Nem salários de 2 mil euros resolvem crise de pessoal no mobiliário (e já há “esquemas de chantagem”)

19 comments
  1. primeiro 2 mil euros não chega.

    segundo:

    >“Todas as semanas, [os trabalhadores] chegam ao pé dos empresários e dizem: “Se não me pagas mais 100 euros, eu vou embora, pois tenho quem me ofereça mais.” É extremamente complicado”, desabafa o responsável da APIMA.

    negociar um salário melhor agora é chantagem. se falta de noção pagasse imposto portugal não tinha dívida pública.

  2. >Todas as semanas, [os trabalhadores] chegam ao pé dos empresários e dizem: “Se não me pagas mais 100 euros, eu vou embora, pois tenho quem me ofereça mais.” É extremamente complicado”, desabafa o responsável da APIMA.

    Então não gostam de ver o mercado a funcionar? Era só bom ver a faturação a triplicar (sim a triplicar ouviram bem) e os funcionários a ganhar o mesmo.

    E estas notícias metem nojo de tão encomendadas que são, por acaso estofadores não conheço, mas dão a entender que qualquer gajo vai martelar uns pregos e ganha 2000€, não, não é assim.

    Já agora se em vez de andarem a chorar por um estofador com 30 anos de experiência apostassem também na formação de um também podia ser que se safassem, mas o que estas merdas querem com estas notícias é, profissional com 20 anos de experiência para começar logo a cagar material e pagar o menos possível.

  3. Não acredito que mesmo com 2.000 euros não consigam pessoal, alguma coisa está aqui a falhar ou a noticia é uma falácia ou então a malta anda noutro mundo

  4. Agora pedir um ordenado melhor é chantagem, lol!

    E o tempo em que as empresas podia ter pago um ordenado melhor ao trabalhador e não pagou? Isso é o quê? Chulanço?

  5. Estas noticias são encomendadas a léguas, basicamente estas empresas estão com um olho no PRR para apoios à contratação.

    Ainda assim é de certa forma irónico que, independentemente dos valores que se falem, haja malta com a resposta pronta do “paguem mais que já arranjam pessoal”, quiça os mesmos que vão às lojas dos chineses ou compram fruta apanhada por emigrantes por ser claramente mais barata devido à “remuneração” paga pela mão de obra.

    É um tema complexo mas se queremos salários suiços temos que nos começar a habituar a ter custos de vida suiços também.

  6. Os patrões portugueses acham que a negociação não existe e que podem forçar os trabalhadores a aceitar os salários que eles oferecem.

    Para os patrões, negociar um salário melhor é “chantagem” . Aumentem os salários.

    Já começa a ser irritante número de notícias encomendadas como estas.

  7. Empresa diz: “ou fazes horas extra ou pode ser que contrate alguém para fazer o teu trabalho”

    **Ok, dia normal na tugalândia.**

    Trabalhador diz: “ou me paga mais 100€ ou ponho-me a andar, posso arranjar quem me pague mais e não ser explorado aqui”

    **CHANTAGEEEEEM!! REEEEEEEEE**

    Basicamente, o trabalhador ideal para o patronato tuga tem de se mexer que nem macaco na hora de trabalhar mas na hora de negociar/reclamar pelos seus direitos tem de se fingir de morto que nem gambá. Fácil.

  8. Já foi tudo dito nesta thread, é uma noticia encomendada e mentirosa.
    Os salários de 2000 euros, a existirem, é para quem tem um nivel de experiência que é raro encontrar.
    De resto, sobre a chantagem, é como a questão da Gamestop.
    Como se atreve o zé povinho a fazer aquilo que as elites fazem e só elas podem fazer?

  9. Não percebo o problema. Se €2000 não chega, paguem €2001. Se €2001 não chega, adivinhem! Paguem €2002.

    Porque é que €2000 é o tecto?

  10. > Nem salários de 2 mil euros resolvem crise de pessoal no mobiliário

    > “Subsídio de desemprego desincentiva trabalho”

    Quer dizer, nem com 2000 liquidos conseguem pagar a empregados. Mas esses mesmos empregados que querem ganhar mais do que 2000 líquidos, ficam satisfeitos com o subsídio de desemprego de 1000 brutos? lol

    > Entretanto, surgem queixas em algumas empresas de que “há multinacionais inglesas que chegam cá e, em vez de criarem postos de trabalho, andam a roubar profissionais a outras empresas e com salários a peso de ouro”, como aponta uma fonte do sector ao Negócios.

    Não criam postos de trabalho? foda-se quem escreveu isto tem uma falta de noção tremenda

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