“…a Comissão Europeia avisa os Estados-membros mais endividados de que é preciso começar a reduzir gradualmente a dívida pública e o défice orçamental no próximo ano…Porém, alerta que a redução não pode ser “demasiado abrupta” uma vez que iria penalizar o crescimento económico e, por essa via, a sustentabilidade da própria dívida.”
“Assim, o executivo comunitário decidiu reforçar a ideia de que terá flexibilidade — dando atenção à “situação específica” de cada país — na aplicação das atuais regras orçamentais, cuja suspensão deverá terminar no próximo ano. Para já, com base nas previsões de inverno, a Comissão Europeia considera que é preciso fazer a transição de uma política orçamental expansionista (em vigor entre 2020 e 2022) para uma posição neutral em 2023.”
Nós, lambe-cus como somos, devemos poder gozar de alguma flexibilidade do soberano.
Agora é que o Costa vai nomear um sucessor!
Bem a Comissão Europeia a trazer para primeiro plano o que realmente importa!
A economia mundial está ainda de rastos por causa do Covid? Sim!
A pouca recuperação económica que estava a haver levou *literalmente* com um míssil de cruzeiro? Sim!
Mas importante, importante é o défice!
Bem fez o Rui Rio que depois de perder as eleições chamou a atenção para o pormenor importantíssimo do PSD ter as contas todas certinhas e em dia.
Quem não contribuí positivamente para a UE ao fim de X anos devia ser mandado fora.
Portugal e a Grécia já deviam ter sido expulsos à muito.
Ia escrever que parem de cobrir os falhanços de gestão económica do PS, BE e PCP que as pessoas iam sofrer as verdadeiras consequências e iam abrir a pestana, mas não, não iriam, tal como o PS já causou três bancarrotas, teve o Sócrates e o poder de compra continua a diminuir e continuam a votar neles e culpam o Passos Coelho por coisas assinadas pelo Sócrates.
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“…a Comissão Europeia avisa os Estados-membros mais endividados de que é preciso começar a reduzir gradualmente a dívida pública e o défice orçamental no próximo ano…Porém, alerta que a redução não pode ser “demasiado abrupta” uma vez que iria penalizar o crescimento económico e, por essa via, a sustentabilidade da própria dívida.”
“Assim, o executivo comunitário decidiu reforçar a ideia de que terá flexibilidade — dando atenção à “situação específica” de cada país — na aplicação das atuais regras orçamentais, cuja suspensão deverá terminar no próximo ano. Para já, com base nas previsões de inverno, a Comissão Europeia considera que é preciso fazer a transição de uma política orçamental expansionista (em vigor entre 2020 e 2022) para uma posição neutral em 2023.”
Nós, lambe-cus como somos, devemos poder gozar de alguma flexibilidade do soberano.
Agora é que o Costa vai nomear um sucessor!
Bem a Comissão Europeia a trazer para primeiro plano o que realmente importa!
A economia mundial está ainda de rastos por causa do Covid? Sim!
A pouca recuperação económica que estava a haver levou *literalmente* com um míssil de cruzeiro? Sim!
Mas importante, importante é o défice!
Bem fez o Rui Rio que depois de perder as eleições chamou a atenção para o pormenor importantíssimo do PSD ter as contas todas certinhas e em dia.
Quem não contribuí positivamente para a UE ao fim de X anos devia ser mandado fora.
Portugal e a Grécia já deviam ter sido expulsos à muito.
Ia escrever que parem de cobrir os falhanços de gestão económica do PS, BE e PCP que as pessoas iam sofrer as verdadeiras consequências e iam abrir a pestana, mas não, não iriam, tal como o PS já causou três bancarrotas, teve o Sócrates e o poder de compra continua a diminuir e continuam a votar neles e culpam o Passos Coelho por coisas assinadas pelo Sócrates.