Outro estudo a mostrar o quão europeístas os portugueses são (neste caso, os jovens)

by dsilva_Viz

12 comments
  1. O projecto europeu falhou. Não há grande coisa a fazer, não faz sentido voltar atrás e não é possível andar para a frente.

    É curtir a vida e os próximos que apaguem a luz.

    EDIT: Pelos vistos o projeto europeu está bem e recomenda-se. Deve querer dizer que a Europa nos proximos anos estará melhor que nos ultimos 10.
    Folgo em saber

  2. A União Europeia foi a melhor coisa que já aconteceu a este país. Nem quero imaginar como estaríamos neste momento sem ela.

  3. Ou seja, Portugal é o ÚNICO país onde a maioria dos que responderam acham que a Europa vai no bom caminho.

    Juro, algumas anedotas escrevem-se sozinhas lol

  4. A União Europeia foi e é o que salva Portugal de ser um país de 3o mundo.

    No entanto, está claro que a União têm gravíssimos problemas. A meu ver a UE é um mega governo de maioritariamente pessoal não eleito (ou eleito indiretamente) que estão desassociados da realidade que se vive na Europa. Uma absoluta burocracia lenta que suga e mata a pouca vida que ainda resta na Europa.

    Sou a favor, sim mas também gostava de ver mudanças.

  5. Gostava de saber quem foi o génio que se lembrou de meter os labels fora das barras mas dentro da escala vertical.

    As proporções das barras ficam completamente alteradas.

  6. Como é que podemos ser contra a UE? Juro que não compreendo essa opinião. Talvez a malta jovem não saiba como era Portugal antes da entrada na CEE

  7. A única mudança que gostaria de ver, é simplesmente uma Europa federal com regiões autónomas.

  8. Pois claro. Porque sair de Portugal para trabalhar no resto da UE é a única forma de os jovens portugueses terem algum futuro.

  9. Quem for contra a EU deve gostar de ser pobre e precário

  10. Parece-me normal que, sobretudo os portugueses, estejam satisfeitos com a UE.
    O que recebemos de fundos e oportunidades por estar dentro da UE, coloca-nos numa posição priveligiada.

    No entanto, não podemos esquecer que teve também consequências nefastas em certos setores, sobretudo agricultura e indústria. Setores onde perdemos a nossa independência efetiva, a nossa competitividade e sobretudo a nossa predileção por produto nacional (onde, sobretudo na agricultura, temos muitas vezes produto de qualidade superior).

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