A poetisa morreu esta segunda-feira, aos 64 anos, no Hospital de São José, em Lisboa, onde estava internada. Adília Lopes escreveu mais de trinta livros de poesia desde a estreia com a obra “Um Jogo Bastante Perigoso”, editado em 1985.
Adília Lopes, pseudónimo literário de Maria José da Silva Viana Fidalgo de Oliveira, nasceu em Lisboa em 20 de abril de 1960. Este ano cumpriu 40 anos de vida literária, desde que se revelou na primeira edição do “Anuário de Poetas não Publicados” da Assírio & Alvim, em 1984.
Que notícia triste, era uma das vozes mais originais da literatura contemporânea.
nem sabia que estava doente
Uma poetisa excepcional no panorama literário português. Acredito que o futuro dar-lhe-á o merecido reconhecimento.
Primeiro temos de saber quem somos, para que possamos dar aos outros o que temos dentro de nós, e desta forma possamos chegar a todos e qualquer um como se fossemos o mesmo e também diferente. Adília Lopes era ela, e fazia essa aproximação em cada um de nós Magistralmente. Uma Heroína das Palavras. Que descanse em Paz.
Edit: Coloquei a palavra “que” em “…o que temos dentro de nós”
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A poetisa morreu esta segunda-feira, aos 64 anos, no Hospital de São José, em Lisboa, onde estava internada. Adília Lopes escreveu mais de trinta livros de poesia desde a estreia com a obra “Um Jogo Bastante Perigoso”, editado em 1985.
Adília Lopes, pseudónimo literário de Maria José da Silva Viana Fidalgo de Oliveira, nasceu em Lisboa em 20 de abril de 1960. Este ano cumpriu 40 anos de vida literária, desde que se revelou na primeira edição do “Anuário de Poetas não Publicados” da Assírio & Alvim, em 1984.
Que notícia triste, era uma das vozes mais originais da literatura contemporânea.
nem sabia que estava doente
Uma poetisa excepcional no panorama literário português. Acredito que o futuro dar-lhe-á o merecido reconhecimento.
Primeiro temos de saber quem somos, para que possamos dar aos outros o que temos dentro de nós, e desta forma possamos chegar a todos e qualquer um como se fossemos o mesmo e também diferente. Adília Lopes era ela, e fazia essa aproximação em cada um de nós Magistralmente. Uma Heroína das Palavras. Que descanse em Paz.
Edit: Coloquei a palavra “que” em “…o que temos dentro de nós”
Morreu tão nova coitada
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