Os portugueses lêm bem

by Anxious-Box9929

20 comments
  1. Não aprecio o humor do autor, mas aqui esteve bem.

  2. O revisor do Expresso deve ter ataque de ansiedade sempre que pensa neste artigo (ou então vingou-se e ajudou com ideias…)

  3. Eu a ler o titulo apenas pensei: “algo de errado não está certo”

  4. Não sendo o seu maior fã, sou apreciador da sua arte.

    Mas fds não consegui ler além do título lol
    Obrigado Manel.

  5. Forcei-me a ler e fiquei com uma dor de cabeça. Bem feito.

  6. Ironicamente, “lêm” está errado, a palavra correcta é leem.

  7. “Derivado a”, o *hallmark* do gajo que não sabe bem falar e que julga que está a fazer grande figura. Bem apanhado.

  8. Foda-se foi uma boa leitura enquanto almoçava. Boas gargalhadas

  9. O Manuel Cardoso esteve bem, mas não abordou a mais recente pandemia do Português escrito, que é a utilização de “no qual”. Até gostei de ler, no qual nem sou grande fã do autor.

  10. Foi uma dor ler este texto.

    “Podia estar mais bem melhor escrito, mas prontos!”

  11. Perdeu a oportunidade de escrever “promenores”. Fraqinho

  12. Como é que alguém escreve um texto destes e não sabe que a terceira pessoa do plural do ver ler é **leem**

    Edit: muda a tag para humor

  13. Erros comuns:

    * ouvir “tu fizestes”, “tu comestes”, “tu andastes” etc. Um erro grosseiro em que é adicionado um [s] no final da forma verbal conjugada no pretérito perfeito da segunda pessoa do singular. Dever-se-ia escrever, óbvia e respetivamente, tu fizeste, tu comeste, tu andaste etc.;
    * a supressão da sílaba inicial [es] nas formas verbais do verbo estar. Ouve-se muito, por exemplo, “tu tavas feliz”, “tu tiveste mal”, quando o pretendido era respetivamente “tu estavas feliz” e “tu estiveste mal”;
    * ouvir “a gente vamos”, “a gente andamos”, etc. Outro erro gramatical grosseiro considerando que, “a gente” é sempre conjugada na terceira pessoa do singular, ou seja, óbvia e respetivamente, a gente vai, a gente anda, etc.;
    * dizer “quaisquers”, outro erro, pois o plural de qualquer é quaisquer;
    * o uso da palavra “prontos” como advérbio, quando esta palavra em Português apenas se aceita enquanto adjetivo masculino plural de pronto, como, por exemplo, na seguinte frase: “os trabalhos estão prontos”;
    * a confusão entre mal e mau; assim como entre bem e bom. Bem e mal são substantivos (“o bem venceu o mal”) ou advérbios (“o trabalho foi bem realizado”), enquanto mau e bom são advérbios ou adjetivos (“o trabalho do João está bom, mas o do Miguel está mau”);
    * a confusão entre à e há: a partícula à é a contração (“junção” ou “fusão”) da preposição a com o artigo definido ou pronome a. Exemplo: “o teu carro é semelhante ao meu; e a tua bicicleta é semelhante à minha”, poque diz-se que “algo é semelhante a (preposição) *algo*”, e se este *algo* for a (artigo) minha bicicleta, os dois a fundem-se formando-se à (a+a=à, da mesma forma que a+o=ao ou que de+a=da, etc.). Já no caso de há, trata-se apenas da conjugação do verbo haver (há muita gente no café). A confusão surge essencialmente perante períodos temporais (Ex: há dois dias que chove, porque existem dois dias para trás desde que chove);
    * confunde-se também bastante vem, vêm e veem vem e vêm são formas verbais do verbo vir, conjugadas no presente do indicativo. Enquanto vem é a conjugação na terceira pessoa do *singular*, vêm é a conjugação na terceira pessoa do *plural*. Ex.: Quando o José vem, vêm sempre também os seus pais. veem é a conjugação da terceira pessoa do plural, no presente do indicativo, do verbo ver. Ex: “as águias veem bem ao longe”;
    * escrever “tem haver com” em vez de “tem a ver com”. A expressão “ter a ver com” significa apenas “estar relacionado com”.

    [Fonte](https://pt.quora.com/Quais-s%C3%A3o-os-erros-de-portugu%C3%AAs-mais-comuns-que-voc%C3%AA-encontra-no-dia-a-dia)

  14. Bem escrevido pá! OCDE, não falas mal de nós outra vês ouvis-te?

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