sem receber.

  10. Um partido a usar o seu próprio dinheiro para pagar um “tacho” de 1100 euros a uma funcionária. Que informação dramática.

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