Sejam bem vindos

34 comments
  1. Para quem não tiver visto, aqui estão algumas das noticias que me inspiraram – [https://www.publico.pt/2022/02/25/sociedade/noticia/portugal-ja-identificar-oportunidades-trabalho-refugiados-ucranianos-1996779](https://www.publico.pt/2022/02/25/sociedade/noticia/portugal-ja-identificar-oportunidades-trabalho-refugiados-ucranianos-1996779)

    [https://www.dinheirovivo.pt/economia/internacional/industria-do-calcado-disponivel-para-acolher-refugiados-ucranianos-14632548.html](https://www.dinheirovivo.pt/economia/internacional/industria-do-calcado-disponivel-para-acolher-refugiados-ucranianos-14632548.html)

  2. infelizmente isto é de longe humor.. é pura realidade.

    é excelente timing após o choradinho dos patrões e tentativas de puxar malta lá de fora.

    e ainda pior qie trazer malta lá de fora.. é trazer malta la de fora refugiada! com vidas a começar do zero…

  3. Ainda hoje vi uma reportagem em que o MNE disse que tem recebido telefonemas de montes de empresas a oferecer emprego ao pessoal que vem da Ucrânia.

    Inclusivamente disse que neste momento há em Portugal uma escassez de mão de obra e que não há falta emprego.

  4. Urrr Durrr patrões BAD. Vocês precisavam de uma puta de uma colher de pau no lombo. Este sub é só malta mimada de TI que nunca vergou a mola na vida. O tuga cá é mesmo preguiçoso e pensa que vale muito. Preferia 1 Ucrâniano a pagar-lhe o dobro que um tuga por metade.

    Ps: E como vocês generalizão todos os sócios gerentes também eu tenho o direito de generalizar toda a força trabalhadora

  5. Apesar de haver com certeza casos em que são explorados, não sou da opinião que os patrões portugueses na sua maioria sejam exploradores dos trabalhadores.

    Ando há quase 20 anos no mercado de trabalho, e é certo que tive que fazer pela vida para conseguir melhorar o meu salário. Troquei de empresa várias vezes, fiz formações, procurei ganhar competências em diversas áreas e hoje tenho um salário que, apesar de não ser nenhuma fortuna, me permite fazer uma vida relativamente confortável e ter alguns pequenos luxos, como viajar, ter alguns passatempos em que posso gastar algum dinheiro, jantar fora uma ou outra vez por mês.

    Obviamente que para a mão de obra directa e não qualificada a questão é outra. É muito mais difícil para um trabalhador não qualificado conseguir melhorar o seu salário, mas isso não é culpa dele e, em meu entender, na maioria dos casos não é por falta de vontade do patrão. É que, principalmente quando se começa a ter um número de trabalhadores significativo, o custo de aumentar salários é grande. Não nos vamos esquecer que os impostos associados não são nada baixos.

    Em suma, esta piada é generalizadora e, em minha opinião, não reflecte a maioria dos patrões portugueses.

    E já agora, não sou patrão, nunca fui patrão, nem sequer filho deles.

  6. Olho para este post enquanto oiço a ministra do trabalho e outros a falarem da formação de uma task force para ligar os refugiados da ucrania com as ofertas de emprego…

  7. Se esta mobilização pela Ucrânia fosse repetida um pouco por todo o mundo em tópicos tão importantes como os direitos dos trabalhadores, tenho impressão que eram as grandes corporações a lançarem uma bomba atómica para acabarem com isto tudo.

    Bastava uma redução de 0.2% dos lucros que o mundo acabava.

  8. exceto que os ucranianos ja perceberam que portugal está na merda

    se repararem o boom de migrantes da ucrania/romenia/bulgaria acabou há mais de 10 anos

  9. Capitalismo: Patrões portugueses somente a pensar nos seus próprios benefícios acabam por ajudar os próprios ucranianos e os cidadãos portugueses (já que imigrantes vão ajudar as finanças públicas, por exemplo através da Segurança Social, e ao produzirem bens e fornecerem serviços de forma mais barata para assim os portugueses nativos consumirem). Brutal até.

  10. Vá toca a apanhar os mirtilhos para a Tuga comunista em Lisboa poder comer com os cereais vegan de manhãzinha. Alá, que se faz tarde!

  11. O principal problema é que a exploração é patrocinada pelo IEFP, uma entidade estatal que está farta de saber dos esquemas,mas que vira a cara para o lado

  12. Há uns 10 anos atrás, conheci um senhor ucraniano que tinha tido um cargo importante no exército (não me lembro do rank, mas era elevado).

    Aqui em Portugal, infelizmente, andava a pintar casas…

  13. Juro que quando a guerra estalou foi das primeiras coisas que disse, num chat de um grupo de amigos.
    Os cabrões dos patrões vão-se aproveitar para escravizar e ainda se vão vangloriar por darem trabalho a refugiados.

  14. Quanto tempo faltará para os ucranianos passarem de vítimas da guerra para os parasitas que nos roubam o trabalho e a estragar os lares das pessoas de bem?

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