As margens são feitas em %, esse gráfico tem as margens em valor absoluto. Se o preço de produção do barril subir, no limite a margem em valor absoluto até pode subir e mesmo assim a margem em % ser menor.
E a questão da margem aqui é pouco relevante, porque não tens um choque de procura mas sim de oferta. Os custos de extração devem estar mais ou menos inalterados, os de refinação também (tirando o de transporte do local de extração para o de refinação). O problema é que há uma dada procura para ser satisfeita e a oferta foi restringida pelas sanções em vigor. Logo a mesma quantidade que era procurada anteriormente tem agora que ser satisfeita por menos locais e por uma capacidade de extração/refinação existente que não aumenta na mesma proporção da procura. Logo, alguma procura tem que ficar de fora. Exclui-se a procura pelo critério do primeiro a chegar, ficando sem o produto consumidores que até estariam dispostos a pagar mais pelo bem, ou o critério de racionamento será o preço?
Pensei que a culpa era dos impostos
Não era por termos a refinaria de Matosinhos aberta que o combustível ia ficar mais barato, mas se lá trabalhasse também tinha interesse em passar essa ideia.
5 comments
Qual a fonte?
Matosinhos ainda tem refinaria?
As margens são feitas em %, esse gráfico tem as margens em valor absoluto. Se o preço de produção do barril subir, no limite a margem em valor absoluto até pode subir e mesmo assim a margem em % ser menor.
E a questão da margem aqui é pouco relevante, porque não tens um choque de procura mas sim de oferta. Os custos de extração devem estar mais ou menos inalterados, os de refinação também (tirando o de transporte do local de extração para o de refinação). O problema é que há uma dada procura para ser satisfeita e a oferta foi restringida pelas sanções em vigor. Logo a mesma quantidade que era procurada anteriormente tem agora que ser satisfeita por menos locais e por uma capacidade de extração/refinação existente que não aumenta na mesma proporção da procura. Logo, alguma procura tem que ficar de fora. Exclui-se a procura pelo critério do primeiro a chegar, ficando sem o produto consumidores que até estariam dispostos a pagar mais pelo bem, ou o critério de racionamento será o preço?
Pensei que a culpa era dos impostos
Não era por termos a refinaria de Matosinhos aberta que o combustível ia ficar mais barato, mas se lá trabalhasse também tinha interesse em passar essa ideia.