E os animais que quase mataram um motorista a arder, já foram apreendidos? Investigados? Acusados de alguma coisa sequer? Ou só quem tem “direito” a investigações e acusações aceleradas são os agentes da policia?
País ao contrário.
Bom trabalho Polícia Judiciária 👏👏👏👏👏
Sempre a trabalhar em prol dos valores da justiça, sem precisar de meter baixas para apoios psicológicos.
É continuar com excelente trabalho, porque é com o vosso trabalho que povo distingue uma Polícia com “p” grande e uma polícia grunha subsidio-dependente e mal intencionada.
Agora quero ver se o chega tambem pede justiça imediata para este criminoso, como faz antes do julgamento para todo o tipo de gente que não gosta.
Eu também gostava de saber se os delinquentes que andaram a incendiar, destruir autocarros e que atacaram o motorista, ferindo-o gravemente com mazelas para o resto da vida também já têm o processo pronto na nossa “justiça”. É que foi na mesma altura… Ou será racismo, mencionar o caso?
Tenho pena do puto polícia. Tenho a sensação (eh!) que lhe foi feita a cama pelos colegas mais seniores e estrutura de comando desde o princípio: enviaram um polícia inexperiente para um cenário complicado, provavelmente sob pressão dos colegas para agir duro, e como resultado de estar cagado de medo, disparou. Em cima disso, os colegas falsificaram declarações que ele nunca proferiu (admitiu desde cedo que a vítima – já lhe podemos chamar assim! – não tinha qualquer arma).
Este miúdo/polícia é o menos culpado de tudo isto, e tem a vida destruída. A esta junta-se a do Odair.
“O processo ainda está a decorrer e o agente é inocente até prova contrário”.
Portanto o título enganador, mas não se esperava outra coisa de um artigo do Público escrito pela Joana Gorjão Henriques.
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E os animais que quase mataram um motorista a arder, já foram apreendidos? Investigados? Acusados de alguma coisa sequer? Ou só quem tem “direito” a investigações e acusações aceleradas são os agentes da policia?
País ao contrário.
Bom trabalho Polícia Judiciária 👏👏👏👏👏
Sempre a trabalhar em prol dos valores da justiça, sem precisar de meter baixas para apoios psicológicos.
É continuar com excelente trabalho, porque é com o vosso trabalho que povo distingue uma Polícia com “p” grande e uma polícia grunha subsidio-dependente e mal intencionada.
Agora quero ver se o chega tambem pede justiça imediata para este criminoso, como faz antes do julgamento para todo o tipo de gente que não gosta.
Eu também gostava de saber se os delinquentes que andaram a incendiar, destruir autocarros e que atacaram o motorista, ferindo-o gravemente com mazelas para o resto da vida também já têm o processo pronto na nossa “justiça”. É que foi na mesma altura… Ou será racismo, mencionar o caso?
Tenho pena do puto polícia. Tenho a sensação (eh!) que lhe foi feita a cama pelos colegas mais seniores e estrutura de comando desde o princípio: enviaram um polícia inexperiente para um cenário complicado, provavelmente sob pressão dos colegas para agir duro, e como resultado de estar cagado de medo, disparou. Em cima disso, os colegas falsificaram declarações que ele nunca proferiu (admitiu desde cedo que a vítima – já lhe podemos chamar assim! – não tinha qualquer arma).
Este miúdo/polícia é o menos culpado de tudo isto, e tem a vida destruída. A esta junta-se a do Odair.
“O processo ainda está a decorrer e o agente é inocente até prova contrário”.
Portanto o título enganador, mas não se esperava outra coisa de um artigo do Público escrito pela Joana Gorjão Henriques.
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