Imigrante do Bangladesh reconhece ter dado morada a mais de 1.300 pessoas

by user4567822

11 comments
  1. Num país decente revogavam os vistos / nacionalidade a todos os estrangeiros envolvidos.

  2. >O arguido, natural do Bangladesh, disse não saber que estava a cometer um crime e que perguntou várias vezes junto dos serviços da junta de freguesia se não havia problema em dar a sua morada para que pessoas conseguissem aceder a vistos de residência e que os funcionários da junta sempre lhe disseram que não havia problema.
    (…)
    O seu colega de casa, MD Nadim, entrou também no esquema das moradas, usando, por vezes, a identidade de Houssain junto dos serviços da junta, afirmou o arguido, que disse que, por esse motivo, não podia precisar quantas pessoas terão dado a sua morada para conseguir os documentos de legalização no País.
    (…)
    Explicou ainda que recebia entre 5 e 10 euros sempre que dava a morada e “50 euros ou mais” sempre que as pessoas recebiam cartão de residência.
    Além de Houssain há mais 29 arguidos no processo, incluindo cidadãos portugueses que terão também cedido a sua morada no âmbito do esquema, recebendo dinheiro em troca de cederem a morada e de servirem como testemunhas juntos dos serviços da junta de freguesia, atestando que os cidadãos moravam de facto naquelas casas.

  3. Revogar todos os vistos provados fraudulentos e aviao de volta para ontem.

  4. > os funcionários da junta sempre lhe disseram que não havia problema

    Eu sei quem iria usar para servir de exemplo..

  5. Que bom que agora vcs têm imigrantes “invasores” de verdade e de cultura bem diferente chegando para valorizar um pouco os brazucas. Tava cansativo culpar só os zucas pelos problemas.

  6. Uma notícia que só surpreende pelos números.

    Estas máfias operam há vários anos por toda a Europa a vender contratos de trabalho a indostonânicos mas todos fechamos os olhos e fazemos de conta que dá para manter estabelecimentos com 3 ou 4 funcionários (os que estão no establecimiento porque estão registados muitos mais) à base de vender porta-chaves ou fruta fora de prazo.

  7. E isto é apenas 1 deles, não será o primeiro nem o último. Mais 5 ou 6 destes e o impacto começa a ser bastante maior.

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