Governo tem de fixar preços para combater cartelização dos combustíveis, diz Bloco

10 comments
  1. “Catarina Martins, que falava aos jornalistas no final de uma visita ao porto de mar de Vila Praia de Âncora, Caminha, defendeu ainda a necessidade de uma “adequação” do Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) à subida do preço que se está a fazer sentir atualmente.

    “O Governo tem também margem para descer o ISP e deve descer. Com a subida do preço dos combustíveis, a receita fiscal do Governo continuará a aumentar, mesmo que o Governo desça o ISP. Não se percebe também porque é que não há uma alteração no ISP para controlar esta flutuação dos preços”, adiantou.”

    Acho curioso, no mínimo, que escolham a fixação dos preços para o título quando a própria notícia fala do real problema (na minha opinião claro) que é a quantidade excessiva de imposto que se paga sobre os combustíveis.

  2. Os malandros dos privados sempre a tentarem ter lucro malandros, mas tem piada que num produto onde o governo é o maior beneficiário a culpa é do produtor, que se o petróleo está igual a 2014, que se os impostos são os mesmos bla bla bla, mas o custo do gás eletricidade, e transporte do petróleo como do material refinado está mais caro, dos 14 centimos de aumento do gasóleo mais de metade vai para o governo, que estão a ter lucros, certeza que sim, mas desde quando são os privados a preocuparem-se com que o povo passa dificuldades, o governo é que devia de ganhar vergonha na cara e baixar a parte deles.

    As graficas estão caras e não vejo ninguém a criticar a AMD ou a NVIDEA e de aí o governo só leva o IVA, o mesmo para os supermercados, companhias de telecomunicações, eletricas etc… estas também lucram milhões e ninguém diz nada, dos combustíveis que é de onde leva mais temos é de controlar os comerciantes, ganhem vergonha.

  3. Combater cartelização, assumindo-se o dono do cartel?

    E que tal reduzir a fatia de +60% que leva?

  4. O título da notícia não me parece justo. O que o BE parece propôr é a fixação da receita do estado sobre os combustíveis, ou seja, face ao aumento dos preços dos combustíveis ajustar (diminuir) o imposto sobre os mesmos.

    À primeira vista não me parece uma ideia terrível, desde que o estado consiga equilibrar as suas contas para tal.

    Claro que abre a porta para o estado poder aumentar o imposto em caso de queda abrupta dos preços, que na minha opinião é algo que deve ser abordado numa eventual discussão desta medida.

  5. Acordaram agora.
    Desde que a Galp foi privatizada, tem sido uma festa de concertação de preços. Passados 20 anos é que reparam nisso…

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