Mais uma na feliz jornada do sr. Montenegro e restantes em estrangular efeitos do único Governo que se propôs a trabalhar no setor habitacional
“Das mais de 59 mil casas contabilizadas, a grande maioria destina-se a reabilitação e não a construção nova:
-40.984 dizem respeito a projetos de reabilitação de casas ou aquisição para posterior reabilitação (cerca de 70% do total);
-14.216 casas novas, seja por via da construção nova em terrenos disponíveis ou da aquisição de terrenos para, depois, construir casas (24% do total);
-4.109 correspondem à compra de casas sem necessidade de reabilitação;”
“(…)Recorde-se que a meta ( do programa 1° Direito do anterior Governo) passava por aumentar o peso da habitação com apoio público de 2% para 5% do parque habitacional total, o que significaria colocar no mercado mais 170 mil casas”
“Estas casas novas disponibilizadas no âmbito do 1º Direito vão ter um impacto reduzido no aumento do parque habitacional público, aumentando-o dos atuais 2% para apenas 2,6% do total (+34.127 casas públicas).”
No entanto, haverá “(…)menos concelhos com parque público inferior a 2% (deverá cair de 258 para 188) e mais concelhos que terão casas públicas acima de 5% do total (deverão subir de seis para 16), por exemplo.”
Agora dividam essas casas por 1 milhão de pessoas que temos a mais.
O número é claramente insuficiente, mas tem de se saudar dar prioridade à reabilitação urbana. Precisamos de cidades vivas, não subúrbios mortos e dependentes do automóvel.
Eu tive de comprar a minha
Mas que lixo de artigo.
Reabilitar as ruinas vergonhosas em plena crise de habitação que se veem em todas as cidadas em boas localizações é mau agora?
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Mais uma na feliz jornada do sr. Montenegro e restantes em estrangular efeitos do único Governo que se propôs a trabalhar no setor habitacional
“Das mais de 59 mil casas contabilizadas, a grande maioria destina-se a reabilitação e não a construção nova:
-40.984 dizem respeito a projetos de reabilitação de casas ou aquisição para posterior reabilitação (cerca de 70% do total);
-14.216 casas novas, seja por via da construção nova em terrenos disponíveis ou da aquisição de terrenos para, depois, construir casas (24% do total);
-4.109 correspondem à compra de casas sem necessidade de reabilitação;”
“(…)Recorde-se que a meta ( do programa 1° Direito do anterior Governo) passava por aumentar o peso da habitação com apoio público de 2% para 5% do parque habitacional total, o que significaria colocar no mercado mais 170 mil casas”
“Estas casas novas disponibilizadas no âmbito do 1º Direito vão ter um impacto reduzido no aumento do parque habitacional público, aumentando-o dos atuais 2% para apenas 2,6% do total (+34.127 casas públicas).”
No entanto, haverá “(…)menos concelhos com parque público inferior a 2% (deverá cair de 258 para 188) e mais concelhos que terão casas públicas acima de 5% do total (deverão subir de seis para 16), por exemplo.”
Agora dividam essas casas por 1 milhão de pessoas que temos a mais.
O número é claramente insuficiente, mas tem de se saudar dar prioridade à reabilitação urbana. Precisamos de cidades vivas, não subúrbios mortos e dependentes do automóvel.
Eu tive de comprar a minha
Mas que lixo de artigo.
Reabilitar as ruinas vergonhosas em plena crise de habitação que se veem em todas as cidadas em boas localizações é mau agora?
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