Rosalino ia ganhar metade do que Costa (e Centeno) deram ao presidente da CGD em 2016.

by Sardinha42

8 comments
  1. > Governo decidiu pagar perto de 16 mil euros ao secretário-geral nomeado para gerir sede do governo. PS avançou com um pedido de apreciação parlamentar da exceção criada para o permitir e Rosalino rejeitou o lugar. Em 2016, socialistas, com Centeno nas Finanças, PS decidiu pagar quase 40 mil euros/mês ao presidente da CGD. E também criou exceção no IGCP.

    > Apesar de não ser competência da Assembleia, o PS insistiu que o Parlamento devia pronunciar-se sobre o salário atribuído a Hélder Rosalino, nomeado pelo governo para o recém-criado cargo de secretário-geral do governo não apenas para gerir as compras, serviços e logística da sede do Executivo, agora concentrado na antiga sede da Caixa Geral de Depósitos, mas para conduzir uma reforma na administração pública que extinguirá outras três secretarias (Presidência do Conselho de Ministros, Economia e Ambiente e Energia) e o Centro de Gestão da Rede Informática do Governo.

    > A mudança, que deverá poupar mais de 4 milhões de euros por ano aos contribuintes, já não será, porém, conduzida por Rosalino, que rejeitou esta tarde o lugar.

    > Agora que Rosalino recusou a nomeação para secretário-geral do governo, continuará a ser pago por Centeno, como consultor do BdP, nos mesmos 16 mil euros mensais.

    Ahh. O Centeno e as cenas com a CGD logo no inicio de mandato. No fim, o Rosalino fica onde estava a receber o dele e vamos gastar mais um salário a arranjar alguém para o lugar que seria dele.

  2. Esse Centeno é outro traste, saiu do Governo para o Banco de Portugal e foi feita uma lei para ter um salário principesco.

  3. Não consigo decidir se é pior a malta que criticou na altura mas desculpa agora, ou a malta que desculpou na altura e critica agora…

  4. O presidente da CGD foi unanimemente aceite como muito competente para o cargo e a ganhar abaixo da média do mercado.

    É uma empresa que funciona como empresa apesar de ser estatal. Está no mercado concorrencial e é normal que tenha de seguir algumas dessas regras.

    Já o cargo para onde este senhor ia é no governo, um cargo politico. Completamente diferente, apesar de que também não me choca pagar mais se realmente fizer a diferença.

    A única questão aqui é se era o BdP a pagar o salário ou não. O BdP diz que nao pode ser por causa de regulação europeia, está decidido, não há aqui politiquices.

    Esta notícia só baralha ainda mais as pessoas trazendo assuntos que não têm nada a ver. São situações distintas para cargos diferentes

  5. Fazer concursos é não pode ser. Tem de ser um do grupo e quanto mais caro melhor.

  6. O problema para mim, era ele ir fazer parte de uma estrutura em que não estava no topo e ia ganhar três vezes mais que o primeiro ministro e afins.
    Aqui não me parece que a culpa esteja do lado do Centeno, esse tem um bom tacho mas não está no governo.

  7. Claro… uma bela dose de ‘olhaquilismo’ teria que surgir

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