Devido à medida de venha tudo não interessa como do governo anterior, como fica o estado destes 108 mil imigrantes ilegais? vão andar por aí de forma ilegal? vão retornar pelos seus próprios pés ao sítio de onde vieram ou vão pisgar-se para outros países? ou terão ainda os contribuintes que pagar a viagem de volta destes 108 mil?
Tudo questões pertinentes que dúvido que sejam respondidas.
Se são ilegais, é retorna-los a origem com proibição de regressarem durante 5-10 anos
>**A Agência para a Integração Migrações e Asilo (AIMA) está a atender cinco mil imigrantes por dia, tendo multiplicado a sua capacidade de atendimento. Dos 400 mil pedidos de regularização que em junho estavam por resolver, 108 mil foram “rejeitados”.**
>O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, avançou que o Governo aumentou a capacidade de resposta face aos 400 mil processos de regularização de imigrantes que estavam por resolver em junho. Em entrevista ao “Público” e à “Renascença”, o ministro esclareceu que a AIMA, que deu lugar ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), está a atender cinco mil imigrantes por dia. “Estamos a falar de 400 mil casos pendentes, resultado de uma herança pesadíssima, de uma ausência de política de imigração, ou de escolhas profundamente erradas, como a de porta escancarada e o desmantelamento do SEF, que deixou o Estado paralisado”, disse.
>Em seis meses, foram atendidas 113 mil pessoas, de quem “temos processos a andar”. Ao mesmo tempo, Leitão Amaro referiu que o instituto público também está a “avançar com a notificação para rejeição de 108 mil”. “Isto é muito importante para os cidadãos estrangeiros que estavam cá numa situação indigna, porque não tinham papéis, o acesso à habitação e acesso ao mercado de trabalho estava profundamente prejudicado, portanto, tinham as suas vidas suspensas, mas também é muito importante para os portugueses”, acrescentou.
>Questionado sobre quando é o número de imigrantes por regularizar estará normalizado, o ministro da Presidência notou que “os horizontes temporais” são os mesmos de quando o Governo tomou posse e, por isso, apontou até ao “próximo verão”. Já em resposta ao presidente do Conselho Nacional para as Migrações e Asilo, António Vitorino, que pediu mais “ousadia” na legislação dos imigrantes, Leitão Amaro atirou que estão marcadas, para a próxima semana, “reuniões com as confederações patronais para regular um regime de migração” que vai permitir “uma tramitação rápida”, mantendo controlo um “controlo efetivo e co-responsabilização do empregador para migração laboral regular”.
>Sobre a conferência de imprensa do primeiro-ministro sobre segurança, após os tumultos na zona da Grande Lisboa, o governante diz que “quem não compreende a prioridade que este Governo e este primeiro-ministro dão à segurança não compreendeu bem o país nem o povo que temos”.
6 meses = ~180 dias. Vamos dizer que só contam os dias úteis, ~125 dias. A 5.000 pessoas por dia são 625.000 pessoas, não são 113.000 Por isso suponho que os 5.000 por dia sejam alguma programa especial para limpar o backlog.
Também gosto muito do equilibrismo de tentar dar a impressão que estão a expulsar magotes de gente que entrou “pela política de portas abertas” enquanto ao mesmo tempo se vai discutir direitos de migração (e portanto sobre os migrantes) com os patrões.
“rejeitou”. significa que não apresentaram um pedido regular. é preciso saber ver a diferença.
Finalmente uma medida decente deste governo
Finalmente o bar aberto à moda tuga socialista acabou. Portugal já não tem as portas escancaradas.
Algo aqui não bate certo. É só que tenho para dizer.
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Devido à medida de venha tudo não interessa como do governo anterior, como fica o estado destes 108 mil imigrantes ilegais? vão andar por aí de forma ilegal? vão retornar pelos seus próprios pés ao sítio de onde vieram ou vão pisgar-se para outros países? ou terão ainda os contribuintes que pagar a viagem de volta destes 108 mil?
Tudo questões pertinentes que dúvido que sejam respondidas.
Se são ilegais, é retorna-los a origem com proibição de regressarem durante 5-10 anos
>**A Agência para a Integração Migrações e Asilo (AIMA) está a atender cinco mil imigrantes por dia, tendo multiplicado a sua capacidade de atendimento. Dos 400 mil pedidos de regularização que em junho estavam por resolver, 108 mil foram “rejeitados”.**
>O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, avançou que o Governo aumentou a capacidade de resposta face aos 400 mil processos de regularização de imigrantes que estavam por resolver em junho. Em entrevista ao “Público” e à “Renascença”, o ministro esclareceu que a AIMA, que deu lugar ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), está a atender cinco mil imigrantes por dia. “Estamos a falar de 400 mil casos pendentes, resultado de uma herança pesadíssima, de uma ausência de política de imigração, ou de escolhas profundamente erradas, como a de porta escancarada e o desmantelamento do SEF, que deixou o Estado paralisado”, disse.
>Em seis meses, foram atendidas 113 mil pessoas, de quem “temos processos a andar”. Ao mesmo tempo, Leitão Amaro referiu que o instituto público também está a “avançar com a notificação para rejeição de 108 mil”. “Isto é muito importante para os cidadãos estrangeiros que estavam cá numa situação indigna, porque não tinham papéis, o acesso à habitação e acesso ao mercado de trabalho estava profundamente prejudicado, portanto, tinham as suas vidas suspensas, mas também é muito importante para os portugueses”, acrescentou.
>Questionado sobre quando é o número de imigrantes por regularizar estará normalizado, o ministro da Presidência notou que “os horizontes temporais” são os mesmos de quando o Governo tomou posse e, por isso, apontou até ao “próximo verão”. Já em resposta ao presidente do Conselho Nacional para as Migrações e Asilo, António Vitorino, que pediu mais “ousadia” na legislação dos imigrantes, Leitão Amaro atirou que estão marcadas, para a próxima semana, “reuniões com as confederações patronais para regular um regime de migração” que vai permitir “uma tramitação rápida”, mantendo controlo um “controlo efetivo e co-responsabilização do empregador para migração laboral regular”.
>Sobre a conferência de imprensa do primeiro-ministro sobre segurança, após os tumultos na zona da Grande Lisboa, o governante diz que “quem não compreende a prioridade que este Governo e este primeiro-ministro dão à segurança não compreendeu bem o país nem o povo que temos”.
6 meses = ~180 dias. Vamos dizer que só contam os dias úteis, ~125 dias. A 5.000 pessoas por dia são 625.000 pessoas, não são 113.000 Por isso suponho que os 5.000 por dia sejam alguma programa especial para limpar o backlog.
Também gosto muito do equilibrismo de tentar dar a impressão que estão a expulsar magotes de gente que entrou “pela política de portas abertas” enquanto ao mesmo tempo se vai discutir direitos de migração (e portanto sobre os migrantes) com os patrões.
“rejeitou”. significa que não apresentaram um pedido regular. é preciso saber ver a diferença.
Finalmente uma medida decente deste governo
Finalmente o bar aberto à moda tuga socialista acabou. Portugal já não tem as portas escancaradas.
Algo aqui não bate certo. É só que tenho para dizer.
Por ordem na casa
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