IL quer incluir nacionalidade nos dados estatísticos sobre crimes

by dhcardoso

41 comments
  1. Tão liberais que eles são, pensava que eram orgulhosamente individualistas e contra as identificações em grupo? Pelo menos é esse o argumento que usam em questões LGBT

    Edit: Acho que sou a favor disto btw, é simplesmente uma critica à incoerencia da IL

  2. Não vejo problema, se o mundo é maravilho como a esquerda defende, a realidade demonstra-se nesses dados e assim calam a direita, se for o oposto idem, portanto acho que estes dados só vêm para ajudar a clarificar a realidade e como tal é uma boa ideia.

  3. É importante ter dados. Não querer ter, é só querer alimentar a ignorância com a desculpa do politicamente correcto.

  4. Quem nao deve nao teme… siga, vamos la ver a verdade

  5. E bem. Assim acabava-se com os argumentos falsos dum lado e doutro desta discussão.

  6. Nacionalidade? Deviam era incluir a Naturalidade que isso de nacionalidade é cada vez mais apenas um cartão de plástico

  7. Completamente de acordo. Era giro ver a premissa do partido com uma unica bandeira cair monumentalmente por terra.

  8. Parece-me bem. Há um grande lobby da imigração que quer varrer todos os problemas para debaixo do tapete.

  9. >A Iniciativa Liberal quer que o Governo passe a divulgar a nacionalidade e tipo de autorização de residência de quem comete crimes. O partido defende que a discussão política se faça com base em dados e não em “emoções”.

    Concordo, é a melhor forma de se anular a força da extrema-direita nesta matéria.

  10. Acho mal porque depois vão constatar que os factos são racistas

  11. Sou um gajo de esquerda e concordo. Acho que devemos ter dados estatísticos de tudo e mais alguma coisa, não só sobre emigrantes ou crimes. Só os dados permitem tirar conclusões verdadeiras. Depois cada um interpreta-os como quer e justifica-os como lhe der jeito.
    Quem sabe não descobrimos que certas nacionalidades afinal cometem menos crimes do que pensamos, ou afinal mais. Só com dados podemos saber, o resto são bitaites.

  12. Com a velocidade com que se obtém nacionalidade vão ser crimes 100% portugueses

  13. Boa iniciativa. Mas não vai adiantar de muito se a nacionalidade é atribuída a toda a gente…

  14. Concordo a 100%

    Assim fica-se a saber de forma inequívoca se a imigração descontrolada e a política de pernas abertas tem ou não alguma coisa a ver com mais crime

    Nota: acredito fortemente que sim, mas faltam-me dados para validar a teoria, que é o que mais queria

  15. Sem dados concisos não se consegue tirar conclusões. Claro que a esquerda se vai opor.

  16. ALERTA CM: “Os 2 portugeses que já foram identificados: Hassan Al-Hubbaim e Adenaldo Biombé estão foragidos da justiça e a PJ continua a sua investigação.”

  17. Acabamos de dar oficialmente a volta completa do pêndulo.

    Para quem não teve história, i.e. toda a gente que comentou neste thread, a documentação de nacionalidades/naturalidades/atributos genéticos “caiu fora de moda” no pós 2° grande guerra devido a utilização desses dados pelos movimentos de extrema direita para fins de exterminação, por exemplo nos países baixos em que os nazis usaram a burocracia organizada e bem documentada do país para catalogar e depois exterminar os judeos e outras etnias no país. Os países baixos foi consequentemente um dos países onde morreram maior % de judeus.  
    Não foi exclusivamente na Europa onde isto aconteceu, nos EUA por exemplo o movimento Eugenico tentou também criar e catalogar dados com enviasamento já pré concebido sobre as minorias para justificar um genocídio “mais soft” das mesmas.

    Isto vai sempre parar ao ditado do costume.

    “Those who cannot remember the past are condemned to repeat it.”

  18. É importante que, nos crimes, as nacionalidades dos autores sejam mencionadas, não para discriminar, mas para que essas comunidades possam sentir o impacto, tanto em termos de reflexão e vergonha, quanto como um incentivo para promover mudanças de caráter e comportamento. Como imigrante de origem angolana, considero fundamental que as nacionalidades sejam destacadas de forma justa e responsável.

  19. Porque não alargar os dados a património/rendimento/grau de educação dos arguidos e do agregado familiar de origem (pais) ?

    Não sei, se calhar a correlação entre pobreza e criminalidade é maior do que entre nacionalidade e criminalidade.

  20. Já agora também deviam incluir a classe social que se enquandram, os rendimentos obtidos, a àrea em que trabalham ou trabalharam, grau de escolaridade, se querem a imagem toda então que metam os fatores todos, que ir pela nacionalidade é alimentar ainda mais a sensação.

    Queria era ver esta energia relativamente a crimes de violencia doméstica e a crimes economicos.

  21. Dadas as circunstâncias e a quantidade de nacionalidades que temos talvez fosse importante perceber que comunidades estão a criar mais problemas para apertarmos mais o cerco à entrada de certas origens não?

    E não é preconceituoso, é matemático e em prol da segurança pública.

    Se os Filipinos, por exemplo, têm uma taxa superior a x% em relação aos outros de criminalidade talvez começar a pedir registos criminais aos mesmos antes de entrar no país (coisa que não se faz atualmente).

    Falo dos Filipinos como exemplo, mas sem estudos e sem números não se percebe nada e toda a gente anda aos bitaites.

  22. Concordo, aqui no UK esses dados são públicos e bastante detalhados.

  23. IL bem, contra dados não há argumentos, independentemente da posição política

  24. Vou levar downvote mas pronto vou tentar questionar sem segundas intenções isto sem que um paralelo dê reply sem tentar perceber a minha questão:

    Até que ponto é que os dados estatísticos neste caso ajudam? Se eu fosse assaltado por um grupo de indianos não saberia se eram nepaleses, indianos ou de outro país qualquer. Tenho alguns membros dessas nacionalidades a trabalhar na porta ao lado e se não os conhecesse e falasse com eles seria extremamente difícil saber de que país cada um é originário. Também acho que se acontecesse tal coisa pessoalmente não me daria ao trabalho de fazer queixa pois identificar o criminoso seria extremamente difícil portanto essa situação hipotética não iria para a estatística, correcto?

  25. Embora me pareça algo positivo parece-me que nao deve ir longe por alguma inconstitucionalidade na nossa lei

  26. Contra factos não há argumentos, sejam eles demagógicos ou populistas…

  27. Não tenho nada contra haver mais dados mas não acho que resolva em nada na percepção do publico.

    Mesmo os dados que temos hoje ninguem se quer reger por eles, é por isso que vai tudo para as sensações.

    Basta ver quando se fala que o crime não é o que se pensa, quantos comentarios se ve a dizer que é porque se esconde dados, porque as pessoas não reportam, porque não aparece nos relatorios porque nao dá jeito, e por ai a fora.

    Ou por exemplo, quando se fala de Portugal ser do top 10 dos paises mais seguros.

    Há varios exemplos. Isto é um problema complicado e de civismo que acho que só se resolve com o tempo. Pena que as gerações mais novas (e não só) tão a ser influenciados em estarem preocupados com o indiano que vem para Portugal fazer trabalho de escravo em vez de estarem preocupados com o magnata que empurra essa info só para pagar menos impostos e contribuir menos para a sociedade.

    Alem que este senhor que está a falar, é um dos cães de fila desse tipo de pensamento…

  28. Concordam com a estratificação por raça, como se faz nos EUA? Nada melhor, para desmontar as teorias dos racistas.

  29. Pah, discordo porque não importa. Crime é crime e qualquer um, independentemente da sua nacionalidade, não é livre dele.

  30. Não é um indicador muito fiável, uma vez que a escumalha assim que completa 5 anos de residência em Portugal, requer a nacionalidade de modo a poder praticar crimes sem a possibilidade de ser expulso. Literalmente, ao fim de 5 anos qualquer estrangeiro é tão português como eu, que sou português de sangue e não de decreto.

    Isto para dizer que, caso esta medida avance, metade dos portugueses que cometem crimes serão “novos portugueses” ou até pessoas filhas de imigrantes que cá nasceram mas nunca tiveram costumes ocidentais.

    EDIT: Só agora reparei que estou no /r do bloco de esterco e por este financiado. Venham os downvotes e viva o CHEGA

  31. Mas não é a nacionalidade que é o problema . É a etnia …

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