Negócio das grávidas estrangeiras que utilizam o SNS português para ter os filhos é controlado por cidadãos estrangeiros.

by Sardinha42

17 comments
  1. Após ter tentado algumas vezes, por algum motivo, deixar o nome “Ana Leal” parece estar a criar alguns problemas com a publicação do post. Por muito que saiba que devemos deixar o titulo original, apenas removi o nome dela do titulo e isso não infringe a regra:

    > “Regra 5: Desinformação, notícias antigas e **editorialização** – Submissões cujo intuito corrompe a verdade verificável, ou o contexto da mesma. Explicação: Algumas manifestações da Regra 5: 5.1: Editorialização: Todas as submissões de artigos noticiosos devem manter o título original. Qualquer comentário suplementar pelo OP deve ser feito nos comentários do post.

    Remover o nome da reporter não corrompe a verdade do contexto da noticia nem adiciona qualquer comentário suplementar da parte do OP. Dito isto, o problema não parece ser a fonte da noticia porque e passo a citar: “Não sei o que é o NOW mas tem sempre atenção à data do acontecimento/artigo.” e o outro tópico meu foi removido pelas fontes antigas que após conversa com a moderação, não aparenta haver problema com esta fonte porque é mais recente que os 6 meses pedidos e aparentemente desta vez foi. Fica aqui novamente mas apenas com a noticia de deste mês de forma a não bater de frente com as regras novamente.

    > A investigação do Repórter Sábado descobriu — além de que o SNS é usado por estrangeiras que viajam para Portugal já grávidas e querem ter os filhos em segurança no nosso país, sem qualquer custo — que este negócio é controlado por cidadãos estrangeiros que, até ao parto, colocam as grávidas a viverem em espaços a poucos metros dos hospitais onde vão ter os filhos.

    > Quem está por trás deste esquema chega a cobrar a cada mulher cerca de 500 euros, como explicou a jornalista Ana Leal no NOW durante a manhã deste sábado.

    > “Em Loures, uma cave que está controlado por cidadãos paquistaneses e do Bangladesch, acolhe grávidas que estão lá no tempo de permanência em Portugal. Tem condições verdadeiramente desumanas, onde uma cama custa 500 euros, e estão a 100 metros do hospital Beatriz Angelo”, mencionou ainda a jornalista.

    Respeitem as regras do sub.

  2. isto é completamente inadmíssivel e a abusar da boa bontade do sistema. À entrada em Portugal a alguém para além das 30 semanas de gravidez, deveria ser requerida a prova de fundos (6k – valor do parto)

  3. Já trabalhei em alguns sítios em que era perfeitamente comum aparecerem brasileiras com 7 ou 8 meses de gravidez, novas em Portugal, para serem acompanhadas e depois terem o parto.

  4. “Em Loures, uma cave que está controlado por cidadãos paquistaneses e do Bangladeche, acolhe grávidas que estão lá no tempo de permanência em Portugal. Tem condições verdadeiramente desumanas, onde uma cama custa 500 euros, e estão a 100 metros do hospital Beatriz Angelo”, mencionou ainda a jornalista.

    O BA nao tem nada à volta, estou curioso por ver onde sera tal cave… No continente?

  5. É deixar entrar a torto e a direito pessoal. O país precisa de imigrantes. Eles até dão lucro à segurança social.

  6. Não espanta que os serviços de obstetrícia estão esgotados

  7. Está tudo aqui a ignorar os americanos que chegam aqui para fazer tratamentos de cancro que custam acima de 100k ao estado. Pelo meio compram umas casas. Gentrificam. E ainda temos de os ouvir na rua com aquele sotaque de merda de mola no nariz a dizer “oh ma goooood. Portugal is sooo cheap.”

  8. ISTO É MENTIRA! (em modo Joacine) ![gif](emote|free_emotes_pack|smile)

    Este post é xenófobo e essas coisas todas. Nós portugueses temos capacidade para pagar mais impostos e financiar ainda mais o Serviço Internacional de Sáude. E quem disser o contrário não é humanista e coiso e tal! ![gif](emote|free_emotes_pack|trollface)

    E agora vou masé ver o Domingão e à noite o Big Breda. ![gif](emote|free_emotes_pack|stuck_out_tongue)![gif](emote|free_emotes_pack|grin)

  9. Nao está a fazer muitos amigos. Um dia destes tens um acidente ou um qualquer “equivoco judicial”

  10. Tenho a certeza que a NOW, depois de terminar a reportagem, contactou de imediato as autoridades para lhes indicar os indícios que encontraram.

  11. E as pessoas ainda se queixam do SNS, quando temos um verdadeiro Sistema Internacional de Saúde.

    Mas falando a sério, nunca percebi porque não é obrigatório ter seguro de saúde para estrangeiros que entram no país.

  12. Isto é explorar um sistema que não foi desenhado para receber estrangeiros. Noutros países europeus, são mais de 10.000€ para um parto num hospital sem ser residente, e mesmo que seja residente, intervenções médicas não urgentes nem estão cobertas durante os primeiros 6 meses. Dar à luz não é considerada uma intervenção médica urgente porque se sabe com bastante antecedência que se vai dar à luz.

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