Não aprecio o humor do autor, mas aqui esteve bem.
[deleted]
O revisor do Expresso deve ter ataque de ansiedade sempre que pensa neste artigo (ou então vingou-se e ajudou com ideias…)
Eu a ler o titulo apenas pensei: “algo de errado não está certo”
No geral este tipo é muito bom
Não sendo o seu maior fã, sou apreciador da sua arte.
Mas fds não consegui ler além do título lol
Obrigado Manel.
Forcei-me a ler e fiquei com uma dor de cabeça. Bem feito.
Ironicamente, “lêm” está errado, a palavra correcta é leem.
“Derivado a”, o *hallmark* do gajo que não sabe bem falar e que julga que está a fazer grande figura. Bem apanhado.
Foda-se foi uma boa leitura enquanto almoçava. Boas gargalhadas
lêem
O Manuel Cardoso esteve bem, mas não abordou a mais recente pandemia do Português escrito, que é a utilização de “no qual”. Até gostei de ler, no qual nem sou grande fã do autor.
[deleted]
Faltou o grande: Puseste onde? Puzio ali.
Foi uma dor ler este texto.
“Podia estar mais bem melhor escrito, mas prontos!”
Perdeu a oportunidade de escrever “promenores”. Fraqinho
Ele fez a cena ele fez a cena !!!
Como é que alguém escreve um texto destes e não sabe que a terceira pessoa do plural do ver ler é **leem**
Edit: muda a tag para humor
Erros comuns:
* ouvir “tu fizestes”, “tu comestes”, “tu andastes” etc. Um erro grosseiro em que é adicionado um [s] no final da forma verbal conjugada no pretérito perfeito da segunda pessoa do singular. Dever-se-ia escrever, óbvia e respetivamente, tu fizeste, tu comeste, tu andaste etc.;
* a supressão da sílaba inicial [es] nas formas verbais do verbo estar. Ouve-se muito, por exemplo, “tu tavas feliz”, “tu tiveste mal”, quando o pretendido era respetivamente “tu estavas feliz” e “tu estiveste mal”;
* ouvir “a gente vamos”, “a gente andamos”, etc. Outro erro gramatical grosseiro considerando que, “a gente” é sempre conjugada na terceira pessoa do singular, ou seja, óbvia e respetivamente, a gente vai, a gente anda, etc.;
* dizer “quaisquers”, outro erro, pois o plural de qualquer é quaisquer;
* o uso da palavra “prontos” como advérbio, quando esta palavra em Português apenas se aceita enquanto adjetivo masculino plural de pronto, como, por exemplo, na seguinte frase: “os trabalhos estão prontos”;
* a confusão entre mal e mau; assim como entre bem e bom. Bem e mal são substantivos (“o bem venceu o mal”) ou advérbios (“o trabalho foi bem realizado”), enquanto mau e bom são advérbios ou adjetivos (“o trabalho do João está bom, mas o do Miguel está mau”);
* a confusão entre à e há: a partícula à é a contração (“junção” ou “fusão”) da preposição a com o artigo definido ou pronome a. Exemplo: “o teu carro é semelhante ao meu; e a tua bicicleta é semelhante à minha”, poque diz-se que “algo é semelhante a (preposição) *algo*”, e se este *algo* for a (artigo) minha bicicleta, os dois a fundem-se formando-se à (a+a=à, da mesma forma que a+o=ao ou que de+a=da, etc.). Já no caso de há, trata-se apenas da conjugação do verbo haver (há muita gente no café). A confusão surge essencialmente perante períodos temporais (Ex: há dois dias que chove, porque existem dois dias para trás desde que chove);
* confunde-se também bastante vem, vêm e veem vem e vêm são formas verbais do verbo vir, conjugadas no presente do indicativo. Enquanto vem é a conjugação na terceira pessoa do *singular*, vêm é a conjugação na terceira pessoa do *plural*. Ex.: Quando o José vem, vêm sempre também os seus pais. veem é a conjugação da terceira pessoa do plural, no presente do indicativo, do verbo ver. Ex: “as águias veem bem ao longe”;
* escrever “tem haver com” em vez de “tem a ver com”. A expressão “ter a ver com” significa apenas “estar relacionado com”.
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Não aprecio o humor do autor, mas aqui esteve bem.
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O revisor do Expresso deve ter ataque de ansiedade sempre que pensa neste artigo (ou então vingou-se e ajudou com ideias…)
Eu a ler o titulo apenas pensei: “algo de errado não está certo”
No geral este tipo é muito bom
Não sendo o seu maior fã, sou apreciador da sua arte.
Mas fds não consegui ler além do título lol
Obrigado Manel.
Forcei-me a ler e fiquei com uma dor de cabeça. Bem feito.
Ironicamente, “lêm” está errado, a palavra correcta é leem.
“Derivado a”, o *hallmark* do gajo que não sabe bem falar e que julga que está a fazer grande figura. Bem apanhado.
Foda-se foi uma boa leitura enquanto almoçava. Boas gargalhadas
lêem
O Manuel Cardoso esteve bem, mas não abordou a mais recente pandemia do Português escrito, que é a utilização de “no qual”. Até gostei de ler, no qual nem sou grande fã do autor.
[deleted]
Faltou o grande: Puseste onde? Puzio ali.
Foi uma dor ler este texto.
“Podia estar mais bem melhor escrito, mas prontos!”
Perdeu a oportunidade de escrever “promenores”. Fraqinho
Ele fez a cena ele fez a cena !!!
Como é que alguém escreve um texto destes e não sabe que a terceira pessoa do plural do ver ler é **leem**
Edit: muda a tag para humor
Erros comuns:
* ouvir “tu fizestes”, “tu comestes”, “tu andastes” etc. Um erro grosseiro em que é adicionado um [s] no final da forma verbal conjugada no pretérito perfeito da segunda pessoa do singular. Dever-se-ia escrever, óbvia e respetivamente, tu fizeste, tu comeste, tu andaste etc.;
* a supressão da sílaba inicial [es] nas formas verbais do verbo estar. Ouve-se muito, por exemplo, “tu tavas feliz”, “tu tiveste mal”, quando o pretendido era respetivamente “tu estavas feliz” e “tu estiveste mal”;
* ouvir “a gente vamos”, “a gente andamos”, etc. Outro erro gramatical grosseiro considerando que, “a gente” é sempre conjugada na terceira pessoa do singular, ou seja, óbvia e respetivamente, a gente vai, a gente anda, etc.;
* dizer “quaisquers”, outro erro, pois o plural de qualquer é quaisquer;
* o uso da palavra “prontos” como advérbio, quando esta palavra em Português apenas se aceita enquanto adjetivo masculino plural de pronto, como, por exemplo, na seguinte frase: “os trabalhos estão prontos”;
* a confusão entre mal e mau; assim como entre bem e bom. Bem e mal são substantivos (“o bem venceu o mal”) ou advérbios (“o trabalho foi bem realizado”), enquanto mau e bom são advérbios ou adjetivos (“o trabalho do João está bom, mas o do Miguel está mau”);
* a confusão entre à e há: a partícula à é a contração (“junção” ou “fusão”) da preposição a com o artigo definido ou pronome a. Exemplo: “o teu carro é semelhante ao meu; e a tua bicicleta é semelhante à minha”, poque diz-se que “algo é semelhante a (preposição) *algo*”, e se este *algo* for a (artigo) minha bicicleta, os dois a fundem-se formando-se à (a+a=à, da mesma forma que a+o=ao ou que de+a=da, etc.). Já no caso de há, trata-se apenas da conjugação do verbo haver (há muita gente no café). A confusão surge essencialmente perante períodos temporais (Ex: há dois dias que chove, porque existem dois dias para trás desde que chove);
* confunde-se também bastante vem, vêm e veem vem e vêm são formas verbais do verbo vir, conjugadas no presente do indicativo. Enquanto vem é a conjugação na terceira pessoa do *singular*, vêm é a conjugação na terceira pessoa do *plural*. Ex.: Quando o José vem, vêm sempre também os seus pais. veem é a conjugação da terceira pessoa do plural, no presente do indicativo, do verbo ver. Ex: “as águias veem bem ao longe”;
* escrever “tem haver com” em vez de “tem a ver com”. A expressão “ter a ver com” significa apenas “estar relacionado com”.
[Fonte](https://pt.quora.com/Quais-s%C3%A3o-os-erros-de-portugu%C3%AAs-mais-comuns-que-voc%C3%AA-encontra-no-dia-a-dia)
Bem escrevido pá! OCDE, não falas mal de nós outra vês ouvis-te?
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