“A autocensura é enorme no meio dos jornalistas. Há casos em que associar crimes e nacionalidades faz parte da informação a dar”

by VSertorio

8 comments
  1. Acho que pela 1ª vez na história concordo com o Pacheco Pereira.

    A omissão da nacionalidade é totalmente inaceitável. Para o bem e para o mal o público tem direito a saber a verdade, toda.

  2. A autocensura a falar de Israel e dos sionistas

    A autocensura de falar da guerra da Ucrânia e das suas razões factualmente

  3. E há casos que não e só reforçam estereótipos errados.

    É uma linha difícil de navegar.

  4. Cá no Brasil considero relevante se o é para o fato que se pretende noticiar da mesma forma que ocorreria para a profissão, formação profissional, estado civil ou sexualidade.

    Exemplo: se um comboio atropela uma pessoa não informamos se o motorista é solteiro, se é formado em Engenharia Civil ou se é fã de anime. Importa-nos se estava embriagado ou não, se a idade pode ter afetado seus reflexos, qual a sua ligação com a vítima entre outros.

  5. O politicamente correcto é o assassino da verdade e honestidade.

  6. Agora até quando alguém decide fazer algo que esta gentalha nao concorda é auto censura…imaginem viver neste estado! Em que a nossa mente é tão frágil que temos de justificar as açoes dos outros como “auto censura”….fds dizer estas merdas é que é uma censura ao cérebro.

  7. Nos países nórdicos passou a ser muito mais transparente em relação a isso, porque omitir dados só da voz razão e palco à extrema direita.

    Como não se dá a informação completa em Portugal, a extrema direita pode dizer o que apetecer, não existe dados concretos para negar.

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