Empresa de português alvo de operação contra imigração ilegal nos EUA

by VicenteOlisipo

14 comments
  1. >O empresário Luís Janota explicou à Lusa que cerca de **uma dezena de agentes do ICE entraram na companhia ao final da manhã de quinta-feira, “sem qualquer mandato”, e “começaram a pedir papéis de identificação aos trabalhadores”**.

    >(…)

    >”**Estamos no negócio há 26 anos e nunca tivemos uma coisa assim. Nunca, nem de perto. (…) Querem fechar as fronteiras e eu estou de acordo. Mas se querem levar alguém, se querem deportar alguém, que deportem as pessoas que são más. Não as pessoas que estão a trabalhar. Estes meus funcionários não são criminosos, trabalham connosco há vários anos**”, protestou Luís Janota.

    >”**Fiquei sem os meus funcionários. Agora terei de procurar outras pessoas. Eu não sei exatamente o que é que se vai passar com eles. Eu perguntei se podíamos fazer alguma coisa por eles e o que os agentes me disseram é que eles só poderiam sair após o pagamento de 30 mil dólares [28,7 mil euros] cada um**”, contou.

    “Deportem os ilegais! Mas não os meus, os meus são bons. Deportem os maus. Os que eu não conheço mais são apontados nas redes sociais. Esses! Vota Leopardo!”

  2. E? O problema é que ele mesmo que contrata ilegais não é punido.

  3. Quem diria que o Leopardo gostava de caras de bacalhau?

  4. Usufrui de mão de obra barata por estarem ilegais. Imagina trabalhar à anos com eles e nunca os ter ajudado ou puxado a ficarem legais…

  5. Donald Trump adota estratégias que concentram riqueza em grandes corporações e bilionários, enquanto mascara compromissos econômicos com discursos polarizadores. Prometeu desregulamentar o setor tecnológico, beneficiando magnatas como Elon Musk (Tesla), Jeff Bezos (Amazon) e Tim Cook (Apple), favorecendo empresas que já acumulam trilhões, como a Apple. Na indústria petrolífera, protege interesses de bilionários como os irmãos Koch, atacando energia limpa para garantir apoio. Para desviar o foco, utiliza questões sociais como imigração, comunidade LGBTQ+ e pautas raciais como “cortina de fumaça”.

    Apesar de prometer taxar a China em 100%, sua primeira viagem internacional será a Pequim, expondo contradições e alianças econômicas obscuras. Trump rompe protocolos ao desconsiderar aliados tradicionais como Reino Unido e França, priorizando agendas protecionistas. Representando a extrema-direita, favorece os ricos, desregula mercados e promove protecionismo, criando divisões internas e incertezas globais.

  6. Donald Trump adota estratégias que concentram riqueza em grandes corporações e bilionários, enquanto mascara compromissos econômicos com discursos polarizadores. Prometeu desregulamentar o setor tecnológico, beneficiando magnatas como Elon Musk (Tesla), Jeff Bezos (Amazon) e Tim Cook (Apple), favorecendo empresas que já acumulam trilhões, como a Apple. Na indústria petrolífera, protege interesses de bilionários como os irmãos Koch, atacando energia limpa para garantir apoio. Para desviar o foco, utiliza questões sociais como imigração, comunidade LGBTQ+ e pautas raciais como “cortina de fumaça”.

    Apesar de prometer taxar a China em 100%, sua primeira viagem internacional será a Pequim, expondo contradições e alianças econômicas obscuras. Trump rompe protocolos ao desconsiderar aliados tradicionais como Reino Unido e França, priorizando agendas protecionistas. Representando a extrema-direita, favorece os ricos, desregula mercados e promove protecionismo, criando divisões internas e incertezas globais.

  7. > “Estamos no negócio há 26 anos e nunca tivemos uma coisa assim. Nunca, nem de perto. (…) Querem fechar as fronteiras e eu estou de acordo. Mas se querem levar alguém, se querem deportar alguém, que deportem as pessoas que são más. Não as pessoas que estão a trabalhar. Estes meus funcionários não são criminosos, trabalham connosco há vários anos”, protestou Luís Janota.

    > “Fiquei sem os meus funcionários. Agora terei de procurar outras pessoas. Eu não sei exatamente o que é que se vai passar com eles. Eu perguntei se podíamos fazer alguma coisa por eles e o que os agentes me disseram é que eles só poderiam sair após o pagamento de 30 mil dólares [28,7 mil euros] cada um”, contou.

    Ok, isto tem piada. Trabalham com ele há vários anos mas nunca lhe passou pela cabeça ajudá-los a ficarem legais? Agora encontra outros. Mas um conselho: que estejam legalizados, zé.

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