Até tentou disfarçar as suas ambições políticas durante algum tempo mas não aguentou mais.
Apesar de tudo, sem o Stop tenho sérias dúvidas de que os professores tivessem obtido as concessões que obtiveram, mostrou bem a palhaçada que são os sindicatos tradicionais.
Com a qualidade dos hipotéticos candidatos de quem se tem falado, até votava no senhor.
Estou curioso. Como irá o André Pestana reagir, enquanto presidente, quando acontecerem greves no futuro?
Era óbvio para todos que ele tinha ambições políticas. O movimento STOP usurpou o lado sindicalista da FenProf e usou a greve dos professores como arma política. A luta deixou de ser sobre a melhoria das condições que os professores mereciam para passar a ser sobre os danos que estes alcançaram através das greves. Parece-me claro, aliás, que quando a FenProf era o principal movimento sindicalista dos professores, imperou o diálogo.
Por isso, deixo à minha imaginação e criatividade aquilo que ele fará enquanto presidente quando outras áreas da sociedade com o mesmo peso (médicos, enfermeiros, bombeiros, polícias etc.), começarem a fazer o mesmo tipo de greve que o Movimento STOP procurou. Será que vai estar do lado dos trabalhadores e funcionários ou vai entrar no jogo político de ‘o país tem de funcionar’ dos seus antecessores?
Não lhe perdoo que às custas de ele se ter tentado candidatar pelo MAS e da confusão que daí adveio e que impediu o partido de apresentar listas, não tive o prazer de ver a Renata Cambra no último debate para as legislativas
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Estas eleições vão ser tão engraçadas
Até tentou disfarçar as suas ambições políticas durante algum tempo mas não aguentou mais.
Apesar de tudo, sem o Stop tenho sérias dúvidas de que os professores tivessem obtido as concessões que obtiveram, mostrou bem a palhaçada que são os sindicatos tradicionais.
Com a qualidade dos hipotéticos candidatos de quem se tem falado, até votava no senhor.
Estou curioso. Como irá o André Pestana reagir, enquanto presidente, quando acontecerem greves no futuro?
Era óbvio para todos que ele tinha ambições políticas. O movimento STOP usurpou o lado sindicalista da FenProf e usou a greve dos professores como arma política. A luta deixou de ser sobre a melhoria das condições que os professores mereciam para passar a ser sobre os danos que estes alcançaram através das greves. Parece-me claro, aliás, que quando a FenProf era o principal movimento sindicalista dos professores, imperou o diálogo.
Por isso, deixo à minha imaginação e criatividade aquilo que ele fará enquanto presidente quando outras áreas da sociedade com o mesmo peso (médicos, enfermeiros, bombeiros, polícias etc.), começarem a fazer o mesmo tipo de greve que o Movimento STOP procurou. Será que vai estar do lado dos trabalhadores e funcionários ou vai entrar no jogo político de ‘o país tem de funcionar’ dos seus antecessores?
Não lhe perdoo que às custas de ele se ter tentado candidatar pelo MAS e da confusão que daí adveio e que impediu o partido de apresentar listas, não tive o prazer de ver a Renata Cambra no último debate para as legislativas
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